Mobilidade e Uso do Solo – Mobilidade Urbana de São Gonçalo, no Circuito Urbano do ONU-Habitat

 

25 de outubro, 15h. Inscreva-se e assista aqui!

 

Pelo segundo ano consecutivo São Gonçalo teve seu projeto aprovado para participar desse importante evento, onde reuniremos diversos especialistas em mobilidade urbana do Brasil, África e América Latina, para contribuírem com o debate sobre o tema na nossa cidade.

Confira a programação:

15h – Abertura e formação da mesa

15h10 – Gestão Integrada em São Gonçalo: desafios e perspectivas (Maria Gabriela Bessa – Secretária de Gestão Integrada e Projetos Especiais na Prefeitura Municipal de São Gonçalo)

15h25 – Plano de Mobilidade Urbana de São Gonçalo (Vinícius Ribeiro – Diretor de escritório GO Arquitetura, Planejamento e Mobilidade)

15h45 – Mobilidade Urbana da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (Jorge Cunha – Instituto Rio Metrópole)

16h – Desafios e experiências para a mobilidade urbana equitativa, segura e sustentável: dados e governança metropolitana a partir da iniciativa do Projeto Acesso Cidades (Tainá Bittencourt – Frente Nacional dos Prefeitos)

16h15 – Contribuições da cooperação técnica Brasil- Alemanha (Sarah Habersack – Coordenadora da Transformação Urbana e diretora do projeto de cooperação técnica Brasil-Alemanha ANDUS da GIZ

16h30 – Contribuições do continente africano (Vity Claude Nsalambi – Professor da Universidade Agostinho Neto (UAN), Angola)

16h45 – Movendo pessoas: estratégias para alcançar a sustentabilidade através da justiça nos transportes (Lake Sagaris – Professora e pesquisadora na Pontifícia Universidade Católica do Chile)

17h – Perspectivas para a nova Secretaria Estadual das Cidades para o Estado do Rio de Janeiro (Douglas Ruas – Secretário Estadual das Cidades do Rio de Janeiro)

17h1 – Consolidação das contribuições (Rayne Ferretti – Oficial Nacional do ONU-Habitat)

17h30 – Debate e Considerações finais

17h45 – Encerramento

São Gonçalo investe em educação no trânsito

Projeto da Secretaria de Transportes leva orientações a escolas

O Departamento de Educação no Trânsito da Secretaria de Transportes (Semtran) da Prefeitura de São Gonçalo vai realizar o Projeto Escola Cidadã em quatro unidades escolares neste mês de outubro.

A iniciativa visa levar informações sobre o trânsito de forma lúdica e divertida. O projeto é adaptado de acordo com cada faixa etária para o qual ele será apresentado. Assim, as crianças podem aprender da melhor forma como se comportar no trânsito, fazendo o seu papel como pedestres.

No dia 17, o Projeto Escola Cidadã será realizado na Escola Municipal Marcílio Dias, em Itaúna; no dia 24, na Escola Municipal São Miguel, em São Miguel; no dia 30, no Colégio Estadual Carlos Drumond, no Barro Vermelho; e, no dia 31, na Escola Municipal Duque Estrada, no Galo Branco.

Durante a ação, a equipe do Departamento de Educação no Trânsito apresenta vídeos que mostram a importância das placas, dos semáforos, do cinto de segurança, de atravessar na faixa de pedestre e alertaram para a segurança no transporte escolar.

Ao fim da palestra, os alunos recebem a revista educativa “Brincando e Aprendendo sobre o Trânsito”, desenvolvida pelo Departamento de Educação no Trânsito, que busca contribuir com aprendizagens que favoreçam a aquisição de atitudes seguras no trânsito, além do exercício da ética e da cidadania no espaço público.

Projeto Aula Passeio – Também no mês de outubro, a Semtran vai promover duas ações do Projeto Aula Passeio, onde os jovens alunos aprendem, nas garagens das empresas de ônibus da cidade, sobre conservação dos veículos e formação profissional.

Os jovens ainda receberam orientações, palestras e passearam pelas instalações da empresa, identificando os diferentes profissionais que atuam na viação, observando o espaço interno dos ônibus e aprendendo sobre a manutenção dos veículos, que deve ser feita periodicamente.

O projeto será realizado no dia 19 de outubro na garagem da Rio Ita, com alunos da Escola Estadual Dr. Adino Xavier, e no dia 25 na garagem da Mauá, com os jovens da Escola Municipal Maria Eulalia Maciel.

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Transporte – Prefeitura e Consórcios divergem sobre tarifa

O Globo, 08/10/23
Por Rafael Timileyi Lopes — Niterói

Audiência de conciliação entre prefeitura e empresas chega a acordo provisório sobre crise no setor; Executivo sugere que passagem custe R$ 5,15, mas consórcios querem R$ 6,13

Durante a audiência de conciliação, ocorrida na última terça (3) entre a prefeitura e o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrej), foi apresentada como proposta provisória de tarifa técnica o reajuste da passagem de ônibus de R$ 4,45 para R$ 5,15, a partir de 1º de janeiro de 2024. Segundo a entidade representativa dos empresários do setor, apesar de o sinal positivo para a mitigação, em caráter de urgência, da crise no sistema de transporte público da cidade ter sido aceito, o grupo dos consórcios apresenta como patamar mínimo para a recuperação do serviço na cidade a tarifa de R$ 6,13.

A Procuradoria-Geral do Município (PGM) informa que a proposta de acordo apresentada pelo município ressaltou, entre outras cláusulas, a fixação da tarifa técnica, com base no valor apresentado por um estudo elaborado este ano pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Apesar da apresentação do acordo parcial, o Ministério Público pediu acesso a toda a documentação anexada no estudo em dez dias úteis, e também solicitou às partes o prazo de 30 dias, após o recebimento do documento, para se manifestar sobre a proposta.

A negociação entre as partes, que completou um ano este mês, está sendo alvo de críticas do Setrej pela morosidade rumo a uma efetiva solução para o impasse. Os empresários alegam que desde 2019 alertam a prefeitura sobre a saúde financeira dos operadores do consórcio, que, segundo o presidente do grupo, Márcio Barbosa, “estão asfixiados”.

— O grande problema está nos índices que estão sendo usados pela prefeitura para chegar a esse valor. Não achamos razoável fazer esse cálculo baseado no IPCA, que é usado para itens de bem de consumo, como alimentação. Nosso setor tem gastos de outra esfera e entregamos toda a documentação solicitada ao estudo, mostrando exatamente isso. Aceitamos essa proposta provisória para não termos mais prejuízos. No entanto, o valor apresentado já é defasado. A prefeitura está perdendo a oportunidade de melhorar o nível do serviço, que hoje, nós sabemos, infelizmente, não está no patamar que tanto precisa. Subsidiar a tarifa, para que não pese no bolso dos passageiros, é a solução — afirma.

Sobre a revisão dos cálculos tarifários, a prefeitura salienta que não solicitou auditoria do estudo, mas uma perícia judicial contábil, tendo em vista a discordância manifestada tanto pelas concessionárias quanto pelo Ministério Público em relação às conclusões do estudo.

Rodoviários reivindicam

Em nota, a Secretaria de Mobilidade e Urbanismo afirmou ainda que não houve prazo estipulado para a realização da perícia. O texto destaca que há um projeto de lei em discussão na Câmara que autoriza o Poder Executivo a instituir o subsídio para as tarifas de ônibus no município. Caso o projeto seja aprovado, haverá um regulamento prevendo a possibilidade de o Executivo subsidiar parte da tarifa, que incluiria o reajuste proposto, podendo, inclusive, existir a redução do valor atualmente pago pelo usuário.

Já os rodoviários estão preocupados com o embate entre a prefeitura e o sindicato das empresas, que não chegam a um consenso sobre a concessão ou não de subsídios tarifários para as passagens de ônibus na cidade e nem sobre a apresentação definitiva do estudo de reequilíbrio econômico-financeiro do setor. A diretoria do Sindicato dos Rodoviários de Niterói a Arraial do Cabo (Sintronac) faz um alerta sobre a pauta de reivindicações da categoria, que será encaminhada na próxima semana às empresas de ônibus e inclui reajuste salarial de 15% e cesta básica de R$ 700, com desconto de 10% no pagamento.

O índice de reajuste é composto pela inflação dos últimos 12 meses e adicional. Outras reivindicações da categoria pedem o fim da circulação de dinheiro nos ônibus, sistema de cobrança de passagens que inclua cartões bancários de débito, crédito e Pix, além do Bilhete Único, e retorno do pagamento das comissões aos motoristas pelo acúmulo da função com a de cobrador.

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Empresários de ônibus defendem aumento da tarifa em Niterói

A Tribuna, 20/09/23

O valor das tarifas de ônibus – atualmente em R$ 4,45 – está defasado em Niterói.

O valor das tarifas de ônibus – atualmente em R$ 4,45 – está defasado em Niterói. Esta é a principal queixa do Sindicato dasEmpresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj). A entidade estima que, atualmente, o valordeveria ser de, “no mínimo”, R$ 6,11.

Isso porque, de acordo com o Setrerj, há um equívoco no mais recente estudo do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe UFRJ), que contemplou apenas o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), sem observar, no entanto, uma “tarifa técnica”, que seria para amanutenção do transporte rodoviário como um todo.

Em vigor desde 2012, as empresas de ônibus têm um contrato de concessão com a Prefeitura de Niterói. O sindicato explicaque, quando ele foi feito, iniciou-se o “ano zero” e o contrato contemplaria o aspecto operacional das empresas, gerandoreceita para que haja um equilíbrio entre receita e despesa, sob o ponto de vista operacional.

Ainda segundo a entidade, o valor do contrato precisa ser atualizado anualmente porque, ao longo do ano, há variações deinsumos que são “fundamentais para o transporte”, como o óleo diesel – cujos valores, de acordo com o Setrerj, foramreajustados “em 80%” -; além da renovação de itens como, por exemplo, pneus, e os salários dos rodoviários, objetos dedissídio coletivo. O sindicato afirma que tais prerrogativas contratuais não foram observadas pela Prefeitura de Niterói, que“congelou” a tarifa em 2019.

Subsídio

Em maio, a Prefeitura de Niterói anunciou o objetivo de reduzir o valor da passagem nas linhas municipais em 10%. Emmensagem enviada à Câmara Municipal de Vereadores, no final daquele mês, o prefeito Axel Grael (PDT) solicitouautorização para subsidiar parte da passagem na cidade. Com a medida, o valor da tarifa, que hoje é de R$ 4,45, cairia paraR$ 4. “Para obter o desconto na passagem, o cidadão precisará estar cadastrado no Bilhete Único de Niterói e o pagamentoserá feito por meio do cartão eletrônico”, informa a administração.

“Outra contrapartida prevista é o aumento da qualidade do serviço de transportes no município, no que diz respeito àpontualidade. As empresas se comprometeriam a ampliar ou, no mínimo, colocar a frota completa em circulação. APrefeitura pretende implantar o subsídio financeiro de até 30% do valor da tarifa técnica”.

Para o presidente do Setrerj, Márcio Coelho Barbosa, o pronunciamento do prefeito Axel, na última segunda-feira (18), naSala Nelson Pereira dos Santos, na abertura do Mês da Mobilidade, foi positiva porque reconhece que “precisamos preparara cidade para as demandas do transporte, já que as pessoas precisam ter acesso ao emprego, com o devido direito de ir e vir”.

“Só que existe aí uma contradição quando você pega a mensagem que o prefeito encaminhou para a Câmara. Ele [Axel]engessou as tarifas. O que a gente defende é que a prefeitura faça exatamente esse cálculo da tarifa técnica. Sãomecanismos que a prefeitura tem. A gente esperava que o trabalho da Coppe chegasse a esse resultado, que a genteespera para essa reunião de outubro, em que vão participar a prefeitura, os consórcios [empresas de ônibus] e o MinistérioPúblico”, disse Barbosa, referindo-se a uma nova audiência de conciliação na Justiça. Na última, em 26 de agosto, foideterminado ao município apresentar uma “proposta efetiva para solução” do impasse, sob pena de multa por “litigânciade má-fé”, como informa, em nota, o Setrerj.

Questionado sobre o fato de, ao se aumentar a tarifa para, pelo menos, R$ 6,11, poderia haver uma redução maior donúmero de passageiros utilizando ônibus em Niterói – já que a cidade tem distâncias curtas -, o empresário respondeu queo passageiro, sozinho, não pode ser “o único responsável pelo custeio do sistema de operação do transporte”.
“É importante a prefeitura ou o Estado assumirem parte desse encargo, em nome da mobilidade, do ir e vir e do emprego”,concluiu.

Em nota, a Procuradoria Geral do Município de Niterói informou que o projeto de lei para subsídio das passagens dependeda aprovação da Câmara, para que tenha andamento. Lembra ainda que o estudo de reequilíbrio econômico-financeiro dosetor de transporte, realizado pela UFRJ, foi anexado ao processo judicial.

“O Município e as empresas de ônibus discutem na Justiça o reajuste da tarifa pelo IPCA, como está previsto em contrato.Qualquer outra fórmula de reajuste teria que passar por um aditivo contratual”, pontua a gestão.

Câmara Municipal

Questionado sobre como estão os trâmites do subsídio às empresas de ônibus, o presidente da Câmara Municipal, MiltonCarlos Lopes, o Cal (PP), disse que a matéria, apreciada na Comissão de Orçamento e Finanças (COF), “está entrando napauta” da Casa.

O presidente da COF, Fabiano Gonçalves (Cidadania), destacou que o projeto de lei e o estudo da Coppe UFRJ já foramdistribuídos para a relatoria do vereador Andrigo de Carvalho (PDT), que os está analisando. Um parecer será apresentadona próxima reunião dos vereadores, a ser realizada na segunda-feira (25).

“A questão da correção pelo IPCA é um direito contratual. O que se discute é se o valor da passagem está condizendo como estudo da Coppe. A correção do valor atual, para R$ 5,14, é o acumulado da inflação; mas não se entrou no mérito daanálise da tarifa técnica”, observou Gonçalves.

Ainda de acordo com o vereador, a questão ainda será analisada, pormenorizadamente, segundo o estudo do equilíbrioeconômico do contrato apresentado pela UFRJ.

“É um estudo volumoso e a gente ainda teve pouco tempo. Acumulou com a Lei de Uso e Ocupação do Solo. Não podemosdiscutir tudo em uma semana. Trata-se de um problema que vem se arrastando desde 2012”, disse Fabiano, acrescentandoque o que está sendo proposto pela prefeitura é um subsídio de R$ 1,14, para que o cidadão que tenha o cartão depassagem – a ser colocado – tenha direito a duas passagens diárias.

Sintronac se manifesta

Em nota, o Sindicato dos Rodoviários de Niterói a Arraial do Cabo (Sintronac) disse que, embora tenha sido chamado paracontribuir com o estudo de equilíbrio econômico do transporte por ônibus em Niterói, quando apresentou 15 propostaspara melhorias no sistema, não recebeu ainda o resultado dele.

“Isso já foi, inclusive, informado ao Ministério Público, único órgão que, com o peso de sua autoridade em defesa dosinteresses da sociedade, tem obrigado a Prefeitura de Niterói e a Câmara de Vereadores do município a daremtransparência aos seus atos”, ressaltou o presidente da entidade, Rubens dos Santos Oliveira.

Para Rubens, o estabelecimento de um subsídio para as passagens é importante para reduzir o custo dos usuários eassegurar, ao menos em parte, a saúde financeira das empresas. Tal medida está, segundo ele, no conjunto de propostas doSintronac. Mas, para os trabalhadores, o subsídio “não terá efeito prático nenhum”.

“Na linguagem popular, é trocar seis por meia dúzia. O que interessa para a categoria é a reposição das perdas salariais euma negociação saudável com as companhias, para que os trabalhadores recebam um percentual de aumento real em suadata-base, que é 1º de novembro. A manutenção do valor das passagens, ainda que subsidiado, não altera isso. Assim, osrodoviários reivindicam que em todas as políticas públicas do setor, ocorra, por força de lei, em seus salários, a fixação dareposição inflacionária dos últimos 12 meses anteriores à data-base. A partir daí, as negociações em torno da ConvençãoColetiva de Trabalho passam a ser sobre um percentual de aumento real para a categoria”, sublinhou o sindicalista.

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Empresas de ônibus querem tarifa mais cara ou subsídio

O Fluminense, 20/09/2023

Impasse no transporte em Niteroi

Setrerj manifesta preocupação com perda de qualidade do serviço e envelhecimento da frota de ônibus

O Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro (Setrerj), reprisentando os consórcios Transoceânico e Transnit, manifestou ontem, através de nota, preocupação com a qualidade do serviço de transporte municipal em Niterói, devido à indefinição da Prefeitura em relação às dificuldades enfrentadas pelas empresas de ônibus. Segundo o sindicato, a Prefeitura já reconheceu publicomente, inclusive à Justiça e à Câmara de Vereadores, a defasagem na tarifa e o desequilíbrio financeiro do sistema, confirmando alertas feitos pelos consórcios sobre as dificuldades operacionais. O Setrerj ressalta que a qualidade do transporte está ligada à saúde financeira das empresas, e que o poder público tem a responsabilidade contratual de estabelecer uma tarifa técnica que equilibre as receitas e os custos, garantindo um serviço eficiente, mas sem aumento no preço das passagens por três anos as empresas não puderam investir, levando ao envelhecimento da frota e comprometendo a qualidade dos serviços prestados aos passageiros.

“A população não pode nem deve esperar mais. Devido ao desrespeito às regras contratuais quanto ao reajuste da tarifa, que permaneceu congelada por mais de três anos, as empresas perderam a capacidade de investimentos, o que levou ao envelhecimento da frota de ônibus. No consórcio Transnit, por exemplo, a idade média passou de quatro anos em 2012 para sete anos em 2022, comprometendo a qualidade do serviço”, diz trecho da nota. Segundo o Setrerj, o estudo da UFRJ, encomendado pela Prefeitura confirmou os prejuízos acumulados pelos consórcios nos últimos anos.

No entanto, o estudo não calculou a tarifa técnica, considerando apenas o reajuste pelo IPCA, o que desconsidera variações importantes nos custos, como o preço do diesel e a redução de passageiros pagantes devido à crise econômica. O caso foi parar na Justiça, onde ainda se arrasta, “A Prefeitura perde a oportunidade de restabelecer o equilíbrio financeiro do contrato de concessão ao não calcular a tarifa técnica, enquanto outras cidades adotaram uma tarifa pública com subsídios para melhorar seus sistemas de transporte. O Setrerj espera que a Prefeitura apresente uma proposta definitiva na audiência de conciliação em 3 de outubro, após ter sido determinado pela Justiça que aprisentas seuma solução efetiva para o impasse, sob pena de multa por litigância de má-fé”, diz ainda a nota do sindicato.

Resposta – A Prefeitura, através da Procuradoria Geral do Município de Niterói (PGM), informou que o Projeto de Lei para subsídio das passagens depende da aprovação da Câmara para que tenha andamento. Informou ainda que o estudo de reequilíbrio econômico-financeiro do setor de transporte, realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi anexado ao processo judicial e confirmou que no próximo dia 3 de outubro haverá nova audiência. Segundo a Prefeitura, o Município e as empresas de ônibus discutem na Justiça o reajuste da tarifa pelo IPCA, como está previsto em contrato e que qualquer outra fórmula de reajuste teria que passar por um aditivo contratual.

Memória – Em maio, a Prefeitura de Niterói informou em seu site que ao invés de aumentar, pretendia reduziro valor da passagem nas linhas municipais em 10%. Em mensagem enviada à Câmara Municipal de Vereadores, o prefeito Axel Grael solicitou autorização para subsidiar parte da passagem na cidade. Com a medida, o valor da tarifa, que hoje é de R$ 4,45 cairia para R$ 4. Para obter o desconto na passagem, o cidadão precisará estar cadastrado no Bilhete Único de Niterói e o pagamento será feito por meio do cartão eletrônico. Com a medida, o niteroiense não sentiria no bolso o custo de um aumento no preço das passagens, já que essa diferença seria paga de forma indireta através dos impostos já recolhidos.

Como cartão à mão, cada usuário teria direito a duas passagens com o preço reduzido por dia, já que um estudo encomendado pela Prefeitura indica que essa quantidade de viagens diárias atenderia a 91% do público que utiliza ônibus na cidade.

Sest Senat comemora 30 anos

Em 14 de setembro de 1993, o Diário Oficial da União trouxe uma ótima notícia para os transportadores: a criação do SEST (Serviço Social do Transporte) e do SENAT (Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte), na forma da lei nº 8.706/1993. A legislação foi fruto de uma longa batalha do setor, que percebia a importância de uma rede de proteção aos trabalhadores mais alinhada às necessidades dos segmentos de cargas e passageiros.

“O trabalho desenvolvido pelo SEST SENAT tem sido decisivo para melhorar a qualidade de vida de milhões de trabalhadores e disponibilizar para o transporte brasileiro mão de obra preparada e especializada. Nossas unidades acolhem, ainda, as famílias dos profissionais, promovendo eventos desportivos e oportunidades de confraternização. São ações que impactam positivamente as comunidades, sobretudo aquelas com pouco acesso a equipamentos públicos”, ressalta Vander Costa, presidente do Sistema Transporte.

À época da tramitação do projeto de lei, proposto pelo deputado federal Denisar Arneiro, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) manteve diálogo direto com os empresários e buscou sensibilizar o Congresso, que reconheceu a aptidão do SEST SENAT para se tornar mais um “S” na constelação das instituições do serviço social autônomo – o Sistema S. Nesse momento, foi decisivo o empenho do então presidente da CNT, Clésio Andrade.

“Tenho muito orgulho de ser o fundador do SEST SENAT, um sonho consolidado em três décadas de muito trabalho e muita dedicação. O SEST SENAT é uma grande conquista dos trabalhadores e de todo o setor transportador. É, também, uma inspiração para a sociedade ao demonstrar que a capacitação profissional e a assistência social são suportes para o desenvolvimento do mercado de trabalho e da economia brasileira. Vida longa ao SEST SENAT, patrimônio do setor transportador e de todos os brasileiros!”, comemora Clésio Andrade, que também foi senador da República e vice-governador de Minas Gerais.

Ao longo desses 30 anos, o SEST SENAT alcançou grandes números que refletem uma jornada de desenvolvimento, cuidado e apoio aos profissionais que movem o Brasil. Ao todo, foram mais de 181 milhões de atendimentos de saúde e matrículas em qualificações profissionais. Cada número representa uma vida impactada, um sonho alcançado e uma pessoa fortalecida.

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Subsídio das passagens de ônibus: estudo da UFRJ é enviado à Câmara de Niterói

O Globo, 02/09/23

Um dos entraves para o avanço na tramitação do PL que cria um subsídio financeiro para custear a tarifa de ônibus em Niterói, encaminhado pela prefeitura à Câmara no dia 31 de maio, pode ter avançado na última semana. Mesmo favoráveis a um subsídio, vereadores da oposição vinham alegando que não havia um estudo de equilíbrio econômico-financeiro e de sustentabilidade dos contratos de concessão do serviço público. Na quinta-feira, a administração municipal enviou aos parlamentares esse estudo, feito pela Coppe/UFRJ.

O Presidente do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários (Setrerj), Márcio Barbosa afirma que todos os balanços financeiros foram encaminhados para o estudo da Coppe. No entanto, critica a forma que a prefeitura propõe para corrigir a tarifa, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Em nota, a prefeitura diz que “o município e as empresas de ônibus discutem na Justiça o reajuste da tarifa pelo IPCA, como está previsto em contrato. Qualquer outra fórmula de reajuste teria que passar por um aditivo contratual”.

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TST lança cartilha de prevenção ao assédio moral e sexual

Embora seja um assunto amplamente comentado, muitas pessoas desconhecem ou têm uma compreensão parcial ou equivocada sobre o que é assédio moral e sexual.

Esta publicação se propõe a conscientizar o leitor sobre o tema, a partir de diferentes perspectivas. Com exemplos práticos, são indicadas situações que configuram assédio moral e assédio sexual, com a indição de possíveis causas e consequências desses dois tipos de condutas. Também são apresentadas medidas para prevenir e combater o assédio moral e o assédio sexual, de forma a tornar o ambiente de trabalho mais positivo.

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Viação Mauá: Projeto Aula Passeio

Alunos do Ernani Faria participam de “Aula Passeio”

Jovens visitam empresa de transportes e aprendem sobre formação profissional

Alunos do 9º ano da Escola Municipal Ernani Faria, no bairro Neves, participaram nesta terça-feira (15) do Projeto Aula Passeio. A atividade é organizada pela Secretaria Municipal de Transportes da Prefeitura de São Gonçalo, em parceria com as empresas de transporte coletivo. A ideia é ensinar aos alunos que eles podem e devem colaborar com a conservação dos ônibus e as profissões que envolvem o serviço.

Os alunos, acompanhados pelos funcionários, visitam cada setor e aprendem como é feito todo o processo de manutenção dos coletivos. Lavagem, pintura, serviços de borracharia, mecânica, troca de peças e até a limpeza interna do veículos. Cada setor tem extrema importância para que os coletivos ofereçam um serviço de qualidade para a população.

Muitos alunos saem dali, até mesmo, com a esperança do primeiro emprego, já que a empresa tem o programa Jovem Aprendiz. Em todos os setores, é possível ouvir histórias de funcionários que iniciaram como estagiário e foram efetivados nas vagas.

“Nós queremos incentivar os alunos porque eles fazem parte do grupo que ajuda a preservar os coletivos. Existe também a questão da oportunidade e da conscientização. Nesse passeio eles podem ver a quantidade de profissionais que estão por trás fazendo com que os ônibus cheguem limpos e em perfeito estado nas ruas”, disse o secretário de Transportes, Fabio Lemos.

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IBGC disponibiliza Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa

A 6° edição do Código das melhores práticas de governança corporativa mostra-se um instrumento de consulta e referência para organizações de diferentes portes, setores, naturezas jurídicas e níveis de maturidade, visando contemplar todas as transformações da sociedade.

Acesse aqui.

Parabéns pelo Dia do Rodoviário!

Hoje, 25 de julho, estamos comemorando o Dia do Rodoviário! O Setrerj presta uma merecida homenagem aos profissionais que diariamente conduzem nossa jornada com segurança, conforto e dedicação. São vocês, motoristas e cobradores, que transformam cada viagem e tornam nossos deslocamentos possíveis.

Faça chuva ou faça sol, nas curvas desafiadoras ou nas retas tranquilas, vocês mantêm o compromisso de nos levar ao nosso destino com zelo e competência, com os corações repletos de responsabilidade. A cada partida e chegada, a cada parada no caminho, agradecemos a dedicação e o esforço que colocam em cada detalhe para que nossa jornada seja segura e agradável.

Hoje, mais do que nunca, reconhecemos e agradecemos o papel fundamental que desempenham na sociedade. A vocês, rodoviários, nosso respeito, admiração e gratidão. Seu trabalho é essencial e incansável, e sem vocês, nossos destinos estariam distantes e nossas vidas seriam menos conectadas.

O Sest Senat de Portas Abertas 2023 está chegando e será um sucesso

Já marque na sua agenda!!

Anota aí! Dia 22/07 de 09h às 15h estaremos de portas abertas aguardando vocês! Convidamos os profissionais do transporte, suas famílias e público em geral para celebrar conosco o Dia do Motorista! A programação está recheada de atividades de cuidado com a saúde, esporte, lazer, cultura, cidadania e educação/desenvolvimento profissional para toda a família!

Estamos esperando vocês, viu?!

SEST SENAT São Gonçalo abre inscrições para o cursos técnicos

O SEST SENAT unidade de São Gonçalo/RJ abriu as inscrições para o Curso Técnico em Segurança do Trabalho e Técnico em Logística.

📌Acesse aqui o link para realizar a leitura do edital.

📌Para fazer a inscrição acesse o link.

👔Trabalhadores do setor de transporte: GRATUITO

💳Valores para o público geral:
🚛Logistica: 12x de R$199,00
🦺Técnico de Segurança do Trabalho: 18x de R$165,00

Início das aulas em 31/07/2023 Segunda a Sexta-feira, sendo sexta na modalidade EAD.
Período: Noturno
Horário: 18h às 21:40h

📍Mais informações:
☎️(21) 2702-8502/8504
📱(61) 2017-0073 – Whatsapp

Coesa integrada à comunidade

A Coesa Transportes recebeu no dia 12/05/2023, a visita de crianças do ensino infantil do bairro Itaúna em São Gonçalo, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer como é a estrutura de uma empresa de ônibus, seu funcionamento interno e ainda aprenderam sobre a importância de cada profissional da empresa para manutenção e operação de nossa frota.

A tecnologia como aliada para promover mais integridade e transparência nas empresas

Redação LEC

O mundo mudou… E o mercado também. Os graves casos de fraude e escândalos de corrupção que se tornaram públicos no Brasil nos últimos anos fizeram com que a transparência e a integridade se estabelecessem como valores imprescindíveis para as empresas. Além do crime previsto em lei, esses atos ilícitos mancham a reputação das organizações, afastando clientes, parceiros, fornecedores e demais stakeholders. Diante disso, o investimento em programas de compliance é fundamental para garantir não só a relevância, como também a sustentabilidade do negócio.

Sabe-se que a tecnologia é fundamental para dar mais celeridade e segurança às atividades corporativas e em relação à área de compliance, isso não é diferente. Ao automatizar os processos do setor, as tarefas que antes eram realizadas pelo profissional de compliance de forma manual são otimizadas e, consequentemente, ele ganha mais tempo para identificar possíveis riscos e fazer a gestão de compliance de maneira mais estratégica. Além disso, com a automação também é reduzida a chance de erros humanos durante os processos.

A ferramenta clickCompliance, por exemplo, usa a tecnologia para disponibilizar soluções de aperfeiçoamento dos processos de compliance das empresas, por meio de módulos independentes e personalizados. Atualmente, são oferecidos sete diferentes módulos, que podem ser escolhidos pela empresa de acordo com as suas demandas individuais. Com a ferramenta, as organizações ficam em conformidade com as mais diversas normas brasileiras, como a Lei Geral de Proteção de Dados, a Lei Anticorrupção e a Lei nº 14.457/2022, que institui o Programa Emprega + Mulheres.

“A implementação de programas de compliance é fundamental para garantir a conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis e para proteger a imagem da empresa. Além disso, as empresas que adotam práticas de compliance estão mais preparadas para lidar com questões éticas e legais, aumentando a transparência e a confiança dos stakeholders. Entendemos a importância deste setor, por isso, queremos ser uma das líderes do mercado de compliance no Brasil, oferecendo mais praticidade aos nossos clientes e abusando de recursos tecnológicos e inovadores”, afirma Marcelo Erthal, CEO do clickCompliance.

Dentre os módulos oferecidos, o de Governança de Documentos facilita a gestão das políticas corporativas ao automatizar processos do dia a dia, como o controle de aceites, validade dos documentos, prazos, revisões, entre outras possibilidades. Já o módulo Treinamentos de Compliance tem objetivo de capacitar os colaboradores em diferentes temas, como conduta no ambiente de trabalho, ESG, fraudes e crimes financeiros, relacionamento com terceiros, diversidade e inclusão, dentre outros assuntos, por meio de vídeos animados disponíveis em uma plataforma intuitiva e dinâmica.

Os módulos Canal de Denúncias e Canal de Privacidade funcionam de maneira semelhante, mas possuem finalidades distintas. Enquanto o primeiro contribui para que o ambiente de trabalho seja mais saudável e ético, o segundo ajuda as empresas a estarem em conformidade com a Lei nº 13.709/2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), visto que funciona como uma verdadeira ponte de comunicação entre os titulares dos dados e a organização.

O Compliance Bot combina o melhor da tecnologia e do programa de Compliance da empresa para oferecer um atendimento seguro e de qualidade para os funcionários, possibilitando que eles tirem dúvidas de forma impessoal e anônima. O módulo Regulatório, por sua vez, ajuda o profissional de compliance a fazer a gestão das políticas e normas internas da empresa. Por fim, o módulo Processos de Compliance automatiza a gestão dos processos de compliance e com ele é possível fazer a coleta de informações para mapear os principais riscos das empresas.

“Nós acreditamos que a conformidade deve ser acessível e fácil para todas as empresas, independentemente do tamanho ou setor. Em 2022, dobramos o número de clientes em nossa carteira, o que demonstra a eficácia e a qualidade do nosso trabalho”, completa o CEO do clickCompliance.

Ao longo dos 06 anos de atuação, o clickCompliance foi reconhecido por importantes instituições do mercado e conquistou diversos prêmios. Dentre eles, destacam-se Microsoft Preferred Solution, prêmio 100 Open Startups, prêmio COMET Competition, prêmio Distrito Awards, finalista prêmio PYME, Startup Acelerada Inovativa, prêmio Tecnologia em Startup pela Associação Comercial do Rio de Janeiro. “Para 2023, estamos confiantes de que manteremos esse crescimento e continuaremos a ajudar cada vez mais empresas a alcançarem a conformidade com tranquilidade”, finaliza Marcelo.

Fonte:  Blog LEC

Niterói vai priorizar carro elétrico

Por Vítor d’Avila, A Trubuna, 21/03/23

Editais lançados a partir de hoje deverão priorizar uso de eletrifcados

A administração pública de Niterói, a partir de agora, vai priorizar a aquisição de automóveis elétricos para atender às suas necessidades. Na edição de hoje (21) do Diário Ofcial do Município, foi publicado decreto criando a política de estímulo ao uso de carro elétrico na administração pública municipal.

Dessa forma, nos contratos administrativos celebrados pela administração pública municipal, direta ou indireta, nos quais houver previsão de uso de veículos, deverá ser utilizado, prioritariamente, carros elétricos, movidos exclusivamente por motor à bateria. As condições deverão constar tanto nos editais quanto estudos técnicos.

O Município justifcou a medida afrmando que há a necessidade de estimular o uso de novas tecnologias mais sustentáveis. Os objetivos da criação da política de estímulo ao uso de carro elétrico são a proteção integral ao meio ambiente e princípio da efciência, que, ainda segundo o Município, deve nortear as ações do Poder Público.

A medida será válida para editais sejam celebrados após a publicação do decreto. Há possibilidade de exceções quando, por exemplo, não houver veículo elétrico com as características necessárias para o tipo de uso, bem como quando não for recomendável tal tipo de uso por razões técnicas ou logísticas.

Um dos primeiros carros elétricos a ser incorporado à frota do Município de Niterói é um Caoa Chery iCar. É um modelo compacto urbano 100% elétrico. Possui autonomia de 197 km (PBEV 2023) e baterias recarregadas em 36 minutos aproximadamente, em carregamento rápido. O veículo estará a serviço da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconser).

Ônibus elétricos voltam à pauta

Após os testes e a consulta pública realizados no fnal de 2021, o Município de Niterói voltou a planejar a implantação de ônibus elétricos. Fontes ligadas ao governo afrmam que a manutenção de veículo desse tipo é até 70% mais barata do que a de um ônibus convencional. Dessa forma, é estudada a hipótese de diminuir o custo para as empresas que operam no sistema, o que poderia congelar o valor da passagem, atualmente em R$ 4,45, por até 5 anos.

A aquisição, junto à empresa BYD, que utiliza tecnologia chinesa, deverá ser feita por meio de um consórcio formado por nove cidades. Os municípios buscam, junto ao Ministério da Fazenda, diminuir em cerca de 35% o imposto sobre a importação da tecnologia. A BYD, atualmente, possui a capacidade para produzir 15 ônibus por ano. Existe a expectativa de que, até o ano que vem, a frota municipal conte com até 40 ônibus elétricos. Desse modo, o fnanciamento feito pelos municípios faria com que a montadora ampliasse sua capacidade.

Infraestrutura

A administração pública municipal poderá tomar medidas de apoios necessárias para providenciar infraestrutura de recarga para os carros elétricos, podendo ainda eleger locais para instalação de pontos de recarga para estimular o uso dos veículos elétricos, levando em consideração as normas técnicas vigentes. A política de estímulo ainda prevê que órgãos públicos, na medida de suas competências, adotarão medidas para incentivo ao uso de veículos elétricos, tais como divulgação de pontos de recarga e criação de vagas de estacionamento preferenciais.

Parceria com a UFF em estudo

Em dezembro do ano passado, o secretário Municipal do Clima, Luciano Paez, visitou o Laboratório de Mobilidade Elétrica (EMOBIL) da Universidade Federal Fluminense (UFF), na Praia Vermelha, onde foi recebido por membros da equipe Faraday E-Racing. O grupo se sagrou vice-campeão do Fórmula Sociedade de Engenharia Automobilística (SAE), competição disputada em Piracicaba (SP) e que consagra projetos nacionais inovadores na área.

No ano passado, os alunos de Niterói projetaram e construíram um carro elétrico movido a baterias de lítio. Pesando 230 quilos e composto por chapas de metal, tubos, muitos fos e conectores, o veículo se destacou em diversos quesitos. O secretário Luciano Paez afrmou, na ocasião, que está estudando formas de estabelecer uma parceria com os alunos da equipe Faraday.

“A Prefeitura de Niterói vem apoiando movimentos ligados à energia sustentável como ocorre, por exemplo, no Desafo Solar Brasil (DSB), tradicional rali de barcos movidos à energia solar. Estamos sempre preocupados em estimular o desenvolvimento de tecnologias limpas. E agora, com essa iniciativa de alunos da UFF, que tão bem representam Niterói, não seria diferente. Já estamos estudando maneiras de apoiar esse projeto” afrmou.

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População gonçalense opina sobre transporte coletivo

Aplicativo Colab tem consulta que integra o Plano de Mobilidade Urbana

A população de São Gonçalo pode continuar opinando sobre transporte coletivo através do aplicativo Colab. A partir desta segunda-feira (20) , estará disponível a segunda etapa da consulta pública ‘Colabore com a sua opinião sobre transporte coletivo’, que integra o Plano de Mobilidade Urbana de São Gonçalo.

A consulta é realizada com foco na melhoria das ações relacionadas aos deslocamentos utilizando transporte coletivo pela cidade, para compreender melhor os hábitos do gonçalense.

A iniciativa da consulta é uma realização da Secretaria de Gestão Integrada e Projetos Especiais de São Gonçalo (Semgipe), com a empresa ganhadora do certame para elaboração do Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob).

Neste mês de março, três pesquisas sobre transporte coletivo poderão ser respondidas pelo Colab. A primeira pesquisa sobre transporte coletivo foi disponibilizada no dia 13; a segunda estará disponível no dia 20 e a terceira, no dia 27.

Em poucos minutos, a população pode colaborar com um tema fundamental para o desenvolvimento da qualidade de vida dos munícipes, com um plano de mobilidade efetivo e planejamento de ações que irão pautar os investimentos que a cidade precisa nesta área para os próximos anos.

Autor: Ascom
Fonte: Ascom

Leia o original aqui.

Prêmio Compliance do Grupo Guanabara: N. S. do Amparo é premiada em várias categorias

Aconteceu no Rio de Janeiro a primeira edição do Prêmio Compliance do Grupo Guanabara que premiou empresas, sócios e representantes de Compliance que mais se destacaram desde sua implantação em 2019, na categoria principal: Empresa Compliance e 4 subcategorias, sendo: Inovação, Inspiração, Qualificação, Revelação.

Com muita alegria e orgulho que venho informar a todos que a Viação N. S. do Amparo ficou em 2º lugar na categoria principal – EMPRESA COMPLIANCE.

Em fevereiro de 2020 a Empresa iniciou a sua jornada no Programa de Compliance do grupo e nesses três anos superamos muitos desafios e inovamos em várias frentes. Mas o resultado está aí, a VIAÇÃO NOSSA SENHORA DO AMPARO é a segunda empresa em Compliance em uma holding de mais de 80 empresas com vários tipos de operações.

O prêmio é nosso, é de todos da família Viação Nossa Senhora do Amparo. Cada colaborador, cada parceiro tem as suas digitais nesse prêmio.

Muito orgulho dessa grande família e equipe!

 Vamos celebrar essa conquista e desde já começar a trabalhar para a sermos a primeira em Compliance na próxima premiação!

Ainda tivemos as seguintes premiações: 1º lugar Inspiração e 2º lugar Qualificação.

Audiência Pública discute soluções para o Plano de Mobilidade de Maricá

Equipe da Secretaria de Urbanismo apresentou diagnóstico sobre o tema e recebeu sugestões de moradores da cidade

A Prefeitura de Maricá realizou na quinta-feira (09/02) a segunda audiência pública do Plano de Mobilidade Urbana do município. A reunião teve a participação de cerca de 100 pessoas, que acompanharam as discussões presencialmente no auditório do Banco Mumbuca. Evento também foi transmitido online pelo Youtube do Plano de Mobilidade.

O objetivo da audiência foi apresentar o diagnóstico feito pela Secretaria de Urbanismo para orientar cenários futuros e também para esclarecer moradores sobre os principais itens que devem ser incluídos no documento final para melhorar a mobilidade urbana do município. Na próxima reunião, prevista para início de abril, serão apresentadas as propostas sugeridas.

Um dos assuntos discutidos foi sobre o crescimento populacional de Maricá, a partir da avaliação preliminar do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), que irá impactar de modo direto no sistema viário e a mobilidade da cidade. Além disso, também foi feita análise do carregamento da rede viária atual, como os pontos mais graves de grande circulação das vias em determinados horários.

O levantamento apresentado pelo Urbanismo apontou que os principais gargalos ficam na Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), que corta o município, no acesso a Itaipuaçu e na rotatória da Mumbuca, região central.

Uma das ideias propostas é a criação de uma alternativa viária para desafogar o fluxo de veículos da RJ-106, além de soluções para o Centro. Os moradores abordaram questões que devem ser solucionadas para melhorar a mobilidade, entre elas redutores de velocidade na Rua Van Lerbergue (via do Centro Administrativo da Prefeitura em Itaipuaçu), manutenção regular das ruas de Itaipuaçu; intervalo menor dos ônibus municipais em Santa Paula e Jacaroá; padronização e nivelamento das calçadas; aumento de ciclovias; campanhas de educação no trânsito para orientar condutores sobre preferências na rotatória da Mumbuca e nos cruzamentos, principalmente em Itaipuaçu onde já foram registrados acidentes.

O secretário de Urbanismo, Celso Cabral, destacou que com o crescimento populacional novas alternativas para o trânsito precisam ser pensadas, incluindo o período escolar, os grandes eventos e os períodos de chuvas intensas, como as registradas no dia 07/02. “Precisamos de demandas que atendam de fato as necessidades da cidade. Vamos avaliar quais intervenções devem ser feitas para melhorar a circulação. Por isso, é fundamental a participação dos moradores para que o documento final contemple as reais necessidades e funcione como ponto de partida para a promoção de melhorias que trarão mais segurança e acessibilidade para o trânsito, transporte e deslocamento”, afirmou o secretário.

A audiência pública contou com representantes das secretarias de Transporte e de Trânsito e Engenharia Viária; das autarquias de Serviços de Obras de Maricá (Somar), Empresa Pública de Transportes (EPT) e Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar).

Plano de Mobilidade

O Plano de Mobilidade é um instrumento de planejamento e gestão que tem o objetivo de melhorar as condições de deslocamento intra e intermunicipal e do acesso amplo aos bens e serviços, priorizando o transporte coletivo e o não motorizado. Ele propõe um conjunto de diretrizes e propostas de ações que conduzam à modernização das infraestruturas e sistemas de transportes, de modo integrado aos instrumentos legais, como o Plano Diretor.

Ao todo, foram aplicados dez questionários para 4.387 moradores de Maricá, entre os meses de abril e julho, com o objetivo de produzir informações necessárias para o diagnóstico do cenário atual da mobilidade urbana, além de simular cenários alternativos e subsídios para o planejamento da mobilidade a curto, médio e longo prazo.

RioCard Mais lança app que dispensa cartão físico e permite pagar via celular

Cartão Digital pode ser utilizado nos principais meios de transporte público que já têm tecnologia NFC. APP oferece ainda compra e ativação de recargas no próprio aparelho 

Pioneira na bilhetagem eletrônica no Brasil, a Riocard Mais dá continuidade à sua transformação digital e lança a nova versão de seu aplicativo que permite o pagamento no transporte público somente com o celular e sem a utilização do tradicional cartão físico dos modelos Expresso (rosinha) e Vale-Transporte (laranjinha). Inovadora, a tecnologia possibilita ainda a ativação imediata no próprio celular dos créditos de transporte adquiridos, garantindo mais autonomia no planejamento das viagens para os mais de 5 milhões de clientes em todo o Estado do Rio. O novo serviço, assim, torna mais ágil o acesso a todos os meios de transporte coletivo com os cartões Riocard Mais, como ônibus de linhas municipais e intermunicipais, metrô, trens, vans autorizadas, sistema BRT e VLT.

O uso do Cartão Digital é simples e rápido. O cliente deve ter um telefone com a tecnologia NFC, que viabiliza o pagamento por aproximação e é a condição essencial para que ocorra a comunicação entre o equipamento e o validador do meio de transporte, que também deve possuir leitor de NFC. Com o novo aplicativo já instalado no celular, basta gerar um novo cartão em formato digital. A criação de um PIN garante a segurança, com a opção de habilitar o acesso por autenticação biométrica. Vale lembrar que não é preciso estar conectado à internet para pagar a tarifa de transporte: é só aproximar a tela do celular no validador com a nova tecnologia, uma vez que as informações relativas à passagem já foram geradas. Pelo aplicativo Moovit, é possível verificar os modos de transporte já equipados com a tecnologia NFC.

“É uma tecnologia nova, pronta para ser utilizada em todos os meios de transporte que têm validadores com leitor de NFC. É um meio de pagamento com boa perspectiva de crescimento e que era aguardado pelos passageiros. É o primeiro cartão digital do Brasil com caráter multimodal, sendo aceito na Região Metropolitana em ônibus de linhas municipais e intermunicipais, metrô, trens, vans legalizadas, sistema BRT e, brevemente, no VLT”, explica Melissa Sartori, gerente de Marketing da Riocard Mais.

Alerta de saldo

Mais moderno e seguro, o novo aplicativo traz em um só canal digital todos os serviços que estavam disponíveis nos apps Cartão Digital + Valida Mais e Riocard Mais, instalados em mais de 2,3 milhões de aparelhos, que serão desativados ou atualizados gradualmente com a migração dos clientes para o novo produto. O app apresenta nova identidade visual, com mais atalhos de visualização das funcionalidades disponíveis. Uma das novidades é a função “Alerta de saldo”, que envia ao cliente uma notificação quando o valor contido no cartão estiver abaixo de R$ 25, facilitando a programação de novas recargas.

O App da Riocard Mais traz ainda produtos e serviços já aprovados pelos clientes, como a possibilidade de acompanhar o saldo e o extrato dos cartões já cadastrados, dando total transparência à utilização dos créditos de transporte. E o controle pode ser realizado em  mais de um cartão por meio da funcionalidade “Meus cartões Riocard Mais”, permitindo a gestão de cartões de familiares ou colaboradores para recarregar de forma mais rápida e prática. Há ainda a opção “Meus pedidos”, para a consulta de todas as recargas adquiridas até a validação. Em caso de dúvidas, basta acessar a função “Me chame no Whatsapp”, para acessar o Tomais, o assistente virtual da Riocard Mais, que também está disponível pelo número (21) 2127-4000.

– Nosso objetivo é transformar o aplicativo no principal canal da empresa com os nossos clientes. Com a fusão dos aplicativos, reunimos todos os serviços disponíveis e passamos a oferecer novas funcionalidades em um aplicativo moderno, com um design atraente e com maior usabilidade. O pagamento por aproximação com a tecnologia NFC é uma tendência mundial e uma novidade no setor de transporte público, que já incorporamos à rede de produtos e serviços da Riocard Mais – conta Melissa Sartori, gerente de Marketing da Riocard Mais.

Pagamento por PIX

As facilidades não param por aí. A recarga de créditos de transporte pelo aplicativo foi um ponto que recebeu a atenção dos desenvolvedores do novo produto. Agora, o pagamento por PIX se junta às opções de utilização de cartões de débito e crédito, tornando ainda mais fácil e rápida a compra de passagens por parte dos clientes. A segurança está garantida com o uso da autenticação biométrica, incorporada às novas funcionalidades. Após adquirir os créditos para os cartões físicos, basta acessar a opção “Validar recarga” (possibilita ainda a consulta de saldo em tempo real do cartão físico). O serviço de pagamento por PIX está disponível tanto para os cartões físicos do tipo Expresso ou Vale-Transporte como para o novo Cartão Digital. Em 2022, o crescimento do novo modelo de pagamento no sistema Riocard Mais tem sido, em média, de 27% ao mês, totalizando mais de 2,3 milhões de transações até agora.

– Buscamos sempre a melhor experiência para o nosso cliente. Agora, podemos oferecer os principais serviços na palma da mão, ao alcance do celular, em um único aplicativo. Evoluímos para facilitar e simplificar a experiência no sistema Riocard Mais – afirma Melissa Sartori, lembrando que o novo aplicativo pode ser baixado gratuitamente tanto para o sistema Android como para o sistema Ios (Iphone).

A Riocard Mais

A Riocard Mais é a maior empresa de bilhetagem eletrônica do país, sendo referência internacional. O cartão é multimodal, aceito em todos os meios de transporte público e integra mais de 70 cidades no Estado do Rio de Janeiro. Ao todo, são mais de 5 milhões de cartões ativos e, por mês, são realizadas cerca de 130 milhões de transações eletrônicas. A empresa disponibiliza ampla rede de atendimento aos clientes por meio de redes sociais, central telefônica, 20 lojas físicas, mais de 300 máquinas de autoatendimento e mais de 900 pontos de recarga em todo o Estado.

O transporte público para além da tarifa zero, por Rodrigo Tortoriello

Interesse coletivo exige um debate urgente, amplo e técnico


Transporte público no Brasil passa pela maior crise de sua história (Roberto Parizotti/Fotos Públicas)

Por Rodrigo Tortoriello*

A tarifa zero no transporte público ganhou um significativo espaço nos meios de comunicação nos últimos meses de 2022, mas a discussão sobre formas de financiamento e custeio não é recente no Brasil. Lá se vão 30 anos quando a então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, trouxe o tema para o debate, retomado agora em diferentes esferas. Durante esse período, o assunto não amadureceu tão rapidamente quanto nos dois últimos anos e, talvez, a pandemia da covid-19 tenha deixado como legado o reconhecimento da essencialidade dos transportes públicos no nosso cotidiano.

Entretanto, mais importante que definir a ausência de cobrança da tarifa é debater o conceito e os motivos pelos quais se pensa em adotar tal política pública. É importante abordar a questão de uma forma mais ampla, analisando o tema sem tratar apenas do valor cobrado pelo transporte. A urbanização e a atração que a vida nas cidades exerceu sobre o homem do campo fizeram com que mais e mais pessoas migrassem para as áreas urbanas. A falta de planejamento e até mesmo os programas de moradia para a população de rendas mais baixas privilegiaram a ocupação em áreas mais distantes dos centros de ofertas de empregos e serviços públicos.

O transporte público é uma atividade meio, ninguém consome transporte por consumir. As pessoas se deslocam para chegar a um posto de saúde, a uma escola, ao trabalho e – por que não? – às atividades de lazer. Assim, é de fundamental importância que o transporte esteja acessível tanto do ponto de vista de preços como de disponibilidade dos serviços. Um transporte caro e pouco acessível à população cria uma cidade desigual. Quem mora longe fica menos competitivo no que se refere às oportunidades de emprego e tem menos acesso aos serviços de saúde e educação oferecidos pelo governo, construídos também com os impostos pagos por aqueles que moram mais distante. Tornar o transporte mais acessível a todos é, portanto, um processo de real democratização do acesso à cidade.

Para além dos benefícios diretos, a maior utilização dos serviços de transporte público e uma redução nas viagens por transporte individual trazem outros resultados de enorme impacto positivo para a sociedade, em um ciclo virtuoso. Um exemplo claro: a redução dos veículos em circulação melhora os índices de poluição e, com isso, há redução das doenças respiratórias na população – e o resultado alivia as despesas com o sistema público de saúde. O mesmo raciocínio pode ser adotado com relação aos acidentes de trânsito, que tendem a diminuir com o menor uso do transporte individual.

Há ainda outros custos associados que podem ser reduzidos, como as ampliações do sistema viário, concebidas quase que exclusivamente para atender ao transporte individual. Uma outra forma de financiar o sistema são as receitas não tarifárias advindas dos meios de transporte individuais motorizados, medida que por si só poderia arcar com o custeio do transporte coletivo em diversas cidades de médio e grande portes no Brasil.

É correto dizer que a economia gerada com o incremento da utilização dos transportes públicos já justificaria o debate sobre o custeio das tarifas. Cabe acrescentar a injustiça do modelo tarifário praticado, em que o custo recai somente sobre os pagantes. Na época dos reajustes tarifários, os aumentos de preço dos insumos de transporte pesam somente na conta do passageiro, sem que se discuta como esse serviço público de caráter essencial para a população pode e deve ser financiado pelo poder concedente, que precisa ser enxergado como principal responsável (gestor, financiador e fiscalizador) do transporte público, assegurando ao cidadão um de seus direitos fundamentais.

A discussão exige, também, que se leve em conta o momento do setor. O transporte público no Brasil passa pela maior crise de sua história. No caso específico do Rio de Janeiro, o quadro é ainda mais grave. A crise atingiu todos os modais de maneira muito severa, e o cidadão sente no dia a dia a degradação dos serviços de ônibus e BRT. O elevado preço pago no metrô afugenta a demanda, a Supervia está em recuperação judicial – e a degradação do serviço é visível – e o operador das barcas esteve prestes a devolver a concessão ao Estado. É mais do que necessário que operadores e poder concedente façam um pacto pela sobrevivência do sistema de mobilidade urbana do Estado do Rio de Janeiro.

E é justamente nesse momento, em que a crise abre uma janela de oportunidades para a retomada do sistema público de transportes, que a Semove – entidade que reúne as empresas de mobilidade do Estado do Rio de Janeiro (ex-Fetranspor) – assume o desafio de contribuir com o debate público sobre a mobilidade da população fluminense, atuando como aliada em busca de uma solução com base em critérios técnicos, de transparência e de governança que o mundo de hoje exige.

*Rodrigo Tortoriello é vice-presidente de Relações Institucionais da Semove

Fonte: Exame. Veja o original aqui.

Grupo Santo Antônio distribui presentes a colaboradores

No dia 12 de dezembro foram distribuídos os presentes de Natal para os colaboradores do Grupo Santo Antônio, aguardado por muitos no final de ano, pois já faz parte de uma tradição. Além do presente, aconteceu também o sorteio de brindes para motoristas, cobradores, despachantes e fiscais.

O Grupo Santo Antônio deseja a todos um final de ano repleto de saúde, amor e paz!

CNT lança publicação inédita que aborda soluções e desafios da mobilidade urbana

Mobility as a Service (MaaS) é o tema do informe Transporte em Foco divulgado dia 6 de dezembro, que apresenta para o transportador uma nova proposta para facilitar o deslocamento de pessoas, especialmente nos centros urbanos

Por Agência CNT Transporte Atual

Novos formatos e soluções tecnológicas para a mobilidade urbana têm sido desenvolvidos nos últimos tempos, com o objetivo de proporcionar cada vez mais ganhos em eficiência e agilidade para os usuários e operadores. Para difundir o conhecimento e ampliar o debate a esse respeito, a Confederação Nacional do Transporte lançou, nesta terça-feira, 06, a publicação Mobility as a Service (MaaS). O documento apresenta ao transportador esse conceito – que significa “mobilidade como um serviço” –, os benefícios esperados da sua adoção e os desafios enfrentados para sua implementação no cenário brasileiro.

O informe da CNT aborda ainda a atual situação dos deslocamentos em meio urbano, sobretudo nos grandes centros. A ausência de priorização do transporte público quanto a investimentos e gestão do tráfego tem impactado negativamente a sua atratividade, fato que gera perda de passageiros ao longo dos anos e afeta a viabilidade do setor. Tal situação se agravou com o advento da pandemia da covid-19. Nesse contexto, as discussões a respeito do MaaS foram ampliadas, ganhando relevância.

O Mobility as a Service destina-se a facilitar a integração entre os modos de transporte disponíveis na cidade, sejam eles públicos ou privados, individuais ou coletivos, não motorizados ou motorizados. Essa integração se dá de três formas: física, quando diferentes modalidades estão próximas ou integradas em uma estação; tarifária, por meio de tarifa e bilhete únicos; e de informações, como no caso dos aplicativos que informam os horários de diferentes modos de transporte.

Assim, importa que as linhas e serviços dos diferentes modos sejam pensados como partes de um mesmo sistema. Por outro lado, o planejamento e a realização da viagem, desde a origem até o destino, devem ser percebidos pelos passageiros como uma experiência integrada e única, considerando os pontos de embarque/desembarque, a tarifa, o bilhete e a informação disponível – mesmo que utilizem diferentes modos.

O conceito de MaaS foi registrado pela primeira vez em grande escala na Finlândia, em 2016. O modelo alinha-se ao conceito de mobilidade compartilhada e sua tendência de crescimento exige maior atenção dos gestores. Para o transportador, é uma alternativa tecnológica a ser pensada como investimento, uma vez que ela possibilita a atração de mais passageiros e, consequentemente, receita.

Apesar de representar um desafio para as políticas públicas, acredita-se que sua aplicação proporcione diversos benefícios sociais, econômicos e até mesmo ambientais, a exemplo do incremento da acessibilidade das pessoas e da redução dos níveis de congestionamento e da emissão de gases do efeito estufa.

Confira a publicação aqui.

Benefícios do ESG para os negócios

Até meados da década de 2010, poucos investidores prestavam atenção aos dados ambientais, sociais e de governança. Informações sobre as pegadas de carbono, políticas trabalhistas, composição do conselho, entre outras, não eram tão importantes.

Hoje, a sustentabilidade corporativa se baseia em uma abordagem consciente do capitalismo. Esse conceito gera valor a todos os envolvidos, inclusive à sociedade e ao meio ambiente.

Liderar e governar com uma mentalidade ESG prioriza a criação de valor a longo prazo e reconhece que este propósito é o caminho para lucros e sucesso sustentados.

As evidências mostram que a integração de ESG na estratégia de negócios de uma empresa garante que a organização seja mais resiliente e melhor posicionada para se adaptar às mudanças.

Neste artigo, separamos cinco razões pelas quais o ESG cria valor comercial a longo prazo.

1. Atrai talentos e melhora a fidelidade dos funcionários

As pessoas querem trabalhar para organizações cujas crenças estejam alinhadas com as suas. As decisões de carreira são cada vez mais baseadas nos valores, colocando o propósito na frente e no centro para muitos profissionais.

À medida que a busca por talentos atinge o auge, as empresas com fortes perfis ESG provavelmente terão mais sucesso com recrutamento e retenção, especialmente com as gerações mais jovens.

Segundo pesquisa, 58% dos funcionários consideram os compromissos sociais e ambientais de uma empresa ao decidir onde trabalhar.

De acordo com a Great Place To Work, os funcionários de empresas com esforços de responsabilidade social corporativa têm 15,6 vezes mais chances de dizer que sua companhia é um ótimo lugar para trabalhar.

2. Aumenta a fidelidade do cliente e protege a integridade da marca

Os clientes são mais propensos a apoiar negócios sustentáveis. É o que diz um levantamento de 2021, realizado pelo Chapman & Co. Leadership Institute, onde 60% dos consumidores dos EUA disseram que os valores da marca (incluindo o compromisso com a diversidade e uma cultura positiva da empresa) influenciam suas decisões de compra.

64% dos americanos também dizem que estariam dispostos a pagar mais por um produto sustentável, e 62% dos consumidores dos EUA e do Reino Unido dizem que participariam de um programa de fidelidade do cliente se soubessem que as recompensas contribuem para causas sociais com as quais se preocupam.

3. Oferece maiores retornos aos acionistas

Os investidores mais experientes sabem que é a longo prazo que importa. Medidas de curto prazo para atingir metas de lucros trimestrais, que resultem em degradação ambiental ou social, prejudicarão o desempenho ao longo do tempo.

Um estudo da Harvard Business School, que analisou 2.000 empresas ao longo de 21 anos, descobriu que aquelas que melhoraram em questões materiais de ESG superaram seus concorrentes.

Já uma pesquisa da Rockefeller Asset Management indica que empresas que mostram melhoria em seu programa ESG têm maior potencial para gerar retornos não correlacionados com o resto do mercado no longo prazo.

4. Gera maior lucratividade

À medida que as empresas desviam seu foco da otimização para lucros de curto prazo, a lucratividade na verdade aumenta no longo prazo.

Pode haver aumentos de custos de curto prazo incorridos ao mudar para fontes sustentáveis, investir em pesquisa e desenvolvimento ou aumentar os salários, mas esses custos são compensados ​​pelas vantagens que podem trazer.

Práticas ESG mais fortes estão relacionadas às margens mais altas, de acordo com um estudo da Institutional Shareholder Services, no qual mostra que empresas com alto desempenho ESG gastam mais em pesquisa e desenvolvimento, porém menos em despesas de capital. Isso porque a adoção de medidas ESG pode economizar custos usando recursos de forma mais eficiente, reduzindo as despesas gerais e o desperdício.

5. Mitiga riscos e constrói resiliência

Empresas com fortes práticas ESG não são apenas mais resilientes em tempos de adversidade, mas também enfrentam menos eventos materiais adversos.

Ao identificar e abordar proativamente as ameaças relacionadas a ESG, as empresas podem reduzir o risco de incidência.

Isso pode ser feito, por exemplo, ao investir em uma solução de mineração de dados para checar terceiros em questões socioambientais.

Um estudo da Wharton descobriu que empresas com alto desempenho em ESG têm uma taxa de incidência muito menor de fraudes, litígios, desgaste de clientes e déficits de receita.

Do outro lado da moeda, as empresas com riscos relacionados a ESG não tratados estão mais expostas a uma possível erosão no desempenho financeiro e operacional ao longo do tempo, mesmo que não passem por uma crise comercial ou de reputação.

Veja o original aqui.

Projeto SEMTRAN e empresas juntos

Transportes realiza ação de conscientização em empresa de ônibus

Trabalho tem objetivo de gerar trânsito mais humanizado

O Departamento de Educação para o Trânsito da Secretaria de Transportes da Prefeitura de São Gonçalo realizou, na tarde da última quarta-feira (23), o projeto Semtran e Empresas Juntos, com colaboradores da Autoviação Fagundes, no bairro Vista Alegre.

O projeto tem objetivo de aprimorar os serviços prestados por profissionais do transporte coletivo e também conscientizar a classe trabalhadora sobre a importância do trânsito humanizado. Foi uma das ações realizadas pela empresa durante a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT).

Cerca de 20 colaboradores participaram da ação, que teve a palestra ‘Intolerância no Trânsito – Resgate da Consciência Coletiva’, que tem como foco mostrar como atitudes com senso de responsabilidade, de respeito a si e aos outros tornam a convivência melhor e geram um trânsito mais humano.

O grupo também participou de uma dinâmica coletiva, para promover a mudança através da reflexão sobre educação no trânsito, fazendo com que cada um compreenda o seu contexto dentro da sociedade. O objetivo é diminuir a violência e estimular o cumprimento das leis, abordando aspectos como responsabilidade e mudança de comportamento ao volante.

Veja mais aqui.

Semove: um novo olhar para a mobilidade do Rio de Janeiro

Uma das mais tradicionais organizações que representam o transporte público coletivo do país, a Fetranspor deu início, no dia 8 de novembro, a mais uma etapa do seu processo de reestruturação interna, após a adoção de uma nova governança que valoriza a transparência e a integridade, a partir de 2017. Cinco anos depois, a entidade que representa 184 empresas de ônibus, que operam linhas municipais, intermunicipais e de fretamento em todas as regiões do Estado, responsáveis pelo deslocamento diário de mais de 5 milhões de passageiros, agora passa a ser apresentada publicamente como Semove. Uma mudança fundamental para acompanhar a transformação da sociedade, cada vez mais conectada e exigente de serviços eficientes, estimulando, desta forma, a modernização da federação, que completa 67 anos em 2022.

A renovação fortalece o compromisso da nova entidade e dos seus dez sindicatos associados com a evolução da mobilidade urbana no Rio de Janeiro. A Semove assume o desafio de contribuir ativamente com o debate público que tem a complexa tarefa de responder e atender às exigências da nova dinâmica de deslocamento da população após a pandemia de Covid-19. As respostas precisam levar em conta as novas formas de utilizar o transporte público, influenciadas por novos hábitos de trabalho remoto e de consumo de bens e serviços pela internet. As propostas também devem considerar a defesa da mobilidade coletiva frente à individual, indicando claramente os benefícios para a economia e o meio ambiente de um transporte coletivo mais sustentável e eficiente.

A nova mobilidade exige também novas responsabilidades. A Semove acredita que este momento de reconstrução e redefinição do transporte público é o ideal para levar às suas 184 empresas filiadas os novos valores da entidade, como transparência e trabalho colaborativo. O “Guia da Governança”, coordenado pelo consultor Sergio Avelleda, um dos maiores especialistas no assunto, será avaliado por cada operadora de forma a inspirar suas relações com o agente público, fornecedores e clientes. A transformação também passa pelo novo papel do administrador público, que deverá se tornar o principal financiador da mobilidade, ampliando sua capacidade de gestão do transporte coletivo. Ao passageiro, caberá o entendimento que a exigência por qualidade está atrelada a investimentos públicos para subsidiar a tarifa de transporte, tornando-a socialmente mais equilibrada, acessível e justa.

A Semove representa um novo olhar para a mobilidade urbana, consolidado em valores que consideramos imprescindíveis, como transparência e integridade. Na prática, temos uma entidade mais estruturada para lidar com os novos desafios impostos ao transporte público coletivo, que precisa ser menos dependente da tarifa paga pelos passageiros e, assim, socialmente mais justo, além de ser capaz de atender às expectativas por mais qualidade e previsibilidade. Após as mudanças internas, ou seja, após arrumar a nossa própria casa, iniciamos um novo processo em que precisamos construir junto com governos e a população a mobilidade do futuro.

Para saber mais, visite nosso site clicando aqui . Nossos e-mails também mudaram. Mas, se você mantinha correspondência eletrônica conosco, não se preocupe. Basta substituir o final do antigo endereço por @semove.org.br.

Nosso slogan reflete a nossa essência: Mobilidade em todos os sentidos.

Rumo ao futuro.

SEMOVE: um novo olhar para a mobilidade do Rio de Janeiro

Fetranspor avança em nova etapa de reestruturação interna. Proposta é incentivar a transformação das 184 empresas associadas à entidade

Uma das mais tradicionais organizações que representam o transporte público coletivo do país, a Fetranspor dá início, nesta terça-feira, dia 8 de novembro, a mais uma etapa do seu processo de reestruturação interna, após a adoção de uma nova governança que valoriza a transparência e a integridade, a partir de 2017. Cinco anos depois, a entidade que representa 184 empresas de ônibus, que operam linhas municipais, intermunicipais e de fretamento em todas as regiões do Estado, responsáveis pelo deslocamento diário de mais de 5 milhões de passageiros, agora passa a ser apresentada publicamente como SEMOVE. Uma mudança fundamental para acompanhar a transformação da sociedade, cada vez mais conectada e exigente de serviços eficientes, estimulando, desta forma, a modernização da federação, que completa 67 anos em 2022.

A renovação fortalece o compromisso da nova entidade e dos seus dez sindicatos associados com a evolução da mobilidade urbana no Rio de Janeiro. A SEMOVE assume o desafio de contribuir ativamente com o debate público que tem a complexa tarefa de responder e atender às exigências da nova dinâmica de deslocamento da população após a pandemia de Covid-19. As respostas precisam levar em conta as novas formas de utilizar o transporte público, influenciadas por novos hábitos de trabalho remoto e de consumo de bens e serviços pela internet. As propostas também devem considerar a defesa da mobilidade coletiva frente à individual, indicando claramente os benefícios para a economia e o meio ambiente de um transporte coletivo mais sustentável e eficiente.

A nova mobilidade exige também novas responsabilidades. A SEMOVE acredita que este momento de reconstrução e redefinição do transporte público é o ideal para levar às suas 184 empresas filiadas os novos valores da entidade, como transparência e trabalho colaborativo. O “Guia da Governança”, coordenado pelo consultor Sergio Avelleda, um dos maiores especialistas no assunto, será avaliado por cada operadora de forma a inspirar suas relações com o agente público, fornecedores e clientes. A transformação também passa pelo novo papel do administrador público, que deverá se tornar o principal financiador da mobilidade, ampliando sua capacidade de gestão do transporte coletivo. Ao passageiro, caberá o entendimento que a exigência por qualidade está atrelada a investimentos públicos para subsidiar a tarifa de transporte, tornando-a socialmente mais equilibrada, acessível e justa.

– A SEMOVE representa um novo olhar para a mobilidade urbana, consolidado em valores que consideramos imprescindíveis, como transparência e integridade. Na prática, temos uma entidade mais estruturada para lidar com os novos desafios impostos ao transporte público coletivo, que precisa ser menos dependente da tarifa paga pelos passageiros e, assim, socialmente mais justo, além de ser capaz de atender às expectativas por mais qualidade e previsibilidade. Após as mudanças internas, ou seja, após arrumar a nossa própria casa, iniciamos um novo processo em que precisamos construir junto com governos e a população a mobilidade do futuro. Estamos cientes da responsabilidade de inspirar e liderar a transformação em 184 empresas – afirmou o vice-presidente de Relações Institucionais da SEMOVE, Rodrigo Tortoriello, ex-secretário Extraordinário de Mobilidade Urbana de Porto Alegre e ex-secretário de Transporte e Trânsito de Juiz de Fora.

Transoceânico distribui brinquedos para comunidades parceiras ao Consórcio

A doação foi em comemoração pelo Dia das Crianças. Veja as fotos:

Nota Setrerj (12/9): necessidade de contratação e conclusão de estudo de reequilíbrio econômico-financeiro do transporte municipal

O Setrerj, sindicato que representa os consórcios Transnit e Transoceânico, alerta para o agravamento da crise no transporte público municipal em Niterói. Pressionada pelo congelamento da tarifa por três anos e pelas perdas durante a pandemia de Covid-19, a Auto Ônibus Brasília será obrigada, a partir desta segunda-feira, dia 12, a reduzir a frota em circulação, o que levará à paralisação de três das nove linhas da empresa que atendem sete bairros das zonas Norte e Sul, além do Centro. Nesta madrugada, a empresa teve 16 veículos apreendidos por decisão judicial por não cumprir os prazos de pagamento do financiamento realizado para a compra de ônibus em 2018.

Com a retirada dos veículos da Auto Ônibus Brasília, aumenta também o risco de afastamento imediato de colaboradores com a redução forçada da operação, que provocará forte impacto social no setor rodoviário. É importante lembrar que a Brasília é a segunda empresa a apresentar graves restrições financeiras devido à crise que atinge o transporte público por ônibus em Niterói. Recentemente, a Auto Viação Ingá teve dificuldades no pagamento de seus funcionários devido ao esgotamento financeiro, mas conseguiu regularizar a situação, afastando a possibilidade de paralisação dos rodoviários.

Assim, o Setrerj reafirma a necessidade de se avançar rapidamente na contratação e na conclusão do estudo de reequilíbrio econômico-financeiro do transporte municipal, anunciado pela própria Prefeitura no dia 29 de julho. A análise servirá de base para estabelecer a tarifa técnica do sistema, de forma que compatibilize as receitas e os custos do setor, levando em consideração a desvalorização do valor da passagem pela inflação acumulada nos últimos três anos. O sindicato ressalta mais uma vez sua confiança no governo municipal na busca de soluções urgentes para recuperar o transporte coletivo e garantir o pleno atendimento da população.

CNT e NTU: Financiamento da Operação dos Sistemas de Transporte Público Coletivo nas Cidades Brasileiras

A covid-19 causou um profundo impacto nos sistemas de transporte público de todo o mundo, em especial no Brasil. A drástica queda na demanda de passageiros, resultado das medidas de distanciamento social, levou as empresas operadoras a uma profunda crise que evidenciou a falência do modelo atual, no qual o serviço é basicamente remunerado pelo passageiro pagante. Como resultado, pelo menos 55 empresas ou consórcios operacionais de transporte público coletivo foram obrigados a interromper a prestação dos serviços, enquanto outros 16 entraram em processos de recuperação judicial durante a vigência do estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional, de fevereiro de 2020 a maio de 2022.

É necessária a reconstrução dos serviços de transporte público em novas bases para garantir à sociedade serviços de maior qualidade, eficientes e baratos — o que é possível com um novo modelo de financiamento, com maior repartição dos custos entre usuários do serviço e poder público. Nesse sentido, a NTU se aliou à Confederação Nacional do Transporte (CNT) para elaboração do presente estudo sobre o Financiamento da Operação dos Sistemas de Transporte Público Coletivo nas Cidades Brasileiras.

Boa parte do trabalho se baseia no fortalecimento e aplicação dos princípios e diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, aprovada em 2012, de forma ampla — notadamente a adoção de uma tarifa pública, a ser definida politicamente pelo poder público, separada da justa tarifa de remuneração, a ser paga ao operador pela prestação do serviço, com base em indicadores de desempenho e eficiência. Isso implica em subsídio ao serviço público, mas que seria, na verdade, um subsídio ao passageiro, que assim poderá ter um transporte de menor preço e melhor qualidade, regular e confiável, que pode ainda ganhar com a prioridade na via e a redução no tempo de viagem. Com isso, veremos a melhora da avaliação do serviço e a redução do próprio custo do transporte, alcançando o esperado equilíbrio econômico-financeiro dos sistemas de transporte.

Acesse aqui o estudo.

NTU lança Anuário 2021/2022

O Anuário traz a comparação do número de passageiros transportados em 2019, antes da pandemia da Covid-19, e hoje: as empresas de ônibus no Brasil deixaram de transportar 10,8 milhões de passageiros nesse período, representando uma perda de R$ 27,8 bilhões.

Foram avaliados indicadores dos sistemas de transportes de sete capitais (Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo). O Anuário mostra ainda que 55 empresas ou consórcios de transporte coletivo interromperam sua operação e 13 delas encerraram completamente suas atividades. Além disso, 89.572 postos de trabalho foram extintos.

Faça o download do documento.

ESG como vetor de maior competetividade nas organizações

A sustentabilidade plena nas organizações colabora com a melhoria de todo o seu contexto, e aumenta, e melhora, não apenas a sua relação com as pessoas, os parceiros e o meio ambiente, como, ainda, torna-as mais valiosas e competitivas.

O tema corporativo do momento ainda está amadurecendo, mas já se consegue identificar aspectos extremamente importantes, no mundo todo, e que enchem de otimismo os mais conscientes, e os que mais lutam pela disseminação das melhores práticas.

Um dos conceitos mais relevantes a considerar é a coerência, pois ainda existem situações em que mais se fala do que faz, e outras em que se atua num ou noutro pilar ou aspecto, sem considerar o todo.

A importância da realidade ESG e da sustentabilidade plena nas organizações tem crescido em todos os mercados, e cada vez mais as empresas que realmente entenderam que é uma questão global (e para todos) estão se organizando, e estruturando, para implementar seus programas na prática.

Um dos grandes desafios, ainda bastante frequentes, é, entretanto, a definição de como, e de por onde, começar – pauta que em geral funciona muito melhor com a correta atuação dos Comitês de Sustentabilidade Internos (com a presença de um membro convidado, externo e independente, especializado) específicos para cada empresa, que foquem na sua realidade, cultura, características e momento – evitando eventuais fórmulas padrão ou gerais.

Já se sabe que métodos que tentem “funcionar” sempre e para todas as empresas não são viáveis, pois é preciso encontrar maneiras de viabilizar o ESG em cada organização, sendo fundamental que exista toda a “personalização” que a pauta requer.

O segundo grande desafio tem sido a sensibilização à alta gerência de que é preciso congregar ações concretas em todos os pilares do ESG, e não apenas neste ou naquele ponto. E que é necessário fazer uma revisão geral de processos e de procedimentos, em todos os aspectos, após a efetiva tomada de decisão e de sua adequada comunicação a todos.

Como se trata de uma questão que envolve (e precisa mesmo envolver) toda a organização, e que precisa, ainda, alcançar, através de suas externalidades, inclusive os “noholders”, é fundamental que todos estejam sensibilizados, conscientizados e comprometidos, sob pena de não se poder falar em um Programa efetivo de sustentabilidade.

Toda e qualquer iniciativa da empresa que promova melhoria na governança corporativa, nos aspectos ambientais e/ou nos sociais é necessária e louvável, mas quando tais ações não são coordenadas, e não procuram instituir uma verdadeira mentalidade e cultura ESG, não se pode ainda realmente afirmar que a empresa “já tenha começado”.

Ainda se vê no mercado empresas que acreditam que estejam “super bem”, com “tudo em ordem”, e que pouco ou nada precisem fazer para tornar a sustentabilidade uma realidade no seu negócio; e nesses casos, o máximo que se percebe é uma ou outra ação pontual e sem efetiva coordenação.

Um dos caminhos que muitas vezes ajuda na efetiva sensibilização da alta gestão da organização é a percepção de que a sustentabilidade não é apenas “a coisa certa a fazer”, com é, também, um enorme vetor de competitividade.

Tem sido frequente a demanda por alguns executivos, de metodologias ou indicadores que demonstrem rapidamente “como e em que” a empresa está “ganhando” ao adotar o ESG, sendo que em muitos casos, essa pergunta justamente demonstra que a organização não está pronta para o processo – que vai muito além dos “tradicionais” retornos meramente financeiros.

Uma maneira de se tentar equacionar a questão e responder a tais colocações, é entender a sustentabilidade como vetor de competitividade, uma vez que efetivamente melhora os fluxos, os processos e os procedimentos, a tomada de decisão, e a relação global com stakeholders e com noholders.

Todos os 3 grandes pilares do ESG, da Governança Corporativa ao Ambiental, incluindo do humano e social, são diretamente ligados à qualidade do negócio e ao seu próprio modelo, e quanto melhor se organizar a relação entre eles, maiores os retornos globais, em todos os aspectos.

Mercados e investidores já vêm demonstrando que apoiam essa pauta através de medidas de incentivo e de desincentivo a esta ou aquela prática, por meio de escolhas, de critérios, de taxas etc., escolhendo cada vez mais onde investir, de quem comprar, com quem negociar. E logo veremos maior influência dos clientes e dos consumidores, que igualmente farão suas escolhas com base nesses fatores.

As vantagens e os ganhos, porém, não “para por ai”, uma vez que questões inicialmente internas, como por exemplo a diversidade e a inclusão, vão muito além de serem “apenas” a coisa certa a fazer.

Mais e mais organizações estão percebendo que além de ser o certo, e de ser questão de justiça, de respeito, de cidadania e de acolhimento, a inclusão plena das pessoas, em todos os ambientes e aspectos, efetivamente melhora a empresa.

Quanto mais diverso seja o grupo, mais a sociedade estará (nele) representada, e mais aspectos e fatores são levados em conta e considerados em cada processo, cada tomada de decisão e cada escolha.

Dos métodos de criação e de produção, passando pela inovação, pela consideração de mais aspectos, e de mais fatores que impactem cada produto ou serviço, chegando a movimentos da sociedade e demandas dos mercados, mais se fortalece a organização, que tende a acertar mais e a errar menos. Ou seja, ela tende a ganhar mais, valer mais, e durar mais.

A relação entre os colaboradores e os parceiros da empresa, assim como a comunicação interna e externa tendem a melhorar muito, evitando conflitos e construindo parcerias melhores e mais duradouras, fomentando a criatividade e a inovação, melhorando a qualidade de todos os relacionamentos.

Todo esse cenário colabora para que as organizações sejam mais competitivas, atingindo justamente um dos principais objetivos corporativos.

Abrir espaço para que mais pessoas opinem e participem dos processos (e quanto mais diversas o forem, melhor!), é não apenas o mais correto, como também o melhor e até o mais inteligente a fazer. E essa consciência vem, felizmente, aumentando.

Vejamos, por exemplo, que na sociedade em geral, cada grupo de pessoas tem conseguido conquistar o seu espaço e a sua voz, e vem ganhando relevância, sendo considerado em políticas públicas e sociais, fato que não pode ser ignorado pelas organizações, seja em aspectos internos ou externos.

Essa tendência tem crescido, e em função dela já se espera um grande movimento de ajuste profundo no processo de inovação e de criatividade nas empresas, que precisarão passar a considerar muito mais aspectos (demandas, grupos, características e necessidades) para ajustar o seu modelo de negócio “aos novos tempos”.

Verifique o grau de diversidade de efetiva inclusão na sua empresa, assim como nas organizações com as quais você se relaciona (inclusive no tocante a “de quem você compra”) e acompanhe a evolução, comprovando como empresas que percebem esse valor, são mesmos mais competitivas, sustentáveis e valiosas.

Novos tempos, exigem novas posturas e novos caminhos. O ESG vem demonstrando isso!

Publicado no Blog LEC. Veja o original aqui.

Nota Setrerj: ainda há um caminho a ser percorrido até as condições necessárias (3/8)

O SETRERJ, Sindicato que representa os consórcios Transoceânico e Transnit, reconhece que a Prefeitura, ao atualizar o valor da tarifa no último dia 30 de julho, deu um passo importante para a recuperação do sistema municipal de transporte, mas, como o próprio governo municipal reconheceu, o índice de reajuste de 9,88% é inferior à inflação acumulada, de 23,82%, desde o último aumento em 2019.

Apesar do avanço, o Sindicato acredita que há ainda um caminho a ser percorrido até que se estabeleçam as condições necessárias, de acordo com o contrato firmado entre os consórcios e o governo municipal, para a operação integral das linhas e o pleno atendimento à população de Niterói.

Desta forma, é imprescindível a conclusão o quanto antes do estudo de equilíbrio econômico-financeiro já anunciado pela Prefeitura, que vai estabelecer a tarifa técnica do sistema de transporte, de forma que compatibilize as receitas e os custos do setor. Somente o óleo diesel sofreu reajuste de 188% desde 2019.

Por isso, é importante esclarecer que o reajuste da tarifa, que permaneceu congelada por 36 meses, não tem, claramente, efeito imediato. Não é razoável imaginar que as perdas acumuladas durante 36 meses serão superadas em apenas uma semana com o novo valor em vigor.

Mesmo diante de um cenário adverso, as empresas estão fazendo todos os esforços para a retomada do sistema conforme a determinação da Prefeitura.

É preciso levar em conta ainda que o impacto do congelamento da tarifa atingiu, em níveis distintos, a saúde financeira das empresas. Os operadores que integram o Consórcio Transit perderam 40% dos passageiros com o agravamento da crise econômica e as consequências da pandemia de Covid-19, enquanto que no Consórcio Transoceânico a redução foi de 20%. Assim, a situação é mais crítica para as empresas nas regiões em que a população sofre mais com o desemprego e com a diminuição da renda.

Vale lembrar ainda que, somente em julho deste ano, as empresas conseguiram cumprir a segunda parte do acordo firmado há um ano com os rodoviários, relativo ao dissídio coletivo da categoria em 2021. Neste mês, foi paga a última parcela do reajuste concedido de 6%. Agora, empresas e trabalhadores já voltam a discutir a solicitação de novo reajuste relativo a 2022.

Assim, o SETRERJ reafirma a sua confiança na Prefeitura na busca de soluções para recuperar o transporte coletivo, como tem acontecido em outras cidades do país, que optaram por estabelecer uma tarifa pública para o passageiro e promover o complemento por meio da concessão de subsídios, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília.

No Estado do Rio de Janeiro, cidades com menor poder econômico do que Niterói já aderiram ou anunciaram o subsídio como forma de financiar o transporte coletivo, tais como Vassouras, Mendes, Macaé, Saquarema, São Pedro da Aldeia e Maricá.

Em Niterói, o Governo Municipal já subsidia o passageiro que utiliza a integração dos ônibus municipais com o sistema de Barcas, podendo agora estender esse benefício para todos os usuários do transporte coletivo por ônibus.

Nota Setrerj: estudo de reequilíbrio econômico-financeiro (29/7)

O SETRERJ, sindicato que representa os consórcios Transoceânico e Transnit, reconhece a iniciativa da Prefeitura de atualizar parcialmente e emergencialmente o valor da tarifa de transporte após três anos de congelamento, mas considera fundamental que se avance rapidamente na contratação do estudo de reequilíbrio econômico-financeiro da concessão do transporte público coletivo, como anunciado pelo próprio governo municipal de Niterói.

É preciso esclarecer que a Prefeitura tem a obrigação contratual de estabelecer a tarifa técnica do sistema de transporte municipal, de forma que compatibilize as receitas e os custos do setor, levando em consideração a desvalorização do valor da passagem pela inflação acumulada nos últimos três anos. Somente o óleo diesel sofreu reajuste de 188% desde 2019.

Ao anunciar o reajuste de 9,88%, o governo municipal confirmou que o índice é inferior à inflação acumulada no período, de 23,82%, segundo o IPCA. Desta forma, é imprescindível a conclusão o quanto antes do estudo de equilíbrio econômico-financeiro, o que permitirá a adoção de medidas pelo poder público para restabelecer as condições necessárias para a operação integral dos consórcios e o pleno atendimento à população de Niterói.

Assim, o SETRERJ reafirma sua confiança na Prefeitura na busca de soluções para recuperar o transporte coletivo, como tem acontecido em outras cidades do país, que optaram por estabelecer uma tarifa pública para o passageiro e promover o seu complemento por meio da concessão de subsídios, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília.

Em Niterói, o governo municipal já subsidia quem utiliza a integração dos ônibus municipais com o sistema de barcas, podendo agora estender esse benefício para todos os usuários do transporte por ônibus.

SEST SENAT realiza visita às instalações e apresenta serviços prestados em Saúde e Treinamento

No dia 27 de julho, o Conselho Regional do SEST SENAT do Rio de Janeiro – CRRJ realizou um Café da Manhã na Unidade de São Gonçalo, com a participação de Empresários, Executivos e Representantes dos RHs do Transporte Rodoviário de Passageiros e de Cargas do RJ, para visitação às instalações e apresentação dos serviços prestados pelas áreas de Saúde e de Treinamento, como Psicologia, Odontologia, Fisioterapia, Nutrição e Simulador de Direção, além das atividades de Esporte, Lazer e Cultura.

Também estiveram presentes o Presidente Eduardo Rebuzzi (CRRJ e FETRANSCARGA); o Vice Prefeito de São Gonçalo, Sérgio Gevu; Vereador Vinicius; Secretário Municipal de Transportes, Fábio Lemos; Secretário Municipal de Ambiente, Carlos Afonso Pereira Rosa; Henrique Porto, Diretor da Coordenação Administrativa da COTER; BPRv SGT PM Matozo, SGT PM Abreu, SD PM Paula; Presidente Executivo do SETRERJ, Márcio Barbosa; Diretor Superintendente da TransÔnibus, Jorge Murilo; Representante do SINDICARGA, João Gomes; Diretora da Nittrans, Amanda Machado; Coordenadora da Nittrans, Priscila Rocha e representantes da Fetranscarga.

Na ocasião, a Diretora, Patrícia Viana, abriu a nossa reunião e fez a apresentação da Unidade através de seus Coordenadores, Sabrina Machado (SEST); Jociara Campos (SENAT) e Allan Trajano ( Administração e Finanças).

Hoje o SEST SENAT SÃO GONÇALO conta com mais de 600 jovens aprendizes. A novidade foi a apresentação dos diversos grupos de alunos do Programa “JOVEM APRENDIZ” com temas relevantes como Mobilidade Urbana, Roubo de Carga, Segurança no trânsito etc.

Nota do Setrerj sobre congelamento de tarifa e reajuste do diesel em 180% (25/7)

NOTA DO SETRERJ – 25/07/22

O SETRERJ informa que, diante do congelamento da tarifa há três anos e o reajuste do óleo diesel em 180% desde o último aumento, as empresas, apesar do esforço para atender a população, não têm mais condições de manter a operação das linhas conforme a determinação da Prefeitura.

Cabe ressaltar que os consórcios operadores ainda aguardam a adoção de medidas urgentes do poder público, que está ciente da necessidade de reequilibrar e recuperar o sistema municipal de ônibus. Vale lembrar que outras cidades têm desenvolvido ações emergenciais em apoio ao transporte público, como a concessão de subsídios nas cidades do Rio e de São Paulo.

Nota do Setrerj sobre crise do diesel e defasagem tarifária (20/7)

NOTA DO SETRERJ – 20/07/22

O SETRERJ informa que, mesmo com o agravamento da crise, com os sucessivos reajustes do óleo diesel e a defasagem tarifária de mais de 40%, as empresas operadoras do sistema de transporte coletivo de Niterói, estão fazendo todos os esforços para manter a operação das linhas conforme a determinação da Prefeitura.

Cabe ressaltar que os Consórcios Transoceânico e Transnit, operadores do sistema municipal de Niterói ainda aguardam a adoção de medidas urgentes do poder público para reequilibrar e recuperar o sistema municipal, como tem ocorrido em outras cidades com ações emergenciais ou concessão de subsídios, para possibilitar o melhor atendimento aos passageiros.

Sua segurança não pode ser passageira. Vá de ônibus.

Iniciativa da FETPESP e NTU com o apoio da CNT que promove a conscientização da população para a utilização do transporte público regular.

A campanha alerta para os riscos da utilização dos transportes alternativos disponíveis à população por meio de aplicativos, principalmente dos mototáxis, que estão atendendo em várias cidades brasileiras, desde o começo de 2022.

O desafio é conscientizar os passageiros sobre as escolhas que devem ser feitas e seus riscos, e os benefícios oferecidos pelo transporte público regular de passageiros.

Prefeitura de Niterói ganha prêmio nacional de Destaque do Poder Público pelas ações do Maio Amarelo

Município foi representado pela Nittrans que comandou as ações da campanha de conscientização sobre o trânsito

A Prefeitura de Niterói ganhou na noite de terça-feira (21) um prêmio nacional do setor de Trânsito e Mobilidade Urbana devido às suas ações na campanha do Maio Amarelo em 2022. A distinção foi concedida pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), na presença de autoridades de todo o país no auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).  O município ganhou o prêmio Destaque do Poder Público e foi representado no evento pela Niterói Transporte e Trânsito (Nittrans), que comandou as ações do Maio Amarelo 2022.  A medalha foi entregue à chefe do Departamento de Educação para o trânsito da Nittrans, Priscilla Rocha.

Com mais de uma dezena de atividades, a maior parte educacionais, a Prefeitura de Niterói participou do movimento mundialmente conhecido como Maio Amarelo, proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU), com uma programação na qual se destacaram a pintura artística em 3D de uma faixa de travessia na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, a 4ª Jornada de Capacitação de Professores, com quatro encontros educativos, visitas guiadas aos Centros de Controle Operacional (CCO) Mobilidade e Ecoponte e a ação educativa Maio Amarelo Delivery.

O presidente da NitTrans, Gilson Souza, celebrou a ocasião:

“Receber esse prêmio é ter a certeza de que estamos no caminho certo na construção de uma cidade cada vez mais segura no trânsito. A campanha Maio Amarelo é mais uma das ações de Educação Para o Trânsito que são realizadas ao longo de todos os anos. Estamos sempre buscando criar novas soluções para cumprir com o nosso compromisso de educar todos os setores da população a respeito das normas e regras de trânsito”, destacou.

Com o tema “Juntos salvamos vidas”, a campanha que tem como objetivo diminuir o número de acidentes no trânsito e preservar a vida nas vias e rodovias, ainda desenvolveu uma experiência não usual: levou cerca de 100 motoristas de diversas empresas de ônibus de Niterói a participarem de um treinamento que evidenciou a importância da direção defensiva, da manutenção preventiva e atualização da legislação. Na ação, realizada no dia 26 de maio pela Nittrans, no Caminho Niemeyer, os rodoviários assumiram o papel de ciclistas, em uma bicicleta presa ao chão, enquanto os ônibus passavam bem próximo a eles.

A chefe do Departamento de Educação para o trânsito da Nittrans lembrou que um dos destaques foi a ação Maio Amarelo Delivery, onde entregadores, tanto de motos como de bicicleta, receberam materiais educativos para o trânsito e kits de prevenção de acidentes em pontos estratégicos da cidade. Também foram instaladas, gratuitamente, antenas corta-pipa em bicicletas.

“O Observatório destacou que o Maio Amarelo Delivery foi uma ação inusitada e inédita no Brasil. Ficamos muitos felizes em saber que uma ideia que nasceu na nossa equipe em Niterói será replicada em outras cidades ao longo do ano, com nomes diversos, mas com o mesmo objetivo: conscientização, empatia e respeito”, ressaltou Priscilla Rocha.

O Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) é uma instituição social sem fins lucrativos, dedicada a desenvolver ações que contribuam de maneira efetiva para a diminuição dos elevados índices de acidentes no trânsito do nosso país. É reconhecido pelo Ministério da Justiça como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e atua como um órgão de inteligência por meio de educação, pesquisa, planejamento e informação.

Fonte: Prefeitura de Niterói.

Importância dos corredores de ônibus

O FOLHA – CONTAGEM – MG | OPINIÃO
NTU

É sabido que o rápido crescimento dos centros urbanos não acompanhou o planejamento da maioria das cidades brasileiras, e o resultado é evidente: engarrafamentos, tempo de espera do ônibus, perda de espaço público e emissão de gases atmosféricos. Dentre eles, nas grandes megalópoles, o trânsito denso é o principal vilão da população brasileira -segundo a pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), aponta que 66,6% dos brasileiros convivem com congestionamento para se deslocar.A partir disso, a implementação das faixas exclusivas para ônibus são uma saída inteligente para reduzir o problema. Além de ser uma iniciativa que incentiva a utilização de transporte coletivo, os corredores garantem mais fluidez para a cidade, uma vez que um ônibus conduz a quantidade equivalente a 40 carros, segundo o levantamento da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (KW).

De acordo com a pesquisa do IPF.A em 2021, os municípios brasileiros têm apresentado uma tendência de aumento na utilização do transporte individual motorizado e redução do transporte coletivo nos últimos anos. Diante do estudo fica evidente o pouco incentivo para que a população faça uso do transporte coletivo. E dá para entender o motivo pela escolha individual: além da má qualidade e superlotação dos veículos, ficar preso no trânsito nessas condições dificulta ainda mais a vida do usuário.

Diante disso, algumas cidades e especialistas defendem o uso do transporte público com corredores exclusivos para ônibus em horários de pico, o que reduz o tempo de viagem. Segundo um levantamento da empresa Scipopulis em pareceria com o Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento (ITDP Brasil), a solução pode reduzir a duração das viagens em até 30% nos trajetos em regiões movimentadas.

Do ponto de vista ambiental, segundo o IPEA, o transporte público polui 19 vezes menos do que motocicletas e oito vezes menos do que carros. Sanar os problemas da cidade não está relacionado apenas a priorização do transporte coletivo, vai além, é necessário a criação de um sistema inteligente que integre mais opções de deslocamento de um ponto ao outro, com conexões para pedestres até ciclistas, afinal estas medidas serão determinantes para o rumo da recuperação verde.

É inegável que o caminho para reverter o cenário do setor de transporte é a adoção de outros mcxlais e grandes investimento em tecnologia para a cidade do futuro. Sobretudo, remodelar a estrutura depende das autoridades, pesquisadores e empresas privadas para buscarem medidas que suportem o crescimento de automóveis e iniciativas que priorizem os transportes coletivos para garantir até mesmo cidades mais sustentáveis. Contudo, esses problemas são desafios presentes de longa data e os mais prejudicados são aqueles que dependem diariamente do transporte público.

SEST SENAT e LOTS Group lançam curso online EaD Direção Segura e Responsável no Trânsito

O SEST SENAT em parceria com a LOTS Group lançaram hoje um curso online EaD Direção Segura e Responsável no Trânsito. O curso é dividido em Percepção de Riscos; Cansaço e Fadiga ao Dirigir; Condições do Veículo; Condições do Ambiente; Condições das Vias, Meio Ambiente; Convívio Social no Trânsito; e Tecnologias para Segurança. É gratuito e as inscrições começam 30/05.

Inscreva-se aqui.

Copa SEST/SENAT de Futebol Society da Unidade de São Gonçalo

A Unidade do SEST/|SENAT de São Gonçalo realizou a Copa SEST/SENAT de Futebol Society e aproveitou o momento para reinaugurar o campo de futebol prestando uma homenagem ao empresário Sr. Eduardo Pereira Gonçalves – Presidente do Grupo Rio Ita.

O Sr. Eduardo foi escolhido porque uma das empresas do Grupo a Auto Ônibus Fagundes Ltda, foi a última campeã da copa na unidade de São Gonçalo/RJ.

FETRANSPOR: Novo reajuste do diesel vai levar à falta de ônibus na Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Sindicatos que representam empresas que operam em municípios da Baixada Fluminense e da região de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá alertam para o agravamento da crise com o novo reajuste do óleo diesel, que já subiu 47% nas refinarias somente em 2022

Rio de Janeiro, 09 de maio – O Setrerj, o Setransduc e o Transônibus – sindicatos que representam as empresas em dez municípios da Baixada Fluminense e na região de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá – reforçam mais uma vez o alerta sobre o risco iminente da falta de transporte público coletivo para a população da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Com a confirmação do novo reajuste de 8,9% do óleo diesel a partir de terça-feira, as empresas serão obrigadas a promover reduções na operação e adaptar a frota atual em circulação à capacidade financeira. Com o aumento, a crise econômica vai se agravar e o cenário se tornará insustentável, levando a medidas de racionamento de combustível, com a priorização de determinados serviços e linhas de ônibus em horários de maior movimento.

Na falta de medidas urgentes e efetivas, as operadoras de transporte não terão outra opção a não ser manter parte da frota parada nas garagens, provocando impacto direto nos deslocamentos diários de mais de três milhões de passageiros. Desta forma, haverá mudanças necessárias nos horários de menor movimento pela manhã, à tarde e à noite e durante os fins de semana. A decisão, embora seja excepcional, afastaria o risco de pane seca na frota em operação e a interrupção do serviço durante as viagens, o que prejudicaria ainda mais os passageiros, que já vem sendo impactado nos últimos anos pela crise que atinge o transporte por ônibus.

Desde o início do ano, a alta acumulada nas refinarias chega a 47%, de acordo com a Petrobras.  O último reajuste, de 24,9%, havia sido anunciado em 11 de março. Com a crescente oscilação do preço do combustível, o óleo diesel passa a ser o principal item no custo de operação das empresas de ônibus, representando agora 32% do total. O novo aumento é um duro golpe a um sistema de transporte já combalido, que já chegou ao seu limite com o esgotamento financeiro das empresas. Pressionadas, as operadoras terão ainda mais dificuldade para a compra de combustível e para manter a frota em circulação, o que reduzirá a oferta de ônibus e levará à degradação do serviço prestado à população. Em Magé, a empresa operadora corre o risco de paralisar as atividades e já alertou a Prefeitura.

É importante ressaltar que os impactos causados pelo reajuste do diesel ao longo dos últimos dois anos não foram compensados, até agora, por aumentos de tarifa ou subsídios por parte de prefeituras ou do governo do Estado. Assim, aumenta o risco considerável de o passageiro não poder contar com o sistema de ônibus regular para a maior parte de seus deslocamentos, abrindo espaço para o transporte clandestino e sem regulamentação, intensificando a desordem e a insegurança.

Por isso, torna-se urgente e inadiável a adoção de ações emergenciais por parte dos governos federal, estadual e municipal, no sentido de garantir a continuidade da operação de um setor vital para a população e para a economia fluminense.

Novo reajuste do diesel vai reduzir a oferta de ônibus para a população, afirma NTU

Entidade que representa as empresas operadoras alerta para o risco de ruptura na oferta do serviço caso se confirme novo reajuste do combustível, que já subiu 35% nas refinarias só este ano.

Brasília, 05 de maio – A população das cidades brasileiras pode enfrentar uma falta generalizada de transporte público se houver novo aumento do óleo diesel nos próximos dias. A avaliação é do presidente da NTU, Francisco Christovam, que afirma: “se não forem definidas fontes para cobrir esses custos adicionais, as operadoras serão obrigadas a racionar o combustível e oferecer apenas viagens nos horários de pico pela manhã e à tarde. No resto do tempo, os ônibus terão que ficar parados nas garagens. As empresas não querem praticar uma operação seletiva, atendendo apenas linhas e horários de maior demanda, mas serão obrigadas a adotar essa medida radical porque não suportam mais os sucessivos aumentos de custo e os prejuízos”.

A redução da oferta dos serviços representará um impacto direto na rotina de 43 milhões de passageiros que dependem desse serviço todos os dias; operando apenas nos horários de pico, os ônibus deixarão de rodar no meio da manhã e da tarde, à noite e nos finais de semana. “A esmagadora maioria das nossas associadas está sem caixa para fazer frente a mais um reajuste; não há como comprar o diesel para rodar, colocar um ônibus na rua com tanque vazio seria uma irresponsabilidade”, completa Christovam. “A consequência desse aumento, se vier, será a piora da qualidade do transporte. E é a população que sofre com o adiamento das medidas que precisam ser tomadas”.

O diesel é o segundo item de custo que mais pesa no valor da tarifa dos ônibus urbanos, depois da mão de obra, com uma participação média de 30,2% no custo geral das operadoras do transporte público. “Os aumentos registrados de janeiro para cá, da ordem de 35% nas refinarias, já representam um aumento nos custos do transporte público por ônibus em 10,6% só este ano.Esse impacto ainda não foi compensado por aumentos de tarifa ou subsídios por parte das prefeituras, que contratam os serviços de transporte público”, explica o presidente da NTU.

O receio dos empresários vem de notícias, veiculadas hoje na mídia, de que haverá novo aumento para corrigir a defasagem do preço do diesel na atual regra da Petrobras, de paridade com os preços internacionais do produto. Segundo cálculo da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), o reajuste teria que ser de 24% no diesel e 12% no preço da gasolina, motivados pela variação cambial e pelo aumento dos preços internacionais do petróleo. “O novo presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho, já afirmou que vai manter a política de praticar preços de mercado para os combustíveis. Mas há uma guerra lá fora (entre Rússia e Ucrânia), ficamos numa situação muito difícil, insustentável”, afirma Francisco Christovam.

Para o presidente da NTU, a solução seria a adoção de mecanismos para a estabilização dos preços dos combustíveis, que vão da reformulação da estrutura tributária incidente sobre o diesel à adoção de políticas de preços especiais para setores essenciais como o de transporte público. “O consumo de diesel do transporte público por ônibus nas cidades e regiões metropolitanas é de apenas 5% a 6% do total do consumo nacional; ter uma política diferenciada para esse segmento não impactaria significativamente a política de preços dos combustíveis”, completa Christovam.

Uma alternativa seria a separação entre a tarifa pública, de utilização do ônibus, da tarifa técnica, ou de remuneração dos custos das operadoras, com a diferença sendo arcada pelo poder público. “Assim, os aumentos de custo decorrentes dos reajustes do diesel podem ser compensados sem onerar a tarifa do passageiro pagante, que já está excessivamente sacrificado com a alta da inflação”, explica Christovam.

A NTU propõe ainda a adoção de outras duas medidas para resolver o problema: em primeiro lugar, a desoneração de todos os tributos que incidem sobre os insumos utilizados pelo transporte público, que representam, somados, uma carga tributária de 35,6%, extremamente elevada por incidir sobre um serviço essencial utilizado principalmente pela população de menor renda.

Em segundo lugar, o uso da parte que cabe ao Governo Federal dos resultados gerados pela Petrobras para compensar o impacto da alta do diesel utilizado pelos serviços de transporte público. Só no ano passado, a Petrobras teve um lucro líquido recorde de R$ 106,6 bilhões, sendo que o Governo Federal tem uma participação de 36,7% nesse resultado – que tende a aumentar com esses novos reajustes de preços.

Grupo Santo Antônio e Sest Senat em prol da Saúde dos seus colaboradores

No dia 08 de abril de 2022, o Sest Senat levou sua equipe com instrutores, psicóloga e fisioterapeuta para um dia de prevenção e cuidado com a saúde para os colaboradores do Grupo Santo Antônio! A Ótica do Largo também esteve presente fazendo exames de vista.

 

Setor de transporte público urbano acumula perdas de R$ 25,7 bi em dois anos de pandemia

A estimativa, feita pela NTU, considera 2.901 municípios brasileiros atendidos por sistemas organizados de transporte público por ônibus e aponta sérias consequências para passageiros, operadores e a economia.

Os sistemas organizados de transporte público por ônibus urbano, presentes em 2.901 municípios brasileiros, tiveram uma perda acumulada de R$ 25,7 bilhões, entre março de 2020 e fevereiro de 2022, devido à Covid-19. O impacto financeiro médio foi de R$ 1,12 bilhão por mês no período da pandemia, causado pela acelerada queda do número de passageiros e pela obrigatoriedade de manutenção, por parte das empresas, de uma oferta do serviço superior à demanda para garantir o distanciamento social no transporte público. O prejuízo corresponde a 33,8% do faturamento mensal do setor, registrado antes da pandemia, segundo o relatório “Transporte Público por Ônibus – 2 anos de Impactos da Pandemia de Covid-19”, elaborado pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).

O levantamento da NTU revela também que esse impacto financeiro trouxe consequências graves para as empresas operadoras, clientes do transporte coletivo e para a economia do país. Nesses dois anos de pandemia, foram registrados 49 casos de interrupção dos serviços, por parte de 44 empresas e 5 consórcios que suspenderam suas atividades ou deixaram de operar, além de 16 casos de pedido de recuperação judicial, envolvendo 13 empresas e 3 consórcios. Houve ainda 379 paralisações temporárias, por greves ou protestos, motivadas, na maiorida dos casos, por atrasos no pagamento de salários e benefícios, decorrentes das dificuldades de caixa das empresas, que afetaram 107 sistemas de transporte público de todo o país. O estrangulamento financeiro do setor gerou também uma redução de 92.581 postos de trabalho, queda de 22,7% no nível de emprego direto existente no setor em dezembro de 2019, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).

O impacto da pandemia pode ser medido pela redução do número de empresas ativas associadas à NTU, que caiu de 463 associadas, em fevereiro de 2020, para 406, atualmente, um encolhimento de 12,4%. “Se aplicarmos esse percentual ao conjunto de empresas de ônibus existentes em todo o Brasil, calculado em torno de 1.800 operadoras, a maioria de pequeno e médio porte, podemos estimar que pelo menos 223 empresas podem ter sido obrigadas a encerrar suas atividades nos últimos dois anos”, afirma Francisco Christovam, presidente da NTU.

Para Christovam, “o transporte público viveu, nos últimos dois anos, uma crise aguda dentro de uma crise estrutural, anterior à própria Covid-19. A ausência de medidas emergenciais amplas e consistentes, em nível nacional, por parte do Governo Federal, para garantir a continuidade da prestação dos serviços de transporte público, foi decisiva para os impactos financeiros sofridos durante a pandemia e para o quadro alarmante em que o setor se encontra neste momento”.

O presidente da NTU observa que houve uma redução vertiginosa da quantidade de passageiros transportados, nos três primeiros meses da pandemia, que chegou a 80%. “É fato que a demanda vem se recuperando, lentamente, no último ano e, hoje, está em torno de 70% do volume pré-pandemia, impulsionada pela vacinação e pela flexibilização de medidas restritivas de circulação das pessoas. Mas, é importante esclarecer que, mesmo assim, o desequilíbrio entre os níveis de oferta e demanda de passageiros persiste até hoje e o setor segue acumulando prejuízos”, destaca. Em fevereiro deste ano, reforça Christovam, a demanda média nacional de passageiros apresentou índice 14,5% menor do que a oferta.

Socorro para 108 municípios

Os prejuízos para a população vieram a reboque do estrangulamento financeiro do setor, e dos impactos negativos para os sistemas de transportes coletivos urbanos de todo o país. O transporte coletivo responde por 28% de todos os deslocamentos realizados no país, sendo que 85,7% das viagens são realizadas pelos serviços de ônibus urbano. São 24,3 milhões de pessoas que utilizam os ônibus para realizar aproximadamente 40,4 milhões de viagens diariamente, segundo o levantamento da NTU.

Os casos de interrupção na prestação dos serviços e paralisações afetaram diretamente o acesso da população ao transporte coletivo, dificultando os deslocamentos para o trabalho, para os estudos e para tratamentos de saúde, entre outros. “Nos últimos 24 meses, houve, no mínimo, uma paralisação a cada dois dias nas cidades brasileiras. O prejuízo para a população é enorme. O transporte público é um serviço essencial e um direito constitucional que dá acesso aos demais direitos – o direito à educação, porque permite que o estudante chegue na escola; o direito à saúde, porque permite a quem está doente buscar atendimento médico; e o próprio direito de ir e vir, seja para o trabalho ou para o lazer”, explica Francisco Christovam.

A crise aguda do setor só não foi pior porque, durante a pandemia, houve 111 iniciativas de socorro emergencial, por parte dos poderes públicos locais, em 108 sistemas de transporte público por ônibus, incluindo subsídios tarifários aos passageiros, aumento de subsídios preexistentes e implementação de subsídios permanentes para complementar a receita tarifária, obtida a partir da tarifa pública cobrada dos usuários. Tais iniciativas reduziram os desequilíbrios econômico-financeiros dos contratos, mas tiveram alcance limitado, segundo o monitoramento da NTU: várias iniciativas foram temporárias, e em apenas sete casos os subsídios foram adotados de forma permanente. De qualquer modo, as ações evitaram uma onda de falências das operadoras e garantiram a continuidade dos serviços nas 108 cidades beneficiadas, que reúnem 57,6% dos passageiros de transporte coletivo urbano no país.

Uma das principais ferramentas adotadas, a implementação de subsídios para complementar a receita tarifária, depende da separação entre a tarifa pública ou de utilização, cobrada do passageiro, da tarifa técnica ou de remuneração, que cobre os custos das empresas. A diferença é coberta com recursos dos orçamentos públicos, o que assegura a prestação dos serviços e beneficia os passageiros com tarifas públicas mais baixas. Oito capitais aderiram ou reforçaram a aplicação dessa nova fórmula de cálculo tarifário, no período pesquisado. Destacam-se Brasília-DF, Curitiba-PR e São Paulo-SP, que aumentaram os aportes para remunerar a prestação do serviço, de acordo com o custo da produção.

Outro exemplo vem de Recife-PE, onde foi implementado o VEM Social, um programa de aquisição de créditos eletrônicos por parte do poder público para os trabalhadores que ficaram desempregados durante a pandemia. “Diante do cenário preocupante, o setor vem sendo protagonista, com a apresentação de propostas como o escalonamento de horários das atividades econômicas, adotado temporariamente em Recife, em Fortaleza e em Goiânia, com resultados importantes”, observa Christovam. A medida, que visa achatar a curva de utilização do transporte público nos horários de pico, permite o melhor aproveitamento da frota e a redução de aglomerações, com potencial de se tornar um legado deixado pela pandemia, na avaliação do presidente.

 

Motoristas do Consórcio TransOceânico participam do Treinamento Lilás

CODIM e NitTrans promovem palestras com foco no acolhimento das mulheres em situação de violência

Motoristas do Consórcio TransOceânico participam do treinamento, que enfatiza a conscientização, orientação e educação, com foco no acolhimento das mulheres em situação de violência, orientando sobre redes de apoio ao enfrentamento da violência.

Alta do diesel: Fetranspor e sindicatos divulgam carta aberta à população

Alta do diesel exige soluções urgentes e ações conjuntas para superar a crise

O resultado é claro: menos ônibus nas ruas, maior espera nos pontos e perda da qualidade do serviço prestado.

Veja a carta aberta da Fetranspor e seus sindicatos à população do Estado do RJ:

Fetranspor faz 67 anos de luta pela boa mobilidade urbana no Estado

No dia 22 de janeiro, completamos 67 anos de muito trabalho. Enfrentamos adversidades, mas seguimos superando os obstáculos e construindo um trabalho sólido como representante das empresas associadas, contribuindo para a melhoria da mobilidade urbana e o aprimoramento do sistema de transporte de passageiros.

Nos últimos anos, focamos o trabalho na transparência, desenvolvendo um sistema de governança, adotando práticas de compliance, implantando Programa de Integridade e Conformidade, estabelecendo Código de Conduta e normas internas para a preservação da ética junto a todos os nossos públicos.

A Fetranspor evoluiu. E, se hoje chegamos até aqui, foi porque mãos incansáveis trabalharam e continuam trabalhando na busca pela excelência. A Federação é feita por todos nós, por isso, a comemoração de hoje é sua também! Agradecemos por estarmos juntos nessa caminhada. Nós somos a Fetranspor.

Fonte: Portal Fetranspor

Setrerj amplia parceria com Moovit que passa a atender 5 cidades do Grande Rio

Depois de Niterói, passageiros de São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá também passam a saber quando o ônibus vai chegar ao ponto. Parceria com o Cartão Digital da RioCard Mais também faz parte da expansão.

O Setrerj (Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro) ampliou sua parceria com o Moovit, iniciada no ano passado em Niterói. O aplicativo de mobilidade já mostra informações em tempo real sobre ônibus de todas as 29 empresas que compõem o Sindicato, o que passa a beneficiar também passageiros de São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá.

Mais de 200 linhas municipais e outras 230 intermunicipais são contempladas na parceria. A implementação já começou e será realizada ao longo das próximas semanas. As empresas do Setrerj transportam 36 milhões de passageiros todos os meses. “O trabalho em parceria com o Moovit e a Riocard Mais é importante para trazer cada vez mais pessoas para o transporte público”, afirma Marcio Barbosa, presidente do Setrerj.

Além da facilidade para localização dos veículos, o Moovit também passa a informar quais ônibus aceitam pagamento por aproximação, o NFC. O recurso foi desenvolvido para beneficiar passageiros que utilizam o Cartão Digital da Riocard Mais. Um ícone de NFC será exibido ao lado do número do ônibus quando o pagamento por aproximação for aceito

Fonte: Portal Fetranspor

Setrerj amplia parceria com app Moovit em quatro cidades da Grande Rio

Diário do Transporte, 29/01/22

A partir dessa semana os passageiros dos ônibus do transporte coletivo das cidades de São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá, na Grande Rio de Janeiro, passam a contar com o aplicativo Moovit.
O Moovit, uma empresa Intel, informa que a implementação já começou e será realizada ao longo das próximas semanas.

A parceria com o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj), iniciada no ano passado em Niterói, passará a contemplar assim todas as 29 empresas que compõem a entidade.

Com isso, serão mais de 200 linhas municipais e outras 230 intermunicipais alcançadas na parceria. Isso significa que 36 milhões de passageiros todos os meses poderão ser beneficiados pelas informações do Moovit que, além da facilidade para localização dos veículos, também passa a informar quais ônibus aceitam pagamento por aproximação, o NFC. O NFC (near-field communication) é uma tecnologia que permite a troca de informações sem fio.

O recurso foi desenvolvido para beneficiar passageiros que utilizam o Cartão Digital da Riocard Mais. Um ícone de NFC será exibido ao lado do número do ônibus quando o pagamento por aproximação for aceito.

O gerente geral do Moovit no Brasil, Pedro Palhares, conta que a parceria com o Setrerj deu muito certo em Niterói, e que a expansão para os outros municípios era natural. “Queremos que cada vez mais passageiros possam usar o transporte público de forma inteligente, com apoio dos dados e da tecnologia. Em breve, mais cidades da região metropolitana do Rio também terão informações disponíveis no app”, conta o executivo.

Já o presidente do Setrerj, Marcio Barbosa, calcula que as empresas do sindicato atendem a uma população de mais de 2 milhões de pessoas. “O trabalho em parceria com o Moovit e a Riocard Mais é importante para trazer cada vez mais pessoas para o transporte público”, afirma.

Consórcio Transoceânico distribui presentes em 30 comunidades

Foram entregues 4.200 brinquedos de Natal para 30 comunidades da cidade de Niterói.

Tendências de compliance para 2022

Por LEC Legal Ethics Compliance

Um dos fatores que diferenciam os profissionais que se destacam no mercado de trabalho é a forma como se preparam para o futuro, pensando em como vão impactar o mercado positivamente. Por isso, é muito importante que você conheça as tendências de Compliance para 2022 e prepare-se desde já.

Quais são as tendências de Compliance para 2022?

Primeiramente, precisamos esclarecer que o cenário de Compliance não é homogêneo em todo o país, portanto, é preciso que você analise as tendências de acordo com a realidade de cada instituição.

Cada organização tem o seu porte, sua estrutura de capital e está em um momento bastante particular. Esse contexto diversificado não é algo pontual, vai continuar acontecendo, afinal, o mercado está em constante movimento.

Como profissional da área, é importante que você compreenda cada cenário de forma personalizada, com um olhar específico para a cultura da empresa e para o nível de engajamento da instituição com o programa de Compliance.

Por isso, quando o assunto são as tendências de Compliance, é preciso ter essa visão de que são muitos os cenários existentes e de que você precisará se adaptar ao nível de engajamento com Compliance de cada organização.

A diferença entre projeto e programa de Compliance

Apenas falar que o ramo de Compliance vai continuar em crescimento, seria muito básico. Portanto, vamos apresentar duas tendências que fazem mais sentido para empresas que veem o programa de Compliance de fato como um programa e não como um projeto.

Isso porque projetos têm começo, meio e fim. Já um programa, é algo constante, que não acontece só uma vez, mas se mantém na busca por novos ajustes, com o foco em continuar fazendo o que é certo em todos os âmbitos.

Mesmo que outras empresas ainda sejam de menor porte e não contem com essa visão sobre a área, é preciso manter as tendências que vamos apresentar a seguir no seu radar, já que o segmento está em crescimento constante e as instituições tendem a avançar cada vez mais nesse sentido.

1. Inovação além da tecnologia

Quando o Compliance ainda era uma novidade no Brasil, era comum que a visão sobre o ramo fosse apenas relacionada à corrupção, ou seja, a sanar irregularidades ou mesmo prevenir situações. Porém, o Compliance vai muito além, existem outros cenários para que as organizações estejam em conformidade — como podemos citar a questão da proteção de dados, que também deve ser abordada nos programas.

O Compliance consiste em ajudar as empresas a “fazerem as coisas corretas do jeito certo” e, como já citamos, o mercado está em movimento e é preciso que as organizações sejam inovadoras.

Quando o assunto é inovação, é comum pensarmos apenas em novas tecnologias e softwares. Porém, também é necessário que as organizações estejam dispostas a irem além da tecnologia, buscando maneiras diferentes de melhorar e desenvolver o negócio, a fim de ter ações que reforcem uma cultura positiva e ética.

A forma como o programa vai ser abordado na instituição precisa ser pensada com um olhar particular. Existem os pilares do programa de Compliance, contudo, não há regras sobre a maneira de implementação, ou seja, não precisa ser feito da mesma forma em todas as instituições.

Muitas vezes, a inovação pode estar nos detalhes — no cronograma de treinamentos, em um software específico para ser o canal de denúncias anônimas ou em qualquer outro ponto que pareça simples e comum, mas que, com alguma adaptação, proporcione um aspecto mais inovador para a empresa.

2. Maior foco em ESG

ESG (Environmental, Social and Corporate Governance — em tradução livre: Governança Ambiental, Social e Corporativa) consiste na consideração de uma organização com base em fatores sociais e ambientais, com foco na sustentabilidade.

Sem dúvidas, esse ponto é uma grande tendência e muitas instituições já estão revendo seus programas para buscar maneiras de ter processos corretos e uma evolução da Governança.

Essa sigla com apenas três letras tem muito impacto e já tem transformado o universo corporativo, já que uma Governança sustentável afeta não apenas a comunicação da empresa, mas a maneira como ela opera por completo e até mesmo como se relaciona com colaboradores, parceiros e com a sociedade.

O interessante desse aspecto em focar no ESG é que as empresas dão mais importância às pessoas de forma geral — pois se preocupar com funcionários e colaboradores é essencial, mas ainda assim, é somente o básico. Por isso, no contexto da ESG, a sociedade também passa a ser um ponto relevante para as organizações, afinal, as empresas impactam o mundo de alguma maneira e é necessário que façam isso pensando na sustentabilidade.

As organizações precisam estar em conformidade para não cair no equívoco de apenas lançar materiais que comuniquem ações sustentáveis, deixando a comunicação ser maior do que a realidade. Dessa forma, como ESG é uma das tendências de Compliance para 2022, faça com que a empresa na qual você trabalha ou presta serviço, seja uma organização realmente responsável e com uma evolução da Governança nesse aspecto.

Outros assuntos relevantes sobre Compliance

Abordamos as duas principais tendências de Compliance para 2022, com um olhar mais direcionado a pontos que estão ganhando cada vez mais destaque e que podem diferenciar as empresas no próximo ano.

Contudo, outra forma de identificar tendências é olhar para o passado e para o presente, analisando as mudanças que têm ocorrido. Assim, é possível mapear o que possivelmente está por vir. Com essa visão, podemos entender como as novas tecnologias e as mudanças em relação à proteção de dados têm estado entre os temas mais abordados do ramo de Compliance.

Conhecendo esse contexto, também vale o lembrete para você ter atenção com tudo que envolva o cenário da economia baseada em dados e a supervalorização desses ativos. Procure saber mais sobre a LGPD, a PEC 17/2019 e outros assuntos relacionados.

Veja o original aqui.

Moovit passa a exibir horários dos ônibus em tempo real para Niterói

Os passageiros também passam a saber antes em quais veículos podem pagar com aproximação, em mais uma etapa da parceria com o Cartão Digital da RioCard Mais

 

 

Niterói, 18 de novembro de 2021 – O Moovit, uma empresa Intel, agora informa seus usuários em Niterói quanto tempo falta para os ônibus chegarem aos pontos. A comodidade se tornou possível graças a uma parceria com o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj). As informações em tempo real estão disponíveis em 45 linhas do Consórcio Transoceânico, Expresso Garcia e Ingá.

Além da facilidade para localização dos veículos, o Moovit também passa a informar quais ônibus aceitam pagamento por aproximação, o NFC. O recurso foi desenvolvido para beneficiar passageiros que utilizam o Cartão Digital da Riocard Mais. Um ícone de NFC será exibido ao lado do número do ônibus quando o pagamento por aproximação for aceito.

“O Moovit tem a missão de simplificar a mobilidade urbana para todos. Há tempos queríamos trazer essa comodidade para Niterói e beneficiar os moradores da cidade. Somos gratos ao Setrerj pela parceria, e esperamos que cada vez mais pessoas usem o transporte público com essas facilidades”, afirma Pedro Palhares, gerente geral do Moovit no Brasil.

“Queremos que os niteroienses e cada vez mais passageiros de transporte público no estado do Rio de Janeiro tenham mais comodidade ao usar os ônibus. A parceria com o Moovit tem este objetivo”, diz Marcio Barbosa, presidente do Setrerj.

Como verificar os horários de chegada em tempo real no Moovit

Os horários dos ônibus no Moovit são exibidos em duas cores: os horários programados em preto, e as estimativas em tempo real em verde. Os horários programados são fornecidos pelas empresas e operadores de transporte, coletados em fontes de informação oficiais ou checados pela Comunidade Mooviter.

Já o horário em tempo real é baseado na localização atual do veículo por meio de sinal de GPS emitido por ele, fornecido pela empresa ou operador de transporte público. A precisão dessas estimativas pode variar, dependendo da qualidade do sinal do GPS, das condições de tráfego e  da estabilidade da fonte de dados.

O que é NFC

NFC (near-field communication) é uma tecnologia que permite a troca de informações sem fio e de forma segura entre dispositivos compatíveis que estejam próximos um do outro. Estes dispositivos podem ser telefones celulares, tablets, crachás, cartões de bilhetes eletrônicos, pulseiras e qualquer outro dispositivo com um chip NFC.

NFC no Cartão Digital

A tecnologia NFC é a condição essencial para que ocorra a comunicação entre o smartphone do passageiro e o validador do meio de transporte. Com a tecnologia presente em ambos os equipamentos, o pagamento com o Cartão Digital Riocard Mais será efetuado.

Para aderir à novidade, basta baixar gratuitamente o aplicativo Cartão Digital + Valida Mais na loja Google Play. O assistente virtual Tomais ajuda no passo a passo, que é muito simples: basta preencher o cadastro, criar uma senha segura e definir um PIN com quatro dígitos, que será utilizado para autenticar cada pagamento de passagem. Depois de solicitar a criação do Cartão Digital, um e-mail será enviado com todas as informações. Até o momento, 106 mil clientes fizeram o download e 68 mil habilitaram o cartão digital para uso.

Sobre o Moovit

Moovit, uma empresa Intel, é o líder global em Mobilidade como Serviço (MaaS) e o aplicativo de mobilidade urbana mais usado do mundo. O Moovit simplifica a maneira como as pessoas usam o transporte público, micromobilidade e outras formas de transporte. Mais de 1 bilhão de usuários usam o app gratuitamente no Android, iOS e na web em 3400 cidades de 112 países. O Moovit foi adquirido pela Intel em 2020 para unir forças com a Mobileye no desenvolvimento do transporte autônomo, e recentemente apresentou o MoovitAV.

Sobre a RioCard Mais

A Riocard Mais é a maior empresa de bilhetagem eletrônica do país, sendo referência internacional. O cartão é multimodal, aceito em todos os meios de transporte público e está presente em 43 cidades do Estado do Rio de Janeiro. Ao todo, são 4 milhões de cartões ativos e, por mês, são realizadas cerca de 150 milhões de transações eletrônicas com os cartões Riocard Mais. A empresa disponibiliza ampla rede de atendimento aos clientes, com mais de 20 lojas físicas, 500 máquinas de recarga, 920 pontos de recarga em todo o Estado e atendimento com assistente virtual no Whatsapp, além de opções de recarga com cartões de crédito, débito, PIX ou boleto bancário no site ou no aplicativo próprio e cartão físico, pulseira, chaveiro e Cartão Digital como forma de pagamento de passagem.

Contato para Imprensa

Marcelo Tavela – Comunicação Moovit

(21) 99122-3706 / marcelo.tavela@moovit.com

Passageiros do Consórcio Transoceânico já podem conferir no Moovit o tempo de espera até o embarque e pagar a passagem com o Cartão Digital da RioCard Mais

A praticidade chegou para os passageiros do Consórcio Transoceânico, em Niterói. Agora, na palma da mão, é possível abrir o aplicativo Moovit e conferir o tempo de espera pelo ônibus até o embarque e a forma de pagamento que é aceita no veículo. Todos os veículos que circulam no corredor BHLS possuem validadores que fazem a leitura do Cartão Digital da Riocard Mais.

O Cartão Digital é uma forma de pagamento por aproximação com a utilização de telefones celulares por meio da tecnologia NFC. No app Moovit (http://moovit.me/vamosjuntos), a informação aparece disponível nas telas de Direções e Estações do aplicativo. Um ícone de NFC será exibido ao lado do número do ônibus quando o pagamento por aproximação for aceito, em uma dinâmica semelhante às notificações de tempo real com as quais os usuários do Moovit estão habituados.

Primeira empresa do país a lançar o serviço de pagamento de passagem por celular nos principais meios de transporte público, a Riocard Mais já contabiliza 111 mil clientes habilitados para uso do Cartão Digital. Com a facilidade de comprar e validar créditos de transporte no próprio aparelho, a nova forma de pagamento torna mais ágil e fácil o acesso ao transporte público. E 48% da aquisição de créditos na forma de pagamento digital ocorrem via Pix.

O que é NFC

NFC (near-field communication) é uma tecnologia que permite a troca de informações sem fio e de forma segura entre dispositivos compatíveis que estejam próximos um do outro. Estes dispositivos podem ser telefones celulares, tablets, crachás, cartões de bilhetes eletrônicos, pulseiras e qualquer outro dispositivo com um chip NFC.

NFC no Cartão Digital

A tecnologia NFC é a condição essencial para que ocorra a comunicação entre o smartphone do passageiro e o validador do meio de transporte. Com a tecnologia presente em ambos os equipamentos, o pagamento com o Cartão Digital Riocard Mais será efetuado.

Para aderir à novidade, basta baixar gratuitamente o aplicativo Cartão Digital + Valida Mais na loja Google Play. O assistente virtual Tomais ajuda no passo a passo, que é muito simples: basta preencher o cadastro, criar uma senha segura e definir um PIN com quatro dígitos, que será utilizado para autenticar cada pagamento de passagem. Depois de solicitar a criação do Cartão Digital, um e-mail será enviado com todas as informações.

Sobre o Moovit

Moovit, uma empresa Intel, é o líder global de Mobilidade como Serviço (MaaS), e o aplicativo de mobilidade urbana mais utilizado do mundo. Mais de 1 bilhão de usuários usam o Moovit gratuitamente para circular em mais de 3400 cidades de 112 países. Para empresas e governos, o Moovit oferece suas soluções MaaS voltadas para operações e análise de dados, com comprovada eficiência em reduzir congestionamentos, aumentar o número de passageiros, e ampliar a eficiência e utilização dos serviços.

Sobre a RioCard Mais

A Riocard Mais é a maior empresa de bilhetagem eletrônica do país, sendo referência internacional. O cartão é multimodal, aceito em todos os meios de transporte público e está presente em 43 cidades do Estado do Rio de Janeiro. Ao todo, são 4 milhões de cartões ativos e, por mês, são realizadas cerca de 150 milhões de transações eletrônicas com os cartões Riocard Mais. A empresa disponibiliza ampla rede de atendimento aos clientes, com mais de 20 lojas físicas, 500 máquinas de recarga, 920 pontos de recarga em todo o Estado e atendimento com assistente virtual no Whatsapp.

Fetranspor: Mobilidade Notícias nº 145

Edição nº 145 – 09 de novembro de 2021

Fetranspor realiza webinar sobre aspectos tributários
da recuperação judicial
e extrajudicial

 

Evento reuniu sindicatos filiados e empresas associadas. Advogados dos escritórios Azevedo Sette e Alvarez & Marsal conversaram sobre o tema.

 

 

Membros do Fórum Consultivo de Mobilidade Urbana

 

Órgão designa representantes da NTU, ANTP, Fabus e da CNTTT, entre outras entidades e avaliará transporte público.

 

ANTP Café: jornalistas debatem transporte público no Brasil

 

Participaram do evento: Milton Jung, da rádio CBN; Alencar Izidoro, da Folha de SP; e Adamo Bazani, do Diário do Transporte.

 

Bel-Tour lança novo
site com blog
sobre turismo

 

Site bel-tour.com.br traz informações sobre empresa, serviços oferecidos, características dos veículos de sua frota e blog com notícias.

 

 

Clientes do Transoceânico contam com Moovit

 

Aplicativo permite verificar tempo de espera e forma de pagamento. Veículos do corredor BHLS aceitam Cartão Digital da Riocard Mais.

 

 

Salineira participa do evento da prefeitura
de Cabo Frio

 

Empresa levou serviços do “Salineira com a Comunidade” para o “Criança na Praça”, da Secretaria Municipal da Criança e do Adolescente.

 

 

Novidades no Moovit para os passageiros do Consórcio Transoceânico

Passageiros do Consórcio Transoceânico já podem conferir no Moovit o tempo de espera até o embarque e pagar a passagem com o Cartão Digital da RioCard Mais

A praticidade chegou para os passageiros do Consórcio Transoceânico, em Niterói. Agora, na palma da mão, é possível abrir o aplicativo Moovit e conferir o tempo de espera pelo ônibus até o embarque e a forma de pagamento que é aceita no veículo. Todos os veículos que circulam no corredor BHLS possuem validadores que fazem a leitura do Cartão Digital da Riocard Mais.

O Cartão Digital da Riocard Mais é uma forma de pagamento por aproximação com a utilização de telefones celulares, por meio da tecnologia NFC. No aplicativo Moovit (http://moovit.me/vamosjuntos), a informação aparece disponível nas telas de Direções e Estações do aplicativo. Um ícone de NFC será exibido ao lado do número do ônibus quando o pagamento por aproximação for aceito, em uma dinâmica semelhante às notificações de tempo real com as quais os usuários do Moovit estão habituados.

Primeira empresa do país a lançar o serviço de pagamento de passagem por celular nos principais meios de transporte público, a Riocard Mais já contabiliza 111 mil clientes habilitados para uso do Cartão Digital. Com a facilidade de comprar e validar créditos de transporte no próprio aparelho, a nova forma de pagamento torna mais ágil e fácil o acesso ao transporte público. E 48% da aquisição de créditos na forma de pagamento digital ocorrem via Pix.

O que é NFC

NFC (near-field communication) é uma tecnologia que permite a troca de informações sem fio e de forma segura entre dispositivos compatíveis que estejam próximos um do outro. Estes dispositivos podem ser telefones celulares, tablets, crachás, cartões de bilhetes eletrônicos, pulseiras e qualquer outro dispositivo com um chip NFC.

NFC no Cartão Digital

A tecnologia NFC é a condição essencial para que ocorra a comunicação entre o smartphone do passageiro e o validador do meio de transporte. Com a tecnologia presente em ambos os equipamentos, o pagamento com o Cartão Digital Riocard Mais será efetuado.

Para aderir à novidade, basta baixar gratuitamente o aplicativo Cartão Digital + Valida Mais na loja Google Play. O assistente virtual Tomais ajuda no passo a passo, que é muito simples: basta preencher o cadastro, criar uma senha segura e definir um PIN com quatro dígitos, que será utilizado para autenticar cada pagamento de passagem. Depois de solicitar a criação do Cartão Digital, um e-mail será enviado com todas as informações.

Sobre o Moovit

Moovit, uma empresa Intel, é o líder global de Mobilidade como Serviço (MaaS), e o aplicativo de mobilidade urbana mais utilizado do mundo. Mais de 1 bilhão de usuários usam o Moovit gratuitamente para circular em mais de 3400 cidades de 112 países. Para empresas e governos, o Moovit oferece suas soluções MaaS voltadas para operações e análise de dados, com comprovada eficiência em reduzir congestionamentos, aumentar o número de passageiros, e ampliar a eficiência e utilização dos serviços.

Sobre a RioCard Mais

A Riocard Mais é a maior empresa de bilhetagem eletrônica do país, sendo referência internacional. O cartão é multimodal, aceito em todos os meios de transporte público e está presente em 43 cidades do Estado do Rio de Janeiro. Ao todo, são 4 milhões de cartões ativos e, por mês, são realizadas cerca de 150 milhões de transações eletrônicas com os cartões Riocard Mais. A empresa disponibiliza ampla rede de atendimento aos clientes, com mais de 20 lojas físicas, 500 máquinas de recarga, 920 pontos de recarga em todo o Estado e atendimento com assistente virtual no Whatsapp.

Acesse aqui!

 

Meio ambiente sustentável

Programa SETRERJ de Monitoramento de Emissão de Fumaça Preta dos Ônibus

Lamentavelmente, as ações do homem são as principais causas das mudanças climáticas, segundo relatório da Organização das Nações Unidas – ONU. O cenário é preocupante, já que em 2020 a concentração de CO² bateu novo recorde histórico, mesmo com a pandemia!

E como podemos contribuir?

Ao optarmos pelo uso consciente do transporte coletivo e outros meios de transporte com baixa emissão per capita de gases que causam o efeito estufa, podemos limitar as mudanças climáticas.

A sua decisão é com certeza, parte importante para a melhoria dessas mudanças climáticas.

Com algumas pequenas mudanças de hábitos, grandes impactos na vida do nosso planeta podem acontecer e só depende de você!

Vamos começar?

Crise no transporte público

Acesse a seguir o clipping das notícias mais relevantes:

>> Transporte público vive onda de falências e crises

>> O Globo – O labirinto dos transportes do Rio: à beira do colapso, setor sofre com queda de demanda e péssimos serviços. Com menos receita de tarifas, e diante de regulamentações frágeis e sem previsão de subsídio público, concessionárias alegam não serem mais capazes de seguir operando

>> Estado de S. Paulo – A crise e as oportunidades no transporte público do Rio de Janeiro

>> Folha de S. Paulo – Modelo brasileiro de financiamento do setor é insustentável

>> Poder 360º – O transporte público que todos podem pagar, escreve Otávio Cunha. Entidades apresentam proposta de reformulação com fontes alternativas de remuneração.

>> Com prejuízo, transporte público está à beira do colapso, diz estudo

>> Subsídios de Doria aos ônibus superam gastos com obras em R$ 1 bilhão

>> Transporte público por ônibus tem prejuízo de mais de R$ 14 bi durante pandemia

>> Estado de S. Paulo – Artigo de Roberta Marchesi, diretora executiva da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos).

>> FNP defende auxílio federal permanente para manutenção do transporte público.

>> FNP participa de audiência pública sobre financiamento do transporte público da Câmara dos Deputados.

>> Vereadores aprovam subsídio que congela passagem de ônibus em Fortaleza

>> Transporte coletivo de passageiros no Brasil está à beira do colapso

>> Prefeito de Porto Alegre, Marchezan defende novo modelo para financiar transporte público.

>> Campinas fixa subsídio para ônibus em R$ 72 milhões, mas empresas dizem que é necessário o dobro

>> Câmara de JF aprova subsídio ao ônibus; valor pode chegar a R$ 22,1 milhões em 2022

>> Mais de 40 sistemas de transporte público tiveram subsídios para reduzir o desequilíbrio econômico-financeiro agravado na pandemia

>> NTU: O vírus que atropelou o ônibus

Convênio SETRERJ e HOSB proporcionará oftalmologia ao alcance de todos os rodoviários

O SETRERJ recebeu a visita dia 29 de julho das colaboradoras do Comercial e Comunicação do Hospital Oftalmológico Santa Beatriz.

Momento especial que registrou o novo convênio que proporcionará aos rodoviários a missão do HOSB: Oftalmologia ao alcance de todos!

Com isso, além da responsabilidade de conduzir passageiros, empenho e esforço diário no exercício das atividades, os rodoviários e seus dependentes/familiares terão acesso aos serviços oftalmológicos nas Unidades do Hospital Oftalmológico Santa Beatriz!

O HOSB oferece atendimento completo de prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação da saúde ocular de cada paciente!

Para dirigir bem, é preciso enxergar bem e enxergar bem faz parte da segurança do trânsito e da sociedade!

LGPD: Desafios e impactos nos negócios

As empresas têm no uso de dados uma ferramenta fundamental para os negócios hoje. Muitos desses dados armazenados estão enquadrados como dados pessoais e, portanto, sujeitos à LGPD. Como não podem abrir mão deles, tão pouco infringir a legislação, será preciso repensar as formas como as empresas tratam os dados dos seus consumidores.

Em vigor há menos de um ano, a Lei Geral de Proteção de Dados é uma realidade ainda repleta de incertezas em relação a sua aplicação prática. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), autarquia criada para ser a responsável por disciplinar, regular e orientar as questões relativas à proteção de dados pessoais, é embrionária e padece, além da juventude, da falta de verbas para que possa agir com algum grau de autonomia e um mínimo de capacidade operacional.

Estabelecida durante o governo do presidente Michel Temer, a ANPD foi criada como um órgão da presidência da República de natureza transitória e sem aumento de despesas, o que a deixa com muitas limitações de atuação, ainda mais num momento de criticidade fiscal como o atual. Foi o mecanismo escolhido naquele momento, para que a criação da ANPD não fosse postergada. Mas, a lei que a criou deixa claro que ela pode vir a ter o regime de autarquia, tal qual agências regulatórias como a ANVISA e a ANS. Segundo a sócia da LEC e do escritório especializado em Compliance e Proteção de Dados GCAA, Alessandra Gonsales, a avaliação disso deve acontecer em dois anos. “O ideal seria que ela se convertesse realmente numa autarquia. Isso daria a ela orçamento próprio e, ao menos em tese, mais independência de atuação”, diz a advogada, que também é sócia-fundadora da LEC.

A própria legislação tem uma série de aspectos que carecem de orientação mais clara, bem como outros que demandam regulamentação da entidade. Embora muitas dessas questões não devam ser tratadas tão rapidamente, o fato é que a lei está valendo e, as dúvidas e hipóteses em relação a sua aplicação, sendo discutidas pelo mercado.

Uma dessas discussões é sobre se a responsabilidade prevista na lei será considerada objetiva, que independe de conduta e dolo da companhia, tal qual acontece com a Lei Anticorrupção local.

Uma corrente de pensamento diz que se a empresa tomou todas as providências cabíveis, e mesmo assim aconteceu uma violação da lei, por um ataque externo, por exemplo, ela teria aí uma linha de defesa. Para esse grupo, uma vez que acreditam que a responsabilidade só poder ser objetiva se estiver expressa na lei (o que não está), a empresa só teria responsabilidade se ficasse comprovado que foi o controlador ou o operador que deixou vazar o dado e, ainda, se o vazamento gerou dano.

A outra vertente entende que a responsabilidade é objetiva e ponto final.

Embora o texto da LGPD não seja explicito em relação à responsabilidade objetiva (e se a intenção do legislador era essa, então deveria estar), Priscila Sansone, Sócia da área de Direito de Consumo do Veirano Advogados, fazem uma analogia com o Código de Defesa do Consumidor, que diz que nas relações de consumo, a responsabilidade da empresa é objetiva. “Essa é a tendência mais forte. Aqui no escritório, acreditamos que a responsabilidade será objetiva, porque o Código de Defesa do Consumidor já prevê, ainda que indiretamente, a responsabilização em relação à utilização de dados dos consumidores”, lembra a sócia do Veirano.

Ela explica que, no mundo real, a LGPD se valeu de alguns direitos já assegurados aos consumidores, como o que se relaciona ao ônus da prova. É o controlador ou o operador dos dados que precisam apresentar provas que o dado do cliente não foi vazado numa acusação dessa natureza. Por isso, Sansone acredita que se a LGPD tende a proteger o dono do dado, a responsabilização tende a ser objetiva. Mas, a advogada lembra também que, em alguns casos, não se pode exigir do fornecedor (seja ele o controlador ou o operador) a prova negativa. “Nesse ponto, acho que vamos ter um impasse até ver em algum caso concreto como o judiciário vai reagir”, pontua.

OBJETIVA? TALVEZ. SOLIDÁRIA? COM CERTEZA

Outro ponto importante, a responsabilidade solidária dos envolvidos em caso de vazamento de dados pessoais é explícita. Controlador e operadores respondem conjuntamente por violações à lei, o que coloca toda a cadeia de valor da empresa que, de alguma forma, trata os dados controlados por ela, sob pressão. “É a mesma lógica do Código de Defesa do Consumidor. Todas as empresas envolvidas irão responder perante o titular do dado, que pode entrar com ação judicial contra quem ele quiser, seja um, sejam todos os envolvidos na infração”, diz a sócia do Veirano.

Independentemente do número de sancionados, o valor determinado como reparação será o mesmo, dividido entre as partes, ou assumida por uma delas, muito provavelmente o controlador, com quem a pessoa costuma ter o relacionamento. Nesses casos, num momento posterior, é possível aplicar o direito de regresso entre quem pagou a multa no valor integral e os outros envolvidos no caso. Esse processo é disciplinado pela LGPD que diz que na prática, se forem condenados, serão solidários.

Isso tem levado a um processo intenso de adequação de contratos entre as empresas e seus fornecedores e parceiros de negócios que lidam com dados pessoais sob sua responsabilidade ou em seu nome. Nessas adequações, cláusulas robustas para as questões relacionadas ao tratamento desses dados e a assumpção de responsabilidade dos fornecedores, inclusive em termos de ressarcimento financeiro estão sendo incluídas.

Nesse contexto de solidariedade, existem situações que podem ser mais complexas, nas quais um mesmo operador lida com dados de vários controladores. Dados iguais, não raro. Assim, as empresas precisarão se preocupar se os dados que ela controla e estão em alguma plataforma externa estão segregados. “Se acontece um vazamento da plataforma, ela vai ter que identificar de qual caixinha vazou, da empresa A ou da empresa B?”, lembra Alessandra Gonsales.

MUDANÇA DE MINDSET

Com a lei em vigor, o desafio que se impõe às empresas é como equilibrar o uso mais intensivo de dados em cada vez mais aspectos do seu negócio (e o dados pessoais são peça chave nisso) sem infringir a lei e, pior do que tudo, desrespeitar a vontade e a privacidade dos consumidores.

A busca por esse equilíbrio não é fácil. Com a digitalização do ambiente de negócios em diferentes frentes o acesso a dados pessoais de toda natureza (daqueles mais pessoais mesmo, como CPF e RG, até indicadores relacionados a hábitos de consumo) ficou muito mais fácil. Qualquer empresa que tenha alguma atividade comercial acumula hoje um mar de dados nos quais a maioria não sabe navegar, mas que estão nas entranhas de algum sistema da empresa e, por isso, expostos. Apenas empresas de varejo geram 40 terabytes de dados por hora. Se antes, o desafio residia em como organizar, extrair e tratar esses dados de consumidores e de consumo tão importantes, agora, antes de pensar em fazer isso, será mandatório obter consentimento de quem é o verdadeiro dono daquela informação: a própria pessoa. “As empresas e particularmente as áreas de Marketing trabalharam por muito tempo acreditando que os dados, pessoais ou não, uma vez dentro da casa, eram um ativo da empresa. E não são”, afirma Gonsales. “Seria como fazer uma avaliação do seu patrimônio com um bem que naquele momento está com você, mas que não lhe pertence. Os dados pessoais não são das empresas. E elas há tempos sabem disso”, emenda.

Dessa forma, para que áreas como Vendas e Marketing trabalhem com o uso de dados dentro do novo cenário jurídico, não existe outra opção que não a de se reinventar na forma como estabelecem o relacionamento com os seus clientes. O desafio é que não necessariamente estamos falando de uma mudança de formato ou plataforma: da carta para o telefone, do telefone para o e-mail, do e-mail para a comunicação nas redes sociais… Até porque todos esses meios continuam existindo e, todos eles, se valem dos dados pessoais.

“É preciso ter clareza de que não dá para se adequar à LGPD sem uma mudança de postura das empresas”, explica a Sócia do Veirano. Se de um lado, não faz sentido a empresa abrir mão dos dados, é preciso sim estabelecer processos e mecanismos sobre a forma de tratá-los. “As empresas podem pensar em alternativas para não tornar a aplicação da LGPD tão onerosa (em termos de limitação no uso dos dados). Temos assessorado clientes nesse sentido, mas (a lei) esvazia um pouco a ideia original do que fazer com esses dados”, diz Priscila Sansone.

A compra e a venda de bases de dados de clientes para fazer “aquecimento” de leads, por exemplo, é um grande problema. Isso faz com que na área de Marketing, a lei bata de forma mais dolorosa do que em outras áreas. Pode-se pensar em mecanismos, mas não dá para fugir do aceite e do consentimento do usuário no uso dos dados, se a empresa não tiver outra base legal para tratar os dados.

A LGPD exige dos profissionais nas empresas entender quais dados estão sendo tratados e, antes disso, se esses dados podem ser tratados. Se o consumidor quer o CPF na nota, você não pode simplesmente capturar esse dado e abastecer o banco de dados da empresa com as informações de compras dele sem que ele aceite formalmente isso. “O CPF será utilizado apenas para a emissão da notal fiscal ou também para um programa de fidelidade? Você consente enquanto for afiliado do programa? Então a empresa não precisa descartar os seus dados”, lembra Gonsales, do GCAA. Ao mesmo tempo, pela natureza do programa – que quando bem executado tende a gerar engajamento e relacionamento constante –, é possível manter o aceite do consumidor atualizado. Até porque uma vez que são as próprias compras do cliente com a empresa que estão mantendo os seus dados atualizados na base. “O dado tem que ter finalidade específica em relação ao seu uso. Posso deixar isso pré-aprovado com os consumidores e, se não ficar mudando as políticas, o aceite vai bastar. O Compliance com a LGPD está muito relacionado a essa autorização” reforça Sansone. Ela diz que tem recomendado estruturar vários cenários do que pode ser feito com os dados, como envio de mensagens promocionais e de vendas da empresa; envio de mensagens por parceiros da empresa; ou permitindo o contato por telefone. “Estabelecendo com o consumidor essa dinâmica, tudo bem. Agora, é preciso fazer esse combinado e cumpri-lo”, diz a sócia do Veirano.

Um problema é no caso de pessoas que entram no programa, colocam os seus dados, mas acabam não fazendo negócios com a empresa. Uma situação comum. Aí será preciso estipular a partir de quanto tempo aquele dado deverá ser descartado, para não expor a empresa desnecessariamente.

SER TRANSPARENTE É SÓ O COMEÇO

Outro bom exemplo sobre a nova realidade que a LGPD impõe as atividades comerciais e de negócios das empresas foi o comunicado da nova política de privacidade de dados do WhattsApp, no qual a empresa pontuava que uma quantidade relevante de dados dos usuários estavam sendo compartilhados para o Facebook (empresa que controla o WhattsApp e, também, o Instagram) e outros parceiros. As plataformas de mídias sociais tem no uso dos dados de interesse de cada usuário, obtidos por diferentes meios, o pilar central do seu modelo de venda de publicidade. A transparência ao extremo expôs que o aplicativo de mensagens estava totalmente infringente à lei de proteção de dados local. Na ocasião, em janeiro deste ano, o PROCON notificou a empresa a se explicar. O comunicado foi retirado e voltou a circular novamente apenas no final de fevereiro, com ajustes. “As Big Tech tiveram muito problema na Europa e buscaram desenhar uma política bem transparente. O problema é que não é só falar o que você faz. É preciso autorização do dono do dado antes de fazê-lo”, explica Gonsales.

Isso faz com que mesmo em empresas do mesmo grupo econômico, o compartilhamento de dados precisa estar amarrado e autorizado. Em meio a tantos riscos de compartilhar os dados até quem está sob o mesmo guarda-chuva, o que dizer dos riscos de trocar esses dados com outras empresas, sob a qual não se pode ter controle nenhum. “Aconteceu comigo. Descobri numa farmácia, que o meu CPF me dava descontos porque estava na base deles como cliente de outra rede de varejo. E a pessoa na farmácia ainda me disse que eu teria desconto por ser cliente dessa rede de varejo. Ou seja, compartilharam meus dados com a farmácia sem que eu autorizasse”, relata Alessandra Gonsales. Nesse caso, tanto a farmácia quanto a rede de varejo poderiam ser responsabilizados. A sócia do GCAA reconhece que para as redes de varejo e outros setores que lidam com muitos dados pessoais, o controle disso pode ser uma loucura. Daí a importância dessas empresas criarem mecanismos de atualização obrigatórios. Tendo em vista a complexidade, é possível que muitas empresas assumam o risco de manter o uso dos dados sem estar totalmente aderente à LGPD. “Por isso temos que ter enforcements. Ou temos uma atuação forte das autoridades ou existe o risco de as empresas não respeitarem a Lei e causarem danos aos titulares”, alerta Alessandra Gonsales.

DADOS PESSOAIS ANONIMIZADOS

Outro mecanismo que pode ser utilizado pelas áreas de Marketing e Comunicação da empresa e até com parceiros, é a anonimização dos dados. Dados só são pessoais quando passíveis de identificar pessoas. Muitos dados com informações pessoais não se enquadram nesse critério.

Mais companhias estão tentando trabalhar em estratégias que disfarçam os dados pessoais, o que diminui o engessamento na forma de trabalhar, uma vez que não se acessa os dados específicos de uma consumidora. “Uma publicidade dirigida para mulheres entre 40 e 50 anos que consomem pílula. Se tiver acesso a um conjunto de dados anonimizados que eu saiba que está dentro desse intervalo, ok. Claro que uma vez anonimizado, o dado não poderá mais ser desanonimizado”, exemplifica a sócia do Veirano. É uma alternativa a tentativa do consentimento, que tem uma fragilidade elementar: o consumidor pode sempre revogá-lo. Hoje, existem softwares que fazem o processo de anonimização e impedem a sua reversão. Na busca por alternativas, empresas estão fazendo anonimização para objetivos variados, de pesquisa até testes de novos produtos.

As empresas vão ter que ser criativas na forma de lidar com esse tratamento hoje em dia. Isso porque embora exista uma série de hipóteses que autorizam tratamento de dados, muitas não valem numa relação entre consumidor e fornecedor. Ao fim, sobram a obrigação legal de responder a autoridade; casos de cumprimento de contrato, como uma compra feita que precise ser entregue; o próprio consentimento; e, uma quarta hipótese: legítimo interesse, que segundo Sansone ainda é uma zona super cinzenta. “A própria GDPR (a legislação europeia de proteção de dados pessoais) não tem muito bem definido o que se enquadra como legítimo interesse. Mas são essas quatro hipóteses”, pontua a advogada do Veirano, para quem é possível uma mudança de mentalidade mesmo sem os enforcements. “A LGPD agregou, mas antes dela estar em vigor já foram aplicadas multas milionárias para empresas, tanto por órgãos de defesa do consumidor quanto pelo Ministério Público com base no código de defesa do consumidor”, lembra. Isso deixou as empresas assustadas e serviu de base para uma mudança de mentalidade.

Antes de ações de fiscalização ou autuações, espera-se da ANPD uma ação forte em termos de comunicação e educação. “Não podemos ter uma explosão de anúncios de fiscalização e ações judiciais (na área do direito do consumidor) como tivemos 15 anos atrás. Somos hoje mais conscientes em termo de sociedade, as empresas também são mais conscientes e a própria presença do Compliance já ajuda nesse sentido”, conclui Sansone.

COMPETÊNCIA DE QUEM?

A ANPD tem competência exclusiva para tocar os processos e aplicar as sanções por violações à LGPD na esfera administrativa contra as empresas. Mas, como lembra Alessandra Gonsales, do GCAA, o risco relacionado a conflito de competências sempre existe. Por isso, é importante ressaltar o acordo de cooperação técnica assinado no final de março entre a autoridade e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom) para ações conjuntas nas áreas de proteção de dados pessoais e defesa do consumidor. Os dois órgãos atuarão de forma integrada para uniformizar entendimentos e na coordenação do endereçamento de reclamações de consumidores. Para a ANPD, a atuação conjunta é importante, principalmente nos casos relacionados a incidentes de segurança envolvendo dados pessoais de consumidores. A Senacon pretende compartilhar informações contidas na base de dados do Sistema Nacional de Informações e Defesa do Consumidor (Sindec) e na plataforma virtual Consumidor. gov.br que contenham reclamações relacionadas à proteção de dados pessoais demandas, denúncias e notificações. “Com o acordo, abre-se a oportunidade de que sejam fixadas interpretações necessárias à aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados nos casos concretos”, disse em comunicado Waldemar Gonçalves, presidente da ANPD. Além da Senacom, agências de defesa dos consumidores, como o PROCON, também vão ter um papel importante na defesa dos interesses dos consumidores em casos de vazamentos de dados.

Entretanto, nada nesse acordo ou na legislação tira a competência do Ministério Público para entrar com uma ação judicial cível pública, caso entenda que a violação à lei tenha acarretado danos à sociedade. Por isso, os casos mais graves de vazamento devem precisar responder tanto para a ANPD quanto para o Ministério Público. Empresas como a varejista digital Netshoes (parte do Magazine Luiza) e o Banco Inter foram processados e fecharam acordos com o Ministério Público em seus respectivos casos de vazamento.

À diferença da Lei Anticorrupção, é que casos de vazamento de dados, por maior que sejam, são bem mais difíceis de gerarem acusações criminais contra as empresas. Se os dados vazaram por conta de um ataque de um hacker, o perpetrante será denunciado criminalmente. Mas, e o gestor da empresa? Ele também vai responder nessa esfera, mesmo sendo uma das vítimas no caso? “É uma discussão maior, mas se a empresa for vítima de um ataque externo e tinha um programa de compliance em proteção de dados, o Ministério Público terá dificuldade em responsabilizar criminalmente as pessoas físicas que atuam no Controlador”, pontua Gonsales.

A Polícia Federal também terá papel relevante no processo de investigação e estaria começando a criar núcleos especializados. Os agentes federais podem atuar a pedido da ANPD, mas também tem autoridade para agir por conta própria sempre que enxergar indícios de crime, caso dos mega vazamentos que envolveram venda de dados, inclusive de ministros do Supremo Tribunal Federal. No caso dessa investigação, foi feito um short list de empresas que poderiam ter tantos dados assim e foram bater na porta das empresas. “O único caminho para as empresas envolvidas com eventuais incidentes ou desconformidades com a LGPD, será preciso mostrar o que a empresa fez para evitar que aquilo acontecesse, ou seja, que possui um Programa efetivo de Proteção de Dados ”, finaliza a sócia do GCAA.

Artigo publicado originalmente na edição 31 da Revista LEC. Veja o original aqui.

A importância de um programa de Integridade nas empresas

Programas de Integridade e Programa de Compliance são geralmente tratados como sinônimos, mas hoje você vai entender melhor porque existem dois termos, o que os diferencia, como aplicar e qual a importância de cada um de forma integrada.

O QUE É UM PROGRAMA DE INTEGRIDADE E DE COMPLIANCE?

“Programa de Compliance” já era uma terminologia utilizada pelo mercado há um tempo. Então, por que hoje fala-se sobre Programa de Integridade?

Para iniciar a abordagem do tema, é preciso traçar uma breve linha do tempo para diferenciar esses dois programas.

Entenda a linha do tempo do Programa de Compliance

No final da década de 1990, as instituições financeiras, por força normativa e força legal, precisaram implantar Programas de Compliance.

Com a Lei nº 9.613 (Lei de Prevenção à Lavagem de Dinheiro), de 1998, e com a Resolução nº 2554 (Resolução de Controles Internos) do Conselho Monetário Nacional, o cenário começou a mudar.

Esses dois normativos impulsionaram o cenário de Compliance, pois trouxeram a obrigatoriedade para as organizações financeiras da época de implementar programas que ajudassem a prevenir a lavagem de dinheiro.

Ou seja, esses acontecimentos, no final da década de 1990, fizeram com que nesse período e no começo dos anos 2000 já existissem diretorias de Compliance para tratar temas como:

  • prevenção à lavagem de dinheiro;
  • diretrizes de condutas éticas;
  • finanças sustentáveis.

Ou seja, o mercado passou a conhecer o Programa de Compliance por esse nome em meados dos anos 2000 e, anos depois, a Lei nº 12.846 (Lei Anticorrupção) entrou em vigor em 2014.

Nesse cenário, foi a primeira vez que as expressões “integridade”, “mecanismos e procedimentos internos de integridade” passaram a fazer parte do ordenamento jurídico brasileiro.

Programa de Integridade x Programa de Compliance

Agora que você entende quando o termo Programa de Compliance começou a ser utilizado no Brasil e quando começamos a ter mais proximidade com Programa de Integridade, é preciso também entender o porquê de existir uma diferença entre ambos.

Até o momento em que só se falava em Compliance, a definição desse tipo de programa era garantir o cumprimento de leis, normas e diretrizes internas de uma organização.

Mas, vamos pensar um pouco sobre o cenário ideal de estar em conformidade com as normas. Entenda que somente cumprir regras não garante que a atuação seja necessariamente íntegra e ética.

Nesse sentido, o Programa de Integridade toca em questões como confiança, transparência, ética e implica em um grau mais efetivo e profundo do que é um Programa de Compliance.

O de Compliance depende do de integridade e o de Integridade também depende do de Compliance. Isso porque, para cumprir o normativo, é preciso ter integridade, ética e transparência. Por outro lado, para atuar com ética e integridade no ambiente corporativo, também é preciso agir com base no respeito às normas e legislações.

Ainda fazendo um paralelo entre ambos, pode acontecer alguns casos em organizações em que, ao falar sobre a implementação de um Programa de Compliance, as pessoas podem ter uma visão negativa, de análise, julgamento e investigação. Já quando se fala em programa de Integridade, a visão pode ser um pouco mais suave, pois é um termo que “soa mais simpático”.

Instintivamente, ao se falar em programa de Integridade, as pessoas são mais receptivas.

Mais do que um programa, deve ser um sistema

Guardadas as devidas particularidades de cada organização, para cumprir a Lei, é preciso ser íntegro e atuar com bases éticas bem estabelecidas.

Por isso que, Emerson Siécola, Líder de Projetos e Senior Compliance Manager na T4 Compliance e Presidente do Comitê de Governança Corporativa da LEC, utilizou uma metáfora interessante para ajudar a explicar a importância de pilares implementados e “enraizados” nas empresas.

Para Emerson Siécola, o Programa de Integridade precisa ser “como uma engrenagem”. Isso porque ele conta com etapas e pilares que precisam funcionar de forma integrada e de maneira intrínseca no dia a dia das organizações. Não devem ser como campanhas e processos que iniciam e terminam, mas como uma maneira cultural da empresa lidar com todas as situações cotidianas.

COMO APLICAR UM PROGRAMA DE INTEGRIDADE?

Para aplicar esse tipo de programa, é preciso estabelecer bem os pilares que sustentarão as boas práticas da empresa.

Vale destacar que esses pilares precisam fazer sentido de acordo com cada ramo de atuação e com a realidade de cada organização. Existem bases gerais de Compliance, mas sempre haverá particularidades e um bom profissional precisa estar atento a elas.

São alguns dos pilares do Programa de Integridade:

  • comprometimento da alta liderança — ou seja, daqueles que estão na estrutura de governança da organização;
  • padronização de conduta, de integridade e transparência — todos padrões devem ser previstos nos códigos de conduta;
  • identificação e mapeamento dos riscos — essa identificação precisa nortear as políticas que vão ser criadas e procedimentos que serão executados;
  • controles internos para mitigar riscos — são os controles administrativos, contábeis e de Compliance. Isso porque a Lei Anticorrupção aborda controles, mas não indica quais são eles. Identificar os principais riscos e implementar os respectivos controles é um grande desafio para as empresas;
  • ações de conscientização, treinamento e educação — que também devem ser estendidas aos terceiros que relacionam-se com as organizações;
  • implementação de um canal de denúncias — para que os colaboradores se sintam à vontade para reportar condutas inadequadas sobre temas sensíveis;
  • aplicação de procedimentos de due diligence — para conhecer executivos, colaboradores e até mesmo terceiros com os quais a empresa se relaciona;
  • monitoramento do programa — mecanismos que envolvem avaliação, auditoria e monitoramento em si.

Estes são os pilares principais, mas é necessário que você avalie quais são os pontos que fazem sentido para o caso da organização em questão.

A implementação vai contribuir não só com a conformidade da empresa frente às normas, mas também com o desenvolvimento interno da organização de forma transparente e ética em todos os seus processos cotidianos.

QUAL A IMPORTÂNCIA DE UM PROGRAMA DE INTEGRIDADE?

O Programa de Integridade é aplicável a todos os tipos de negócio, não só para as organizações que precisam implementar por conta de exigências normativas, como é o caso da Lei de Licitações, que exige o programa como critério de desempate em processos licitatórios, por exemplo. Inclusive, alguns estados no Brasil já exigem a aplicação de Programas de Integridade para contratar com a Administração Pública.

A importância desse sistema pode ser reforçada por outro lado, por um contexto que tem ganho cada vez mais força: a onda de mercado que tem impulsionado as empresas de forma competitiva a implementarem o sistema.

Se alguns fortes concorrentes têm o programa, isso incentiva que os demais também busquem a adequação. Outro cenário é o de empresas que, para receberem investimentos, precisam passar pelo processo de implementação.

SEJA O PROFISSIONAL IDEAL PARA ATUAR NESTE MERCADO

Como você acompanhou nas informações deste artigo, a área de Compliance está em ascensão e, para garantir que tudo esteja em conformidade, as organizações precisam contar com profissionais responsáveis e capacitados para implantar e gerir os programas.

Fonte: LEC

7 elementos para se tornar um Chief Compliance Officer

Quem está migrando de carreira ou de nível profissional na área de compliance precisa sair do raso e entender dois pontos importantes: conceito e processos.

É necessário saber não apenas o que faz um Chief Compliance Officer (CCO), como também quais são os elementos principais para se tornar um bom profissional do ramo. Pensando nisso, criamos um material completo para você ler agora, mas também para salvar e consultar sempre que for preciso.

COMO SE TORNAR UM CHIEF COMPLIANCE OFFICER?

O Chief Compliance Officer é o responsável pelo programa de integridade dentro de uma organização e saber como se tornar esse profissional é uma questão-chave para ter uma imersão no assunto e potencializar a carreira.

Os elementos para atuar na área da melhor maneira possível envolvem não apenas características técnicas e comportamentais, mas também hábitos rotineiros que podem impulsionar você e ajudar a criar um diferencial competitivo frente a outras pessoas que também desejam uma posição neste setor.

Veja o que é preciso para se tornar um CCO:

1. Ser uma pessoa honesta e gostar de fazer o que é certo

O Chief Compliance Officer precisa conhecer leis e regulamentações anticorrupção e relativas aos demais temas contidos no Programa de Compliance a fim de garantir o cumprimento das mesmas.

Esse profissional precisa gostar de interagir com pessoas, pois toda organização é feita de pessoas, que são responsáveis por tomar decisões em suas atividades diárias.

Se você sente prazer em atuar em um segmento em que fazer o certo está presente em todas as atividades, esse ramo é para você.

2. Capacitar-se tecnicamente para executar as tarefas com excelência

É necessário se munir de conhecimento sobre os principais temas de compliance. Isso porque esse profissional é um conselheiro interno na empresa, respondendo diariamente as dúvidas de outros colaboradores.

Outra tarefa importante do CCO é a de ser o defensor do programa de compliance dentro da empresa, sem deixar os princípios da organização de lado. Por isso que não podemos dizer que todo programa de compliance é igual, pois cada companhia conta com suas particularidades e faz parte do trabalho do CCO compreender isso.

Além de sanar dúvidas, precisa buscar de maneira contínua a efetividade do programa, sendo indispensável um conhecimento técnico aprofundado.

Como não há uma graduação específica para atuar na área, o melhor para garantir suas habilidades técnicas é fazer um curso de compliance e, se desejar ter um respaldo ainda maior, obter a certificação.

3. Conhecer a lei anticorrupção brasileira e as principais leis anticorrupção do mundo

Como o profissional de compliance tem o compromisso de dar suporte às empresas para que elas cumpram com as normas nacionais e internacionais anticorrupção, é preciso compreender a legislação e entender como aplicar no dia a dia da organização.

A Lei nº 12.846, a Lei Anticorrupção brasileira, foi aprovada em 2013. Desde que entrou em vigor, as organizações precisam ter uma atenção redobrada, já que poderão sofrer consequências civis e administrativas se não seguirem a legislação.

Também é preciso considerar as normas estrangeiras, caso a organização tenha algum tipo de elo com o exterior, ou até mesmo para ter referências de outros cenários.

Lembre-se de que seguir as normas nada mais é do que não praticar atos ilícitos, é fazer o certo.

4. Entender o perfil da empresa para qual atua

Mesmo que você ainda não atue como Chief Compliance Officer, é bom entender que cada organização pode contar com pontos de atenção distintos. Tudo vai depender do ramo, do mercado em que ela está inserida, localidade, principais parceiros de negócio, interação com o poder público, entre outros aspectos.

Mantenha-se atualizado sobre cenários diversos e, caso você tenha interesse em atuar em um segmento específico, aprofunde suas pesquisas sobre ele.

Busque informações relevantes sobre as regulamentações do ramo em questão e prepare-se com objetividade, pois uma das tarefas que terá de fazer é implementar um programa de compliance de maneira personalizada.

5. Conhecer os pilares e saber como implementar e gerir um programa de compliance

Entenda os pilares do programa de compliance para saber como implementá-lo:

  1. Suporte da alta administração da empresa: a Alta Liderança precisa apoiar e disponibilizar os recursos necessários para que o programa possa ser efetivo;
  2. Análise de riscos: entenda o perfil da empresa e a quais riscos ela está exposta;
  3. Código de Ética, Políticas e Procedimentos internos: crie o Código de Ética, Políticas e Procedimentos, que vão agir ativamente no trato e mitigação dos riscos identificados;
  4. Controles internos: a empresa deve criar mecanismos de controle para assegurar que os riscos sejam minimizados, tanto no nível interno quanto no externo;
  5. Treinamento e Comunicação: desenhe e ative um processo de treinamento de todos os colaboradores para que compreendam a necessidade das medidas e trabalhem em prol de uma rotina íntegra, compreendendo todos os componentes do programa de compliance;
  6. Implementação dos canais de denúncias: para garantir um ambiente íntegro, é preciso criar um canal para recebimento de denúncias sobre os eventuais atos ilícitos ou contra as políticas que estão sendo elaboradas pelos colaboradores ou terceiros;
  7. Investigações: apure as denúncias e valide se fazem sentido a fim de tratar as situações negativas;
  8. Monitoramento e auditoria: certifique-se de que o programa está funcionando da maneira que foi desenvolvido e busque o aprimoramento contínuo;
  9. Due diligence: é importante conhecer os fornecedores da empresa, principalmente os de maior risco, pois a empresa poderá responder por atos ilícitos praticados por estes terceiros.

6. Acompanhar o trabalho interno, mas buscar referências externas

Um bom CCO está sempre em busca de novas atualizações. É preciso trabalhar com excelência internamente, mas também sempre buscar novas fontes de aprendizado.

Temos um LECCast com a participação de Reynaldo Goto, Chief Compliance Officer da BRF, sobre referências de estudo para Compliance Officers e você pode ter mais embasamento sobre o cenário nacional e internacional, bem como ter acesso à uma lista de assuntos e materiais relevantes para se aprofundar no segmento.

7. Desenvolver outras habilidades comportamentais de um profissionais de compliance

Segundo Alessandra Gonsales, Sócia da LEC e do Gonsales Cho Advogados Associados, “além da parte técnica, o compliance officer precisa ter carisma, ser um ótimo comunicador, passar credibilidade e, claro, ser ético”.

Queremos destacar que, como esse profissional vai ter autonomia mediante outras áreas e vai lidar com colaboradores diversos — tanto no que diz respeito a variedade de áreas, quanto de hierarquia —, é preciso que algumas habilidades comportamentais sejam bem desenvolvidas, tais como:

  • liderança;
  • boa comunicação interpessoal;
  • boa argumentação para negociar;
  • inteligência emocional, entre outras.

Fonte: LEC  Legal Ethics Compliance

Rio Minho lança atendimento por Whatsapp 

Clientes poderão fazer elogios, sugestões e reclamações pelo aplicativo 

Rio de Janeiro, 08 de abril de 2021 – A Transturismo Rio Minho, empresa de ônibus que opera linhas ligando cidades da Baixada Fluminense até Niterói e São Gonçalo, lançou um novo Serviço de Atendimento ao Cliente através do Whatsapp. Agora, pelo número 2702-3814, os passageiros que utilizam os ônibus da empresa podem pedir informações e também fazer solicitações, elogios, sugestões e reclamações através de um dos aplicativos de mensagem mais populares do mundo.

O uso da ferramenta na comunicação entre a empresa e os clientes tem o objetivo de promover maior comodidade e agilidade na prestação de informações e resolução de problemas. O Whatsapp é usado por mais de 120 milhões de brasileiros e está instalado em 99% dos smartphones do país. Segundo a Rio Minho, o suporte será automatizado e tratado de forma confidencial e segura, seguindo a Lei Geral de Proteção de Dados.

Em seu site (www.transturismoriominho.com.br) a empresa também disponibiliza um canal de atendimento virtual semelhante ao do Whatsapp e possibilidade imediata de consulta aos itinerários das linhas e o preço das passagens. Além disso, disponibiliza o aplicativo CittaMobi, que informa em tempo real a localização dos ônibus e o tempo de chegada dos coletivos aos pontos, facilitando o embarque.

Sobre a Rio Minho 

Com 60 anos de atuação, a Transturismo Rio Minho é uma operadora do sistema de transporte intermunicipal de passageiros por ônibus da Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, atendendo milhares de clientes nos seus deslocamentos diários entre as cidades de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, São João de Meriti e Nilópolis, na Baixada Fluminense, até os municípios de Niterói e São Gonçalo.

A empresa conta com 50 ônibus, todos climatizados, para atender oito linhas e 181 colaboradores comprometidos em melhorar continuamente os serviços, com base nas melhores práticas de gestão do mercado, e seguindo os valores éticos e corporativos da organização.

CNT: Empresários do setor de transporte se unem por movimento pró-vacina

Setor entende que, sem a imunização em massa dos brasileiros, não será possível retomar o desenvolvimento econômico do Brasil e se mobiliza para acelerar logística da vacinação.

Preocupados com o recrudescimento da pandemia no país e o ritmo lento da imunização contra a covid-19, os empresários do setor de transporte se uniram em torno da campanha #VacinaJá – O Brasil tem pressa! O movimento busca chamar atenção da sociedade para a extrema necessidade da imunização em massa dos brasileiros – a fim de retomar plenamente a vida econômica do país –, incentivar o uso de máscaras por parte da população e reforçar a disposição do setor de transporte em contribuir para acelerar a logística da vacinação da no país.

Leia mais aqui.

No Dia da Mulher, gonçalenses falam sobre empoderamento: Lugar de mulher é onde ela quiser!

Mulheres compartilham suas histórias de empoderamento em diversas profissões

Por Ana Carolina Moraes

Bianca é motorista há 4 anos. Foto: Filipe Aguiar

O feminismo é um dos movimentos sociais que mais vem crescendo no mundo e na internet. Diferente do que muita gente acredita, o feminismo busca a igualdade e a equidade dos gêneros, seja no mercado profissional ou em qualquer outro assunto. É aquela famosa frase: “se o homem pode fazer, a mulher também pode”. Por isso, no Dia Internacional da Mulher, que é comemorado nesta segunda-feira (08), o jornal O SÃO GONÇALO resolveu trazer histórias de mulheres que estão em profissões nas quais as pessoas acreditam ser majoritariamente masculinas, como motorista de ônibus e mecânica, skatista, tatuadora, vereadora e treinadora de futebol.

Durante a história, as mulheres lutaram muito para conseguir ter o mesmo direito que os homens. No início, por exemplo, não era permitido que a mulher votasse, também não era permitido que ela saísse de casa para trabalhar e deixasse seus filhos com outras pessoas, assim como não era permitido que as mulheres usassem calças, por exemplo. Mas, com o tempo, tudo mudou e, a partir do ano de 1909 passou a ser celebrado o Dia Internacional da Mulher. Após alguns anos, o mundo todo adotou essa celebração para mostrar a força feminina e debater mais sobre a igualdade de gêneros. Hoje, mulheres e homens dividem o mercado de trabalho nos mais diversos setores.

Leia a matéria completa no site do Jornal O São Gonçalo.

Rio Ita lança atendimento por Whatsapp

Clientes da empresa poderão fazer elogios, sugestões e reclamações pelo aplicativo

São Gonçalo, 18 de fevereiro de 2021 – A Rio Ita, empresa de ônibus que opera em São Gonçalo, Niterói, Itaboraí e mais seis municípios da Região Metropolitana, lançou um novo Serviço de Atendimento ao Cliente através do Whatsapp, aplicativo de mensagens mais popular do mundo. Agora, pelo número 2702-4373, os passageiros que utilizam os ônibus da empresa podem pedir informações e também fazer solicitações, elogios, sugestões e reclamações.

O objetivo da empresa com o uso da ferramenta é dar comodidade e agilidade a comunicação: “Uma pesquisa recente apontou que o aplicativo é um dos mais instalados em smartphones no Brasil. Então, queremos facilitar o diálogo com o nosso cliente e com a população da região onde operamos, através da ferramenta que é usada por mais de 120 milhões de brasileiros”, afirma Sylvia Dias Medina, gerente de Controladoria da Rio Ita, destacando que o atendimento será automatizado e os dados serão tratados de forma confidencial e segura, seguindo a legislação.

O uso do Whatsapp no relacionamento com os clientes é mais um passo da Rio Ita para sua inserção na era digital. Em seu site (www.rioita.com.br), a empresa também disponibiliza um canal de atendimento virtual semelhante ao do Whatsapp e a possibilidade de consulta aos itinerários das linhas e o preço das passagens. Além disso, o aplicativo Cittamobi informa em tempo real a localização dos ônibus e o tempo de chegada dos coletivos aos pontos, facilitando o deslocamento dos passageiros para embarque.

Sobre a Rio Ita

Com 67 anos de atuação, a Rio Ita é uma das mais importantes operadoras do transporte intermunicipal de passageiros por ônibus da Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, atendendo milhares de clientes nos seus deslocamentos diários entre as cidades de São Gonçalo, Niterói, Rio de Janeiro, Itaboraí, Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito e Tanguá, chegando até a Região dos Lagos, nos municípios de Saquarema e Araruama.

A empresa conta com mais de 400 ônibus para atender 49 linhas e 1.770 colaboradores comprometidos em melhorar continuamente os serviços, com base nas melhores práticas de gestão e seguindo os valores éticos e corporativos da organização.

Crise no transporte público do Rio alerta para demissões em massa

Por Cicero Borges, Plantão Enfoco – Site de Notícias

Setor foi um dos mais afetados na pandemia. Foto: Vitor Soares

Precisando se readaptar para seguir operando na pandemia, o setor de transporte público sofreu um impacto de queda financeira, até o último mês de maio, de aproximadamente R$ 22 milhões.

É o que aponta relatório do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio (Setrerj). A queda, para o ano de 2020, pode ser ainda maior, beirando a cifra de R$ 1,6 bilhão.

O órgão é responsável pela frotas dos ônibus das cidades de Niterói, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí e Tanguá e transporta cerca de 36 milhões de pessoas por mês com uma frota de aproximadamente 3.500 ônibus.

Segundo a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor) o setor de ônibus perdeu R$ 1,7 bilhão em receita , representando um prejuízo de R$ 713 milhões, no período de março a junho de 2020, comparado a 2019.

Para Márcio Coelho Barbosa, presidente do Setrerj, não há expectativa de recuperação para o setor em pouco tempo e que mesmo com o fim do isolamento social e flexibilizações em diversos segmentos, não houve demanda suficiente para que os cofres das empresas voltassem a ficar no azul.

“O setor de transporte público está passando por uma situação financeira extremamente difícil. Com a pandemia do coronavírus, a soma do prejuízo das empresas de ônibus, que compõem a região do Setrerj, até maio passado, foi de aproximadamente R$ 22 milhões, somente no sistema municipal, que, no período, teve uma redução de demanda de 70%. Mesmo com o final do isolamento social, a situação não vai se normalizar a curto prazo. As empresas de ônibus vêm alertando para essa situação desde o início da pandemia. Ainda assim, não houve nenhum apoio”, reclama.

Segundo o especialista em transportes e trânsito, Rodolfo Rizzotto, uma explicação para a queda da receita e a falta de investimentos nos ônibus e a estimulação de alternativas de mobilidade, como transportes de aplicativos.

“Esse prejuízo está ligado ao estímulo do transporte público alternativo, principalmente na pandemia, semelhante ao Uber, e isso tem consequências graves. O passageiro precisa se conscientizar também, não é só a autoridade. Então, nesse sentido, concordo com a posição das empresas de ônibus. Isso [o estímulo] pode causar consequências, naturalmente, dificultando ainda mais a situação”, disse.

Demissões

O setor de transportes vem convivendo desde o início da pandemia com diferentes problemas. O resultado de toda essa somatória de reveses, são demissões, ônibus sucateados e infraestrutura precária. Segundo o órgão, não há um quantitativo a respeito das demissões dos profissionais no sindicato. De acordo com o órgão, as empresas de ônibus não repassam o número de profissionais que deixaram o posto.

Manifestação

Rodoviários da cidade do Rio planejam uma manifestação, a partir das 7h desta segunda-feira (1º), em frente à prefeitura. Os trabalhadores querem melhores condições de trabalho e aumento salarial, que segundo a categoria, não acontece há três anos.

De acordo com alguns trabalhadores, a ideia é chamar a atenção para os profissionais do setor na cidade. O ato, garantem os profissionais, pretende ser pacífico e toda a categoria foi convocada. Não há o indicativo de greve, por enquanto, e o objetivo é que os trabalhadores se revezem sem seus turnos para comparecer ao ato.

“A ideia é ser um ato pacífico. A princípio é só uma manifestação, não é uma paralisação. Queremos mostrar ao morador da cidade que amamos nossa cidade, amamos nossa profissão, mas queremos respeito, valorização. Perdemos amigos [para a Covid-19], mas a cidade continuou funcionando em meio à pandemia. Pedimos que não tirem o que já temos, que já é muito pouco”, relatou um rodoviário.

7 funções de um Compliance Officer

Por Redação LEC

A cada dia, tem aumentado significativamente a demanda por especialistas em compliance officer. Isso se deve a diversas razões — particularmente à aversão das empresas ao risco depois da crise, a mudança cultural que vem acontecendo aos negócios e, provavelmente, a uma nova onda de empresários que aprenderam com os erros do passado.

Um Compliance Officer ajuda a assegurar que a empresa de forma correta e ética, ao mesmo tempo em que atende aos seus objetivos de negócios. Eles são responsáveis ​​por desenvolver programas de conformidade, revisar as políticas da companhia e aconselhar a administração sobre possíveis riscos. Neste post, citaremos 7 funções desse profissional. Confira!

1. CONSELHEIRO
Esse profissional tem a função de conselheiro, devido ao fato de utilizar toda a sua experiência e todo o conhecimento para tirar qualquer dúvida que possa parecer sobre a forma como os colaboradores e inclusive terceiros devem atuar, inclusive sobre eventuais interpretações do Código de Ética e demais políticas de compliance da empresa. Devem ainda estar sempre abertos a ouvir os eventuais relatos de não conformidade. As empresas precisam ter um canal de denúncias, mas alguns denunciantes podem preferir relatar um fato diretamente ao Compliance Officer.

2. FACILITADOR
Os especialistas em compliance não são obstáculos, mas parceiros. Eles devem manter-se atualizados e conectados com os demais integrantes da organização, a fim de achar a melhor solução: atingir os objetivos, assegurando a existência de princípios de integridade e de ética. A expressão “compliance” refere-se ao termo “conformidade”.

Essa consistência está relacionada ao estrito cumprimento, por parte da organização e de seus parceiros, das normas internas e externas, de forma a garantir a eficácia das operações, reduzir riscos e evitar desvios no cumprimento das normas.

Para mitigar eventuais riscos, o Compliance Office deverá apoiar as demais áreas na análise de riscos das operações que a empresa pretende executar.

3. DEFENSOR
Os profissionais de compliance são os guardiões da perpetuidade da empresa. Devem estar preparados para defender os princípios dos mecanismos de integridade e dos sistemas de compliance. Além disso, eles asseguram que a empresa cumpra as regulamentações governamentais impostas às operações.

Portanto, como um verdadeiro consultor, é sua função “proteger” a companhia e seus colaboradores, direcionando a forma correta de atuação.

4. SENSIBILIZADOR
Para ter argumentos eficazes, o Compliance Officer precisa ter grande poder de convencimento, a fim de que os integrantes da empresa cumpram com o programa de compliance. Vale ressaltar que não apenas durante a implantação do programa, mas principalmente durante o processo de manutenção, a relevância dessa função deve ser mantida.

Isso se deve ao fato de que, para manter a “chama” e envolver os funcionários recém-admitidos na organização, esses princípios devem ser garantidos. O elemento-chave é a continuidade, ou seja, a sustentabilidade do compliance.

5. MONITOR
O monitoramento é um dos pilares de um Programa de Compliance e o Compliance Officer deve monitorar periodicamente as atividades implementadas no programa.

6. COMUNICADOR
Um Compliance Officer deve estabelecer uma cultura ética dentro da empresa Deve comunicar constantemente aos colaboradores e seus terceiros sobre os principais temas/políticas do programa e, ajudando, junto com a Alta Liderança, garantir a cultura ética.

7. CONHECEDOR DO NEGÓCIO
O Compliance Officer deve conhecer o negócio da empresa. Inclusive, o primeiro pilar de um Programa de Compliance é a Avaliação de Riscos. Para este trabalho, o Compliance Officer precisa conhecer bem o perfil da empresa e também, durante a avaliação de riscos, aproveitar as entrevistas para entender os riscos e a atuação de cada área.

Setor se surpreende com veto do governo para apoio financeiro ao transporte público

Veto vai agravar a situação de operadoras de transporte público, que já não conseguem manter atendimento adequado aos passageiros

Jair Bolsonaro vetou de forma integral o projeto de lei 3364/2020 aprovado pela Câmara e pelo Senado que destinava até R$ 4 bilhões da União para auxiliar o setor de transporte coletivo durante a pandemia de covid-19.  Caberá aos deputados e senadores decidirem se mantêm ou derrubam o veto presidencial.

“Nós, do SETRERJ, assim como todo o setor de transportes, estamos frustrados, pois o Governo reconhece a situação crítica do setor e a elaboração da proposta tinha sido amplamente discutida e consensuada”, afirma Márcio Barbosa, Presidente do SETRERJ.

As empresas de transporte público estão fragilizadas e chegaram ao seu limite operacional e financeiro, não tendo mais condições de atender plenamente às necessidades de seus clientes. Sem ações consistentes da administração pública, o setor de transporte está cada vez mais distante da sua recuperação. Nas atuais condições, não é mais razoável que o sistema de transporte dependa exclusivamente da tarifa como forma de financiamento, em um momento em que o passageiro convive com a diminuição de renda, suspensão de contrato de trabalho e desemprego.

Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), esse serviço público é essencial e um direito social, que está presente em 2.901 municípios brasileiros, atendendo mais de 85% da demanda de viagens por meio do ônibus coletivo urbano. O setor congrega mais de 1.800 empresas privadas, com uma frota de 107.000 ônibus e com a geração de 405 mil empregos diretos e cerca de 1,2 milhão indiretos. Segundo o Painel do Emprego no Transporte, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o transporte coletivo urbano foi o mais afetado pela pandemia no segmento transporte, tendo perdido 27.697 postos de trabalho no primeiro semestre deste ano devido à pandemia. Além disso, segundo estimativa da NTU, o setor amarga um prejuízo de R$ 8,8 bilhões até o momento.

Cuidados com clientes e funcionários não têm ponto final

Os motoristas de ônibus do estado do Rio de Janeiro são exemplo e orgulho para toda a população, assim como o Levi de Souza Macedo, que é um dos motoristas que não deixaram o Rio parar durante a pandemia, sempre com segurança, informação e cuidado com todos.

Afinal, a proteção dos nossos clientes e funcionários não tem ponto-final. Viaje de ônibus com o Levi.

É seguro. Pode confiar.

Fonte: Mobilidade Tv

Guia de Boas Práticas Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

A proteção à privacidade e o cuidado adequado com o tratamento de dados pessoais em uma sociedade que avança no uso de tecnologias digitais é um desafio comum a todas as organizações ao redor do mundo.

A entrada em vigor da LGPD, tão aguardada no país, demanda a criação de entes de mediação e resolução, comitês e fóruns de debates técnicos especializados no assunto. Este Guia de Boas Práticas da LGPD materializa o resultado de discussões e propõe caminhos que levem à sustentabilidade das ações de proteção aos dados pessoais para um país que hoje se projeta como uma potência na transformação digital de governo.

Faça o download aqui do Guia de Boas Práticas LGPD

Fonte: Governo Federal

Conscientização por um trânsito mais seguro

O SEST SENAT juntamente com seus parceiros, SETRERJ e FETRANSPOR realizaram, de 21 a 24 de setembro, uma grande mobilização durante a Semana Nacional do Trânsito.

O objetivo da Ação foi conscientizar motoristas, cobradores e passageiros sobre a importância dos cuidados individual e coletivo tanto dentro como fora dos ônibus em prol de um trânsito mais seguro. Foram atendidas mais de 1500 pessoas ao longo desses 4 dias.

Fetranspor, sindicatos e Sest Senat fazem parceria para ação contra a Covid-19

“Ação Sest Senat e Fetranspor contra a Covid-19” é o nome do projeto que as duas instituições, em parceria, levarão a vários terminais de ônibus do estado do Rio de Janeiro, nos dias 18, 21, 23, 24 e 25 de setembro, sempre na parte da manhã (veja tabela abaixo). A iniciativa é voltada para os clientes e profissionais do transporte público por ônibus e tem como objetivo fornecer a estes públicos dicas e orientações para prevenir a contaminação pelo novo coronavírus, minimizando os riscos e o medo em relação à pandemia e aumentando a segurança para o trabalho e viagens.

Serão realizadas diversas atividades, como: aferição da temperatura dos trabalhadores do setor de transporte coletivo urbano de passageiros e dos usuários; orientação quanto à higienização das mãos, utilizando água e sabão ou álcool em gel 70%; orientação quanto à higienização do ônibus; entregas de álcool em gel 70% e máscaras para os passageiros; distribuição de panfletos com orientações sobre os cuidados que deverão ser adotados pelos trabalhadores e pela população em geral; orientação àqueles que apresentarem sintomas da Covid-19, e divulgação do trabalho e atividades oferecidas pelo Sest Senat em suas unidades.

A primeira ação já foi realizada, em Campos de Goytacazes, dia 3 de setembro, no Terminal Rodoviário da Beira Rio, onde cerca de 120 pessoas foram atendidas, na estreia do projeto. As próximas cidades a receberem a ação são: Barra Mansa, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Niterói, São Gonçalo, Três Rios, Nova Friburgo e Rio de Janeiro, onde as unidades do Sest Senat de cada localidade ficarão responsáveis pelos atendimentos, deslocando suas equipes para fazer os atendimentos, juntamente com os técnicos do Programa Despoluir, da CNT. As equipes limitarão contato físico com os clientes e trabalhadores do setor, cumprindo os protocolos de distanciamento social com objetivo de preservar integridade física e evitar o contágio da doença.

Fonte: Fetranspor

Entender de tecnologia é mandatório / LEC

NA ERA DO DIGITAL É FUNDAMENTAL ENTENDER CONCEITOS DE TECNOLOGIA PARA A TOMADA DE DECISÕES ESTRATÉGICAS, INCLUSIVE PELOS GESTORES DE COMPLIANCE

O mundo dos negócios está cada vez mais digital. Modelos de negócios estão sendo transformados pela disponibilidade de novos recursos como computação em nuvem, inteligência artificial e machine learning. Mais acessíveis a cada dia, essas novas tecnologias estão sendo adotadas de forma maciça por empresas de maior porte e chegam rapidamente também às empresas de médio e pequeno porte. Se a área de Compliance está lá para servir ao negócio e permitir que eles sejam realizados de forma segura, é necessário que os gestores da área estejam inseridos nesse novo contexto. Para acompanhar essa evolução – que será cada vez mais o padrão – e tomar as decisões e fazer as escolhas estratégicas da área, tanto no que diz respeito aos aspectos e riscos dos negócios que devem receber mais atenção, quanto no que diz respeito à própria adoção de tecnologias e ao papel que ela pode desempenhar em todos os aspectos da área é fundamental que os gestores de Compliance entendam e conheçam, eles mesmos, o funcionamento das novas tecnologias.

Um exemplo dessa nova necessidade é a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que está desafiando gestores de Compliance que nunca tiveram muito apreço ou intimidade com a área de Tecnologia, mas estão tendo que efetuar mudanças que envolvem o entendimento de conceitos básicos de tecnologia, com os quais muitos não têm familiaridade. Agora, esses profissionais estão tendo que efetuar mudanças que envolvem o entendimento de conceitos básicos de tecnologia, com os quais em alguns casos não têm familiaridade.

Para o head de gerenciamento de Riscos e Compliance da Netshoes – e-commerce de tênis e artigos esportivos controlado pelo Magazine Luiza –, Mihran Kahvedjian Jr., a parceria com a Tecnologia ou quaisquer outras áreas de negócio sempre foi algo considerado um catalisador do potencial de sucesso de um programa de Compliance, e não é menos necessária agora. “Acredito que entender melhor a dinâmica da área de Tecnologia e a aplicabilidade das tecnologias otimiza muito a abordagem com base em risco e a implantação de controles efetivos”, diz. “Vivemos uma época onde conhecimento técnico deve transcender a área de atuação do profissional, e onde a colaboração das equipes demanda um conhecimento horizontal para uma melhor discussão sobre os riscos e a tomada de decisão. Quando o conhecimento é superficial, as discussões resultam em apenas demandas de uma área para outra, e em alguns casos em ações ineficientes e retrabalhos”, complementa.

Na era da transformação digital, de inovações e disrupções constantes, a abordagem de aprendizado contínuo deixou de ser um diferencial ou algo que se procura apenas na busca por uma melhoria ou uma nova oportunidade na carreira. A capacidade de estar sempre aprendendo coisas novas se tornou questão de sobrevivência e é atemporal. CEO e fundador da Bravo GRC, consultoria especializada na área de gestão de Riscos e Compliance, Claudinei Elias, defende que o profissional de Compliance precisa ter a ânsia do aprendizado contínuo e que consiga acompanhar e equilibrar o ritmo das mudanças. “Ele tem uma oportunidade ímpar em função de seu skill cognitivo, de combinar negócios e tecnologia a princípios, o que contribui para o aumento de sua produtividade e importância nas organizações”, diz Elias.

Dados movem os negócios

A nova era da economia global, muito orientado por dados (data-driven economy) traz novas perspectivas e formatos para os negócios em qualquer segmento. A adoção das tecnologias de análise de grandes volumes de dados, inteligência artificial e a intensificação do uso de sistemas e dispositivos inteligentes nas relações humanas e comerciais, além de alavancar a velocidade dos processos de negócio e o número de transações e entidades com as quais uma empresa se relaciona, adiciona complexidade nas análises, implantação de controles – dos preventivos aos detectivos, por conta do grande volume de informações a serem processadas.

Como lembra Kahvedjian, o profissional de Compliance sempre foi demandado para conhecer as especificidades e processos do negócio. Só assim é possível ser efetivo em sua atuação e enxergar os riscos que não estão na superfície e que, ao mesmo tempo, vão muito além da teoria. “Não pode ser diferente neste momento; o Compliance Officer não se tornará necessariamente um especialista em tecnologia. Mas, ele deverá entender minimamente sua dinâmica e aplicabilidade nos negócios para continuar sendo efetivo na construção de controles e mitigação de riscos”, diz. O executivo da Netshoes acredita que isto fará com que essas tecnologias, quase que organicamente, sejam também de uso dos profissionais de Compliance, e os riscos de negócio estarão cada vez mais intrínsecos ao uso destas tecnologias. Até porque, as políticas e outros procedimentos deverão refletir os processos de negócio formatados sobre elas. “Não haverá outro caminho além de adaptar controles a estes novos sistemas e tecnologias. Sendo assim, por que não adotar soluções baseadas nessas mesmas tecnologias para acelerar e trazer produtividade à ação do Compliance nas empresas?”, questiona.

As áreas de Gestão de Risco e Compliance dos setores financeiros e os diversos negócios baseados em plataformas digitais já começam a focar na questão da produtividade de forma mais intensa, uma vez que as fraudes não se tornaram mais sofisticadas, mas sim mais complexas de prevenir e analisar, e em volume muito maior acompanhando o número de transações baseada em dados e novas tecnologias.

Os desafios técnicos da LGPD

Política, procedimentos e ferramentas de controles relacionados à prevenção à lavagem de dinheiro, identificação de clientes, prevenção a fraudes e a incidentes de vazamento de dados, além de outros riscos cibernéticos, cada vez mais necessitam estar baseadas nas mesmas tecnologias que aceleram os negócios, para que sua atuação possa ser efetiva.

A adequação à LGPD, assim como outras regulamentações similares ao redor do mundo, exige um olhar diferenciado e complementar à comumente aplicada às políticas mais tradicionais de Compliance. “Para um programa eficaz de privacidade de dados, mais do que nunca é necessário o conhecimento de fluxos de informação nos principais processos da cadeia produtiva”, pondera Kahvedjian. “Isso inclui todos os processamentos de dados – sejam eles a coleta ou inclusão de um novo dado, como o mesmo é correlacionado com outras bases, enriquecidos, para que finalidade são utilizados, etc. – um olhar ponta a ponta, e com um nível de detalhe que certamente demandará um entendimento consistente de como as tecnologias suportam tais processos”, emenda.

Fato é que seja para adequação à LGPD ou outros processos, a atualização dos profissionais de Compliance com as novas tecnologias e a dinâmica atual é requisito básico e mandatório. A cooperação das áreas especializadas – tendo o profissional de Compliance como um business partner – será sempre a relação de maior valor, mas o conhecimento específico em tecnologia permitirá que os homens e mulheres do Compliance naveguem com maior fluidez nestas relações, no alinhamento de sua atuação à estratégia de negócio e no olhar crítico sobre potenciais riscos a serem mitigados. De quebra, esse conhecimento o torna mais apto a entender novos requisitos de reguladores (muitos deles criados em função da adoção de novas tecnologias) e suportar a rápida adequação do negócio aos mesmos.

Nesse sentido, o profissional de Compliance pode ser um ponto de conexão entre as diversas iniciativas de tecnologia, por entender de processos, pessoas e cultura reforçando o seu papel estratégico para a organização. Para Elias, além do foco local por conta da LGDP, é necessário olhar para as experiências internacionais da GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia) como um ótimo ponto de partida, já que os profissionais e empresas têm, certamente, ótimas lições aprendidas. “Também é importante o foco em controles de segurança, gerenciamento de dados e automação”, reforça o CEO da Bravo.

A necessidade de priorizar

Com um alto volume de informações pulando a todo o momento, o impacto das novas tecnologias nos negócios e a exigência de atualização contínua, o principal desafio para os profissionais e gestores está em saber priorizar e selecionar conteúdos relevantes, inibindo a ânsia por saber tudo com a profundidade que muitos sugerem. “A conversa com pares e parceiros de negócio pode ser uma ótima ferramenta. Conhecer as prioridades, onde a organização está investindo esforços e quais as prioridades para o alcance dos objetivos pode ser valioso para identificar alguns dos conhecimentos onde o profissional deve concentrar energia”, sugere Kahvedjian.

Para Elias, tanto o Compliance como o risco de não Compliance são de tamanha relevância hoje para um mundo onde existe uma liquidez monumental. “Há mais de um trilhão de dólares ‘sobrando’, procurando bons projetos. Há uma epidemia em curso, há muitos riscos no horizonte, portanto, há, sem dúvida, inúmeros assuntos com os quais o profissional de Compliance precisa lidar. É praticamente impossível ter um programa efetivo sem uso intensivo de tecnologia, pois não há braços suficientes para isso”, afirma.

O CEO da Bravo GRC defende que os profissionais da área podem ser pioneiros ao procurar caminhos que combinem negócios e tecnologia como alavanca de resultados. “Ser curioso é fundamental e as empresas buscam por mentes curiosas, analíticas, flexíveis e orientadas aos dados. Aprender continuamente e se manter relevante em seus campos de atuação, além de serem colaborativas e terem um ótimo balanceamento entre soft e hard skills, é importante”, diz ele, que lembra que o cientista Albert Einstein foi muito feliz quando disse que o uso da criatividade é a Inteligência se divertindo. “Acredito que esse é um dos aspectos que nos faz únicos e humanos. Será que as máquinas poderão copiar? A imaginação é um exercício muito positivo e muito mais abrangente que o conhecimento, então será que precisamos ter medo da mudança?”, questiona Elias. Bom, uma coisa é certa: a mudança é inevitável. Então, melhor não ir contra ela.

Veja o original aqui.

Você tem consciência das suas habilidades para se tornar um líder na área de compliance?

 

Por Daniele Pescadinha

Quando se fala em compliance, muito se menciona da capacidade e habilidade técnica necessária desse profissional, que pretende atuar ou aprender sobre essa área, principalmente em função da responsabilidade e exigência que esse executivo é submetido, se faz importante que o mesmo desenvolva e tenha qualidade em sua liderança.

Líderes que são conscientes e conhecem suas habilidades pessoais, conseguem e se tornam destaques no meio em que atuam, principalmente nesse momento de pandemia em que a distância humana se faz necessária em muitas empresas e os valores e o comportamento ético desses líderes, são especialmente testados em situações de crise.

Com isso, é importante a atenção dos profissionais que atuam ou pretendem atuar na área do compliance para 4 pilares: dizer a verdade, manter as promessas, ser justo e respeitar os indivíduos.

Com relação ao quarto pilar, é importante que o líder da área do compliance, entenda quais os valores intrínsecos de seus funcionários, pois isso o auxiliará na implementação do seu programa de compliance, em dar prosseguimento conforme estratégia da empresa, além do seu engajamento com todos da empresa, mas será que o líder da área do compliance tem conhecimento da sua capacidade de liderança e para retirar dos outros funcionários o que eles tem de melhor?

Por isso, é importante mencionar, que além dos valores e do comportamento ético do líder, se faz necessário ter conhecimento de algumas habilidades importantes para atuar nessa área, e isso não se traz apenas com a literatura ou com o conhecimento sobre soft skills, é importante aprender e entender sobre o que acontece no dia a dia de uma corporação, para que através do domínio dessas habilidades seus objetivos sejam alcançados.

E com isso, seguem algumas dessas habilidades exigidas do profissional da área do compliance e que serão discutidas e trabalhadas no Programa Liderança em Compliance:

• Ser ágil e flexível
É o momento em que o profissional da área do compliance consegue identificar todos os setores da empresa, e sendo ágil nessa tarefa o mesmo conseguirá apontar quais são as fragilidades e problemas do negócio, evitando desta forma que a organização venha a sofrer algum dano.

• Ser um apreciador das diferenças entre as pessoas e culturas
O profissional da área do compliance saberá identificar a personalidade única e a forma de trabalhar de cada funcionário e através dessas habilidades ter a sensibilidade no trato com as pessoas.

• Ter a capacidade de compreender as emoções
O profissional da área do compliance deverá analisar o problema em sua totalidade. Portanto antes da punição, deverá identificar a coerência e veracidade da denúncia, por exemplo o que motivou a prática por parte do funcionário para que tal conduta acontecesse, ocasionando um problema para o negócio da empresa.

• Ser um bom negociador e ter habilidades persuasivas
O profissional da área do compliance dever ser capaz de identificar setores com problemas, além de buscar uma forma compassiva de evitar ou amenizar situações de constrangimento dentro deles, o qual será prejudicial ao negócio da empresa.

• Ter a capacidade de olhar as coisas por múltiplas perspectivas
O profissional da área do compliance verifica que todo lado ruim é uma possibilidade de aprimoramento e melhora nos procedimentos internos para que não seja prejudicial ao negócio da empresa.

• Ser um bom comunicador e ouvinte
O profissional da área do compliance mantém um equilíbrio na atenção com os funcionários e a alta administração da empresa. É preciso que ele saiba ouvir as necessidades de todos e buscar uma comunicação única da empresa para o mundo exterior.

• Saber receber críticas de maneira positiva
O profissional da área do compliance compreende que os erros são inevitáveis. Portanto, trabalha de forma a superar aquilo que está errado praticando a autorresponsabilidade.

• Ter uma boa conexão com o seu público
O profissional da área do compliance deve buscar múltiplas formas de se conectar com seus terceiros, consumidores e futuros clientes além de dar atenção ao que cada um necessita de forma ideal, demonstrando muitas vezes a maneira de prestar aquele serviço, para que não seja prejudicial ao negócio da empresa.

• Dever de confiança
O profissional da área do compliance precisa ter a capacidade em criar um time forte, autoconfiante, conciso e que seja capaz de trabalhar em harmonia.

• Ser resiliente
O profissional da área do compliance persevera em busca de soluções preventivas. Assim que identifica um problema, trabalha com ele e auxilia a proteger a boa reputação da empresa.

Veja o original aqui.

Códigos de Conduta do Sistema Fetranspor

O Código de Conduta da Federação das Empresas de Transporte do Estado do Rio de Janeiro e o Código de Conduta da RioPar Participações S.A., em conjunto com a RioCard Tecnologia da Informação S.A., refletem o compromisso com o desenvolvimento do Programa de Integridade e Conformidade. Os normativos apresentam os valores organizacionais e um conjunto de diretrizes que devem nortear a atuação de todos que se relacionam com o Sistema Fetranspor: colaboradores, gestores, agentes de governança, fornecedores, clientes, conveniados, acionistas, sindicatos, permissionários e concessionários de transporte público.

Para realizar o download dos Códigos de Conduta é necessário, obrigatoriamente, preencher o nome e o e-mail. As informações têm o propósito de comprovar que a pessoa cadastrada tomou conhecimento e compreendeu as disposições previstas nos respectivos códigos, se comprometendo a respeitar, no desempenho de suas atividades, todos os seus termos, condições e valores organizacionais, estando sujeita às responsabilidades cabíveis advindas do descumprimento.

De acordo com a Lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e em respeito ao direito à privacidade, o Sistema Fetranspor se compromete a não divulgar e/ou fornecer as informações preenchidas para o download dos arquivos.

Faça o download aqui.

A gestão das pequenas empresas, compliance e o papel do contador

No Brasil, segundo dados do SEBRAE, há aproximadamente 7,4 milhões de micro empresas e empresas de pequeno porte no Brasil. Juntas elas são responsáveis por 30% do PIB e empregam em torno de 54% dos trabalhadores formais do setor privado. Os números consolidados impressionam e mostram toda a sua força e relevância na economia brasileira.

Mas a pergunta que faço é: será que a forma como elas são geridas esta alinhada às boas técnicas de gestão empresarial e compliance? Os profissionais ou mesmo os sócios que as fundam e normalmente conduzem a sua administração aplicam nas rotinas dessas empresas as boas práticas de gestão, como por exemplo controle de fluxo de caixa, controle de estoques, gestão de custos entre outras?

Essa é uma questão de relevância, já que em crises como a que estamos vivendo mostram muitas vezes fragilidades nesses negócios que poderiam ser minimizadas se fossem adotadas boas práticas de gestão. Mesmo num país onde a carga tributária e a burocracia representam um desafio para os negócios, é possível a previsibilidade de cenários desafiadores e consequentemente a adoção de medidas que amenizem os seus efeitos.

A adoção de um programa de compliance e de politicas e controles internos efetivos poderia também auxiliar substancialmente as companhias a “fecharem a torneira”, pois permitem uma melhor gestão dos processos internos, garantem a existência e cumprimento dos fluxos de aprovações e ajudam a evitar fraudes. É comum pensar que um programa de compliance se resume a apenas evitar a corrupção, mas vai muito além disso.

Nesse contexto chamo a atenção para os profissionais de contabilidade que são aqueles mais próximos da gestão dessas empresas. Esses profissionais possuem a expertise necessária para entregarem muito além das obrigações das empresas com os órgãos de governo. Eles podem prover o empresário de dados e informações que lhes darão uma dimensão exata dos riscos e da saúde de seu negócio, do resultado econômico de sua atividade, podem traçar cenários futuros, indicar onde alocar investimentos, dar suporte inclusive em matéria operacional, já que possuem dados, por exemplo, de custos das operações.

É preciso que o empresário e o contador interajam para além da burocracia, cabendo ao contador o papel de fomentar seus clientes de análises, indicadores, informações relevantes do negócio e do cenário em que eles estão inseridos. Aliás, a criação de medidores de desempenho é uma outra atividade fundamental dentro da criação de um programa de compliance, pois ajudam a companhia não apenas a evidenciar a existência deste programa, mas a monitorar a sua eficácia.

Ao contador inclusive, cabe o papel de ensinar ao empreendedor a postura que devem manter à frente do seu negócio, ensinando-lhe, quando necessário como agir frete às demandas de suas empresas. Acredito que uma atuação com este enfoque melhorará a gestão das pequenas e médias empresas e isso refletirá positivamente nos resultados que elas entregarão aos seus sócios e também à sociedade, esta última, por meio do enfoque na entrega de um bom produto/serviço.

Há um universo interessante para ser explorado na gestão das pequenas empresas e aqueles profissionais que direcionarem a sua atuação neste cenário encontrarão boas oportunidade de agregarem valor aos seus serviços e contribuirão de forma bastante relevante para ajudar a transformar a gestão dos pequenos negócios no Brasil. Essa é uma questão muito relevante no Brasil e precisa de muita atenção.

Daniel Sibille é Diretor de Compliance LATAM da Oracle. Co-autor dos Livros “Compliance, A nova regra do jogo”, “The guide to corporate crisis management” e do e-book “Os pilares do programa de Compliance”.

Odeilton de Jesus Mota é Contador Especialista em Perícia Contábil Judicial e Finanças Corporativas e Pessoal.

Veja o original aqui.

Confira 5 maneiras de melhorar o desempenho profissional

Ter um bom desempenho profissional é uma das principais habilidades em destaque no mercado de trabalho. Significa se adequar ao conhecimento técnico exigido para a função ocupada na empresa, além de superar as expectativas comportamentais esperadas pelos gestores.

Um bom desempenho também reflete nos resultados para a organização. Por isso, cabe refletir sobre o seu comportamento profissional, entrega de tarefas e pensar de que maneira é possível melhorar. Esta atitude costuma atrair bastante os olhares dos recrutadores e dos gestores.

Se a pessoa já estiver atuando em alguma instituição, aprimorar o desempenho é uma maneira de se destacar na equipe. O reconhecimento pode gerar vários benefícios, como aumento salarial ou acesso a melhores oportunidades de carreira.

Neste artigo, reunimos algumas dicas importantes para ajudar você a melhorar o desempenho profissional. Continue a leitura e entenda como colocar em prática na sua rotina. Confira!

1) DEFINA UM PROPÓSITO

O que motiva você a tomar decisões importantes na carreira? Motivação é essencial para a produtividade em um ambiente profissional. Trabalhar com o que não acredita ou com o que não desperta a sua curiosidade ou interesse pode ser frustrante. Tende a levar, por fim, a desistências ou estagnação.

Antes de traçar qualquer plano de carreira, reflita: vale a pena alcançar esse objetivo? Qual a importância dele em sua vida? Quais os benefícios você quer alcançar? As metas traçadas te motivam?

Definir um propósito vai guiar seus passos no caminho a ser seguido. É ele que dará ânimo durante os percalços e nas dificuldades que vão surgir. Além disso, um propósito claro mostra os rumos que você não quer seguir e o que não fazer nessa caminhada.

2) ELABORE UM PLANO DE CARREIRA

Após definir o propósito profissional, trace o seu plano de carreira. Um bom planejamento é essencial para melhorar o desempenho profissional e ter uma caminhada de sucesso. Mesmo que a vida seja impossível de ser totalmente controlada, é importante ter uma base, uma orientação e uma ideia de onde quer chegar.

Comece por estudar o mercado que trabalha ou pretende ingressar. Invista tempo e dinheiro em educação executiva. Conheça profissionais da área, pesquise tendências e entenda o cenário da profissão no mercado. Defina os cargos e lugares onde é possível trabalhar, e crie um cronograma para programar o aprendizado das habilidades necessárias a cada um.

3) SAIBA TRABALHAR EM EQUIPE

Busque uma relação saudável com os colegas de trabalho. Não existe a obrigatoriedade de serem amigos, mas ter um bom convívio, uma relação respeitável e leve melhora muito o ambiente profissional. A cultura de cooperação entre os colegas torna processos e o andamento dos projetos mais fluidos.

Deixe preconceitos e vaidades de lado. Cada colaborador é parte de um projeto maior, carregam consigo o nome da empresa. É interessante para todos os envolvidos uma oportunidade de evoluírem de forma conjunta, afinal um bom ambiente é benéfico para todos. Saiba pedir ajuda quando for preciso e tenha empatia com os colegas e suas dificuldades.

4) ADOTE HÁBITOS SAUDÁVEIS

Organize a sua vida pessoal. Hábitos ruins e rotina desorganizada influenciam diretamente na produtividade do trabalho. Algumas mudanças de comportamento permitem melhorar a sua vida como um todo, não apenas no desempenho profissional.

Coma bem. Uma dieta com nutrientes equilibrados fornece mais energia, mais disposição e ajuda no aprendizado. A hidratação também é essencial nesse contexto.

Pratique atividades físicas, de acordo com as orientações de profissionais da saúde. Exercícios promovem o bem-estar, são aliados na prevenção de lesões, inclusive as que podem ser sofridas no ambiente de trabalho. Além disso, é uma excelente forma de ajudar a combater o estresse, um dos principais inimigos da motivação e produtividade.

Durma bem. Ter produtividade quando o corpo está muito cansado é uma tarefa quase impossível. Uma boa noite de sono é o momento que o organismo se recupera das atividades do dia, o cérebro retém os aprendizados e informações importantes e os órgãos e músculos relaxam e aliviam as sobrecargas adquiridas.

5) ESTUDE PARA MELHORAR O DESEMPENHO PROFISSIONAL

Melhorar o desempenho profissional é um processo contínuo. Jamais pare de ler, fazer cursos, viajar e debater ideias. Conhecer o máximo possível da sua área de atuação oferece uma série de benefícios, como melhoria da comunicação, segurança na tomada de decisões, ampliação do repertório, entre vários outros. O conhecimento se tornou um importante diferencial competitivo.

O mercado nos dias atuais é dinâmico e as novidades surgem a todo o momento. Não importa qual segmento da sua atuação, o sucesso só é conquistado através de preparo e inteligência para resolver qualquer problema ou imprevisto que possa surgir.

Um curso de compliance, por exemplo, é uma boa forma de se valorizar e melhorar o desempenho profissional. Atualmente, profissionais com capacitações sobre o tema são bastante procurados e valorizados pelo mercado.

As empresas nos últimos anos passaram a se preocupar mais com o que diz respeito às leis e a busca pela integridade da organização. Uma atuação ética reflete diretamente na imagem e reputação no mercado. Assim, a prática de compliance se valorizou em diversas áreas e ganhou mais espaço, inclusive junto aos pequenos negócios.

O curso em compliance ensina implementar, em todas as fases, um programa de integridade. Quem faz o curso tem contato com todos os desafios enfrentados por profissionais que atuam na área. Isso é extremamente importante, pois em muitos casos as empresas não percebem o tamanho do desafio que é seguir todas as regras das legislações brasileiras e internacionais.

Vale ressaltar que o compliance extrapola o mero conhecimento das leis. Envolve treinamento em comunicação, controles internos, matrizes de risco e várias outra áreas que atuam de forma em integrada. É, sem dúvida, um diferencial competitivo que vai abrir novos caminhos na sua vida profissional.

Fonte: LEC

25 de julho é o dia de quem está fazendo a diferença!

Parabéns, rodoviário! 25 de julho é o seu dia, e este ano, mais do que nunca, você tem uma importância especial para todos nós. Enquanto muitos estão em casa durante a pandemia, você continua trabalhando para garantir o ir e vir daqueles que também estão à frente dos serviços essenciais.

A Fetranspor, junto a seus 10 sindicatos filiados, agradece a sua dedicação. Seu trabalho é necessário e valioso! Feliz Dia do Rodoviário!

Fonte: Fetranspor

Compliance Trabalhista para Micro e Pequenas Empresas

Mayra Regetz Monteiro e Paula Dalla Bernardina Folador Seixas Pinto, autoras do artigo e associadas da Compliance PME, são advogadas trabalhistas e membros da Comissão Especial de Compliance da Seccional da OAB/ES.

Elas nos trazem importantes pontos que devemos estar sempre alerta no que diz respeito ao compliance trabalhista.

Acesse aqui o artigo.

Avaliação de riscos em tempos de crise

A avaliação de riscos é um processo integrado que envolve a identificação e a análise dos riscos aos quais uma organização está exposta, bem como a elaboração e a adoção de estratégias para evitá-los, minimizá-los e enfrentá-los, caso aconteçam. De acordo com a Pesquisa Global sobre Crises, realizada em 2019 pela PwC, sete a cada dez organizações já enfrentaram, pelo menos, uma crise nos últimos cinco anos, e, entre elas, o número médio de crises enfrentadas é superior a três.

O interessante é que esses dados foram coletados antes da inesperada pandemia do novo coronavírus, o que deixa claro que esses eventos fazem parte da trajetória das organizações e ressalta o quão importante é desenvolver medidas de proteção.

Neste artigo, consultamos Bruno Pires Bandarovsky, consultor e professor convidado pela LEC, para esclarecer os principais aspectos de um processo de avaliação de riscos. Confira!

O QUE É AVALIAÇÃO DE RISCOS?

Por definição, a avaliação de riscos é um processo que visa à identificação dos pontos de maior vulnerabilidade de uma organização ou de uma atividade e à definição de medidas de mitigação ou de enfrentamento adequadas. Os empreendimentos estão sujeitos a crises operacionais, financeiras, tecnológicas, humanitárias, legais, reputacionais e sanitárias, e cabe aos seus líderes providenciar ferramentas e estratégias para atuar em tais cenários.

Bandarovsky esclarece que o foco da gestão de risco não deve se limitar às ameaças às quais a organização está exposta, mas abordar, principalmente, as medidas que devem ser tomadas para evitar esses eventos e as respostas que deverão ser apresentadas caso algum deles, de fato, aconteça.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO DE RISCOS?

O ERM (Enterprise Risk Management), diretriz desenvolvida pela COSO (Comittee of the Sponsoring Organizations of the Treadway Comission) e principal referência global em gestão de riscos, estabelece os seis objetivos centrais desse processo:

  • alinhar apetite a risco e estratégia: avaliação combinada do apetite a risco (risco que uma organização está disposta a correr por seus objetivos) com a análise das estratégias da organização realizada a partir dos instrumentos da gestão de riscos;
  • fortalecer decisões em resposta aos riscos: estabelecimento de procedimentos rigorosos para a identificação e a mensuração de riscos, bem como para a definição das medidas adequadas em resposta a eles;
  • reduzir surpresas e prejuízos operacionais: redução da incerteza, identificando eventos em potencial e definindo respostas apropriadas a fim de diminuir custos econômicos, operacionais e reputacionais relacionados a ameaças;
  • identificar e administrar riscos múltiplos e entre empreendimentos: desenvolvimento de reações integradas e eficazes para eventos cujo impacto atinge vários setores ou negócios de um grupo empresarial;
  • transformar a incerteza em relação a eventos negativos em oportunidades: garantia de respostas prévias às incertezas para beneficiar a tomada de decisão em momentos críticos e direcioná-la para a descoberta de oportunidades competitivas;
  • otimizar o capital empregado: avaliação eficaz dos investimentos necessários diante das incertezas, alocando o capital de modo a extinguir desperdícios e insuficiências.

QUAL É O PAPEL DAS LIDERANÇAS NA AVALIAÇÃO DE RISCOS

Independentemente do processo ou do recurso que se pretende implementar em uma organização, é fundamental que os líderes reconheçam a sua importância. Essa é a única maneira de garantir que a solução receberá o apoio e a atenção necessários.

No que diz respeito à avaliação de riscos, é fundamental que a alta liderança da empresa reconheça a sua relevância a fim de que os recursos (financeiros e humanos) previstos para a sua implementação e manutenção sejam disponibilizados. A liderança deve esclarecer, por exemplo, o apetite de risco da empresa, as suas circunstâncias, as suas limitações, os seus atuais critérios de análise de riscos e todos os aspectos formais envolvidos no processo.

Os líderes também deverão estar de acordo com o plano de execução do projeto. Tendo em vista que o passo seguinte consiste no engajamento dos colaboradores e dos demais stakeholders, é imprescindível que a direção da empresa esteja em sintonia com os objetivos e com as medidas propostas.

QUAIS OS REQUISITOS PARA UMA GESTÃO DE RISCO EFICIENTE NA EMPRESA?

Bandarovsky ressalta que a implementação de uma estrutura de gerenciamento de riscos não é uma missão para amadores. Além de adotar procedimentos em conformidade com as diretrizes COSO ERM, é essencial que a empresa obedeça às normas previstas na ABNT NBR ISO 31000:2018 de modo a conferir uniformidade e rastreabilidade ao processo.

Os principais requisitos para uma gestão de riscos eficaz, de acordo com essas diretrizes, são:

  • integração: as ações devem abranger todas as áreas e atividades da organização;
  • abordagem estruturada e abrangente: as atividades devem ser consistentes e comparáveis;
  • personalização: as medidas devem ser compatíveis com os contextos interno e externo;
  • inclusão: todas as partes interessadas devem estar envolvidas nas ações;
  • dinamismo: as mudanças devem ser promovidas e consolidadas com agilidade;
  • comunicação clara: as informações apresentadas devem ser oportunas e disponíveis;
  • comportamento e cultura: os fatores humanos e culturais devem ser considerados;
  • aprimoramento: deve haver melhoria contínua do trabalho realizado por meio de estudos e experiências.

Instrumentos de auditoria independente também são requisitados para que a organização seja capaz de atestar a correta execução das medidas de gestão de riscos e de manter uma melhoria contínua.

COMO FAZER UMA AVALIAÇÃO DE RISCO EFICIENTE NA EMPRESA?

De acordo com as orientações de Bandarovsky, a implementação de um processo de avaliação de riscos envolve três etapas essenciais. Vejamos cada uma delas a seguir.

Avaliação dos ambientes interno e externo da organização

Primeiramente, é necessário realizar uma avaliação consistente dos ambientes interno e externo da organização, bem como identificar as normas vigentes, principalmente aquelas que, caso não cumpridas, podem representar riscos.

É também nesse momento que metodologias para reconhecimento de eventos em potencial são discutidas, o que requer a participação ativa de gestores de todos os setores operacionais. Com o auxílio do profissional encarregado, deverão ser providenciadas a avaliação de riscos potenciais e as medidas mitigatórias, além da estratégia utilizada para implementar esses processos.

Elaboração de matrizes de risco

Definidos os pilares, deverão ser formuladas matrizes de risco que podem envolver três dimensões:

  • risco residual: compreende as ameaças considerando as medidas mitigatórias em prática;
  • risco inerente: é um cenário hipotético em que a organização é desprovida de medidas mitigatórias ou existe quando ocorrem falhas na sua adoção;
  • risco desejável: é o cenário configurado após os ajustes às medidas mitigatórias serem implementados.

Segundo o consultor, uma excelente prática levaria à adoção das três dimensões, mas processos mais simples podem ser executados. Nesse último caso, porém, o alcance da análise e das ferramentas para a tomada de decisão será mais limitado.

Apresentação do plano de ação

Por fim, todas as informações e decisões levantadas deverão ser devidamente documentadas em um plano de ação. Esse documento deverá ser aprovado pela alta liderança da organização e a sua execução deverá ser monitorada pelo profissional encarregado.

É também dever do responsável pela avaliação de riscos manter a liderança da empresa informada sobre o andamento do processo de implementação e acerca da adoção das medidas propostas, fornecendo dados periodicamente.

POR QUE A AVALIAÇÃO DE RISCOS É FUNDAMENTAL EM MOMENTOS DE CRISE?

A melhor maneira de compreender a importância de uma estrutura de gestão de riscos é verificando os impactos negativos da sua ausência. Entre eles, certamente, um dos mais graves é o desconhecimento, por parte da organização, da natureza e da magnitude dos riscos aos quais ela está exposta.

Em um cenário como esse, a visão da liderança é “míope”, diz o consultor. Os líderes não são capazes de identificar e de apurar os problemas com a precisão necessária e, como resultado, as respostas adotadas podem ser ineficazes, desproporcionais ou não condizentes com a realidade.

Além do desperdício de recursos, tal situação pode acarretar efeitos negativos em várias esferas do empreendimento: comercial, operacional, financeiro, reputacional etc. É importante ressaltar, porém, que as medidas abordadas ao longo do artigo não se restringem a períodos de crise. Como demonstrado pelo relatório da PwC, esses eventos são recorrentes e, por isso, é fundamental que as organizações se mantenham preparadas.

A avaliação de riscos é, portanto, um processo que deve ser desenvolvido periodicamente. Muito mais do que um diagnóstico de vulnerabilidade ou do que uma ação emergencial, suas medidas são instrumentos essenciais para a manutenção, a longevidade e a evolução de empreendimentos de todas as naturezas.

A LEC investe na formação de profissionais por meio da LEC Academy, sua academia de educação executiva, e se consolidou como uma das maiores difusoras do mundo da cultura de compliance, disciplina que aborda em profundidade a avaliação de riscos.

Fonte.

Como se comunicar efetivamente em tempos de incerteza

Por Ana Mendy, Mary Lass Stewart e Kate VanAkin

Cinco ferramentas fundamentais podem ajudar os líderes a se comunicar efetivamente com suas equipes e guiar suas organizações durante momentos incertos, com um renovado senso de propósito e confiança.

Durante uma crise, a fonte de informação mais confiável de um colaborador geralmente é o empregador. Por esse motivo, as palavras e ações de um líder podem ter um grande impacto no bem-estar daqueles que gerenciam; elas podem ajudar a manter as pessoas seguras, ajudá-las a se adaptar e lidar emocionalmente e a colocar sua experiência em contexto e extrair significado dela.

Mas as crises também apresentam aos líderes desafios infinitamente complicados e sem respostas fáceis. As compensações difíceis abundam e, com elas, decisões difíceis sobre a comunicação de questões complexas a diversos públicos.

A boa notícia é que as ferramentas fundamentais da comunicação eficaz ainda funcionam. Defina e aponte para metas de longo prazo, ouça e compreenda seus stakeholders e crie aberturas para o diálogo. Seja pró-ativo. Mas não pare por aí. Comunicadores superiores de crise também fazem essas cinco coisas bem.

1. Dê às pessoas o que elas precisam, quando precisam.

As necessidades de informações das pessoas evoluem em uma crise. O mesmo deve acontecer com as mensagens de um comunicador.

Nos estágios iniciais de uma crise, os comunicadores devem fornecer informações instrutivas para incentivar a calma; como permanecer seguro é fundamental. À medida que as pessoas começam a seguir as instruções de segurança, a comunicação pode mudar para um foco no ajuste à mudança e à incerteza. Finalmente, quando o fim da crise aparecer, aumente as informações internalizadas para ajudar as pessoas a entender a crise e seu impacto.

2. Comunique-se de forma clara, simples e frequente.

Uma crise limita a capacidade das pessoas de absorver informações nos primeiros dias. Concentre-se em manter os funcionários seguros e saudáveis. Para transmitir informações cruciais aos funcionários, mantenha as mensagens simples e objetivas.

As pessoas tendem a prestar mais atenção às informações enquadradas positivamente; informações negativas podem corroer a confiança. Enquadre as instruções como “faça” (práticas recomendadas e benefícios) em vez de “não faça” (o que as pessoas não deveriam fazer ou desmascarar mitos).

Além disso, os comunicadores subestimam regularmente a frequência com que as mensagens devem ser repetidas e reforçadas. O estudo, “Modelo em forma de U invertido: como a repetição frequente afeta o risco percebido” publicado em 2015, mostrou que o público precisa ouvir uma mensagem relacionada ao risco à saúde nove a 21 vezes para maximizar sua percepção desse risco. Estabeleça uma cadência constante; repita as mesmas mensagens frequentemente; e tente mantras, rimas e aliterações para melhorar a mensagem “viscosidade”.

3. Escolha franqueza sobre carisma.

Confiança é fundamental em uma crise. Aqueles que não conseguem construir confiança rapidamente em crises perdem a confiança de seus funcionários.

Seja honesto sobre como as coisas estão, diferenciando claramente o que é conhecido e o desconhecido, e não minimize ou especule. Dê às pessoas uma visão dos bastidores das diferentes opções que você está considerando e envolva as partes interessadas na tomada de decisões operacionais.

Compartilhe seus próprios sentimentos e reconheça os efeitos pessoais da turbulência emocional. Lembre-se de que o que você faz importa tanto quanto o que você diz para criar confiança, e o exame minucioso das ações dos líderes é ampliado durante uma crise.

4. Revitalizar a resiliência.

À medida que a crise da saúde se transforma em crise econômica, acentue o positivo compartilhando histórias e criando momentos edificantes para reacender espíritos resilientes.

Além disso, fortaleça os laços comunitários para restaurar a confiança. Ajudar os outros é uma ótima maneira de melhorar o bem-estar e reduzir o estresse. Também é importante reconstruir uma identidade social comum e um sentimento de pertença com base em valores, normas e hábitos compartilhados.

5. Destilar significado do caos.

A crise vai acabar. Ajude as pessoas a entender tudo o que aconteceu.

Desde o início, seja claro sobre o que sua organização alcançará durante essa crise. Estabeleça uma visão clara, ou mantra, de como a organização e seu pessoal surgirão. Explore maneiras de conectar a interrupção que os funcionários enfrentam a algo maior.

Embora seja importante moldar uma história de significado para sua organização, é igualmente importante criar um espaço onde outros possam fazer o mesmo por si mesmos. Pergunte às pessoas que conclusões elas estão tirando dessa crise e ouça profundamente.

Contar com essas práticas ajudará os membros da equipe a permanecerem seguros e infundir entendimento e significado nas comunidades, ajudando a levar a organização a atravessar uma crise com um renovado senso de propósito e confiança.

Fonte: McKinsey Organization Blog

Organização para o futuro: Por que agora?

Por Elizabeth Mygatt, Richard Steele e Mitya Voloshchuk

Ajustar um sistema de gerenciamento baseado em regras antigas não será mais eficaz. Os executivos devem agir agora para começar a construir sua organização de acordo com esses novos princípios.

Nos negócios de hoje, estamos vendo uma história se desenrolar diante de nossos olhos, uma história que aconteceu antes, mas não em nossa vida. Quando as tecnologias convergem, as indústrias se transformam e o trabalho é refeito.

Desde o século 18, pelo menos três revoluções industriais ocorreram. As organizações evoluíram – ou fecharam. A previsibilidade se tornou rei. Escala importava. Para os inovadores, a produtividade aumentou.

O desafio fundamental agora é que mesmo as empresas mais bem-sucedidas atualmente são projetadas para operar de acordo com as antigas regras de pensamento gerencial que surgiram durante a Primeira Revolução Industrial, aproximadamente 250 anos atrás. Eles são mecanicistas. Eles resolvem uniformidade, burocracia e controle.

Pergunte aos executivos sobre a organização e alcance mais reflexivamente um gráfico hierárquico. Nossa pesquisa nos últimos dois anos sugere que o que vemos agora não é a Quarta Revolução Industrial, mas a primeira verdadeira revolução da informação. Um novo conjunto de tecnologias está permitindo a automação completa de tarefas rotineiras, baixos custos de transação e interconexão que permitem a auto-organização da complexidade em uma velocidade sem precedentes.

Vemos quatro macrotendências desenrolando as antigas regras de gerenciamento:

1. Mais conexão. A interconectividade humana global está mudando permanentemente não apenas a velocidade da interrupção, mas também os princípios da inovação disruptiva. As informações que se movem livremente instantaneamente alimentam mudanças e ignoram – ou até desafiam – as hierarquias existentes e os canais de mudança formalizados. O “caos” emergente gera imprevisibilidade, tanto negativa quanto positiva, que as organizações terão que adotar.

2. Automação sem precedentes. A tecnologia em escala e baixos custos (de câmeras em todos os lugares à interação onipresente de máquina para máquina) estão mudando para sempre a maneira como o gerenciamento cria valor e melhora a eficiência. Não precisamos mais dos funcionários para agir como máquinas.

3. Menores custos de transação. O mecanismo de livre mercado, a principal razão pela qual as empresas com fins lucrativos floresceram nos últimos 200 anos, está se tornando amplamente irrelevante. Mais e mais pessoas se auto-organizam em uma economia alternativa.

4. Mudanças demográficas. A geração Z (e além) simplesmente não se comportará da mesma maneira que as gerações anteriores de funcionários; suas demandas são fundamentalmente diferentes. As empresas que não responderem não sobreviverão. Os funcionários estão votando com os pés.

Essas tendências não são novas – mas agora estão se aproximando dos pontos críticos, colocando a organização no topo da agenda do CEO. A pandemia do COVID-19 está acelerando algumas dessas tendências: nos últimos meses, vimos a extraordinária mudança forçada da força de trabalho para ambientes remotos e para áreas de maior criação de valor (por exemplo, serviços de armazém e entrega que contratam centenas de milhares de funcionários), maior agilidade das equipes internas e o próximo nível de difusão entre as economias “corporativa” e “gig”.

Embora a teoria de gerenciamento tenha evoluído, sua base, que inclui uma estrutura organizacional hierárquica com departamentos e funções especializadas, permaneceu praticamente intacta:

• As organizações podem ser otimizadas como máquinas para eficiência e produtividade

• Estabilidade e previsibilidade com risco mínimo são as mais importantes

• Surpresas são ruins

• O comportamento deve ser controlado

• O trabalho é um fator de produção

Ajustar um sistema de gerenciamento com base nessas regras antigas não será mais eficaz. Essas regras foram uma resposta a um mundo em que a vida das pessoas mudou gradativamente de uma geração para a seguinte e as informações vieram de fontes físicas – e mais tarde analógicas -. Além disso, o custo de aquisição de informações proprietárias contribuiu para custos de transação relativamente altos devido ao tempo, energia e dinheiro necessários para obtê-las.

Coletivamente, as quatro macrotendências exigem que as empresas adotem um conjunto de novos princípios. Muitos desses novos princípios – como anti-fragilidade, experimentação, adaptabilidade, visões comportamentais e sistêmicas da organização, centralização no ser humano, inspiração no lugar do controle e surpresas positivas – estão se tornando cada vez mais críticos para a sobrevivência. À medida que as tendências mudam a própria natureza da complexidade, os executivos devem agir agora para começar a construir sua organização de acordo com esses novos princípios.

Fonte: McKinsey Organization Blog

Ônibus intermunicipais voltam a circular na região metropolitana do Rio

Balanço Geral, R7
08/06/2020

As linhas de ônibus intermunicipais do Rio de Janeiro enfrentam nesta segunda-feira (8) o primeiro dia útil desde a liberação da circulação dos coletivos entre cidades da região metropolitana do Rio. Novas medidas de higiene foram adotadas pelas empresas para garantir a segurança dos passageiros e evitar a proliferação do novo coronavírus.

Assista aqui.

AVISO! Testes rápidos e gratuitos de Covid-19

Nos dias 09 e 10 de junho, serão realizados Testes Rápidos e Gratuitos de COVID-19 para os seguintes profissionais:

• Motoristas e Cobradores do Transporte Coletivo de Passageiros.

Todos deverão comprovar que pertencem ao público alvo da ação, com apresentação de:

• Carteira de Habilitação Categoria D (motoristas) + Crachá;
• Documento de Identificação com Foto e CPF + Crachá (cobradores).

OBS: No momento do cadastro será necessário o fornecimento de um email.

Local: Terminal Rodoviário João Goulart de Niterói (Sala do Setrerj). Horário: 09h às 16h.

Solicite o Vale Social pelo Setrerj

Atenção usuários da base Setrerj atendidos pelos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá e pelos municípios adjacentes Cachoeiras de Macacu, Silva Jardim e Rio Bonito!

Informamos que, neste momento, as solicitações de 1ª e 2ª via do Vale Social estão sendo realizadas através do call center pelo número:

(21) 2127-4000.

Cuidamos de você!

O momento que vivemos é único. Uma pandemia de enormes proporções fez o mundo diminuir o ritmo e obrigou, em todos os lugares, as pessoas a se isolarem socialmente e a ficarem em casa.

Agora, em alguns lugares do mundo, e mesmo no Brasil, as pessoas estão voltando a sair. Algumas cidades estão fazendo a transição para a retomada da economia. Mesmo nos lugares em que ainda está acontecendo a quarentena, os profissionais essenciais precisam se deslocar.

Nesse momento, você pode confiar no transporte público de passageiros por ônibus.

As empresas se importam com sua saúde e a dos seus colaboradores, e sabem da importância de cumprir todas as regras sanitárias para que ninguém se contamine.

Nesse momento, as empresas fazem várias ações de prevenção contra o Covid-19.

 – Higienização dos carros nas garagens, nos pontos de maior fluxo e no Terminal Rodoviário João Goulart, a cada turno;

– Entrega de máscara e recipiente com álcool em gel 70% para os colaboradores;

– Obrigatoriedade do uso de máscaras por motoristas e despachantes;

– Abertura das janelas dos veículos, quando possível, contribuindo para maior circulação de ar;

– Em algumas empresas, isolamento da cabine dos motoristas, reduzindo o contato, trazendo mais segurança tanto para os clientes como para o motorista;

– Distribuição de álcool em gel 70% para a população no Terminal Rodoviário João Goulart.

Precisamos que você, cliente do transporte público por ônibus, contribua para que todos se mantenham saudáveis.

– Use sempre a máscara ao embarcar no ônibus e durante todo o trajeto;

– Procure pagar sua passagem com seu cartão RioCard Mais, isso reduz o risco de contaminação na manipulação de dinheiro;

– Mantenha distância segura dos outros passageiros;

– Lave sempre as mãos com água e sabão, ou use álcool em gel 70%. Conte sempre com sua empresa de ônibus. Juntos, venceremos essa crise!

Visão 2025 – Rumo a um futuro sustentável

Berlim, Alemanha

Por Elena Rittger e Tiam Ghorab

Lançada em 2015 como uma iniciativa multistakeholder voltada para negócios, a Alliance for Integrity busca promover a transparência e a integridade no sistema econômico global. A rede de parceiros e o número de atividades cresceram substancialmente desde então, assim como as expectativas dos atores envolvidos e a demanda geral por fortalecer a integridade nos negócios em todo o mundo.

Assim, em um processo de nove meses, o Comitê Diretivo refletiu sobre os pontos fortes e diferenciais da iniciativa, discutiu tendências atuais, oportunidades futuras e possíveis desafios, resultando na definição de uma visão comum para os próximos cinco anos (Visão 2025):

“Em 2025, a Alliance for Integrity é o principal agente de mudança global para o fortalecimento da integridade nos negócios através da colaboração com diversos atores relevantes.”

A Visão 2025 reflete os pontos de venda e os valores exclusivos da iniciativa, levando em consideração os esforços nacionais e internacionais para o desenvolvimento futuro. Como fator chave para o sucesso a longo prazo da Alliance for Integrity, ela define não apenas uma meta ambiciosa para os próximos cinco anos, mas também fornece orientações ao priorizar atividades futuras, além de influenciar os procedimentos de governança da iniciativa, sustentabilidade financeira e status legal.
A declaração enfatiza novamente a importância da colaboração entre todos os atores envolvidos e serve como um lembrete para aplicação da abordagem de ação coletiva ainda mais rigorosamente no futuro. Na luta contra a corrupção, é crucial envolver todos atores em diálogos mútuos e ações conjuntas. Além disso, o objetivo expresso de se tornar um agente de mudança global exige não apenas manter o foco atual em fornecer soluções práticas para fortalecer a integridade empresarial (em particular para as PMEs), mas também estender essas soluções aos governos e outros interessados, setores e países.

Para alcançar conjuntamente a Visão 2025, cada Conselho Consultivo nacional está agora encarregado de estabelecer um plano de implementação adaptado ao país que defina várias atividades e requisitos concretos. Embora o surto global de Covid-19 esteja afetando o sistema econômico de forma imprevisível, na Alliance for Integrity acreditamos que a promoção de um sistema econômico transparente e justo, com oportunidades para todos, continuará sendo uma tarefa que vale a pena e pode se tornar ainda mais importante quando se trata de compensar as perdas econômicas após a pandemia. Portanto, continuaremos buscando alcançar a independência organizacional, a fim de fornecer continuamente soluções práticas para promover a integridade em todo o mundo.



Ferramentas digitais e tecnologia na luta contra corrupção

Cidade do México, México

Por Kevin Oskar Pöll Garduño

Em 19 de fevereiro, o Conselho Consultivo da Aliance for Integrity se reuniu na Cidade do México pela quinta vez. Os membros do Conselho Consultivo, que incluem representantes de empresas privadas, organizações da sociedade civil e instituições governamentais, se reuniram para eleger o Presidente e o Vice-Presidente para 2020, que coordenarão esforços e estratégias para garantir a sustentabilidade da iniciativa no país.

Gustavo Pérez, Diretor de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo Toks, terminou seu mandato de um ano como Presidente do Conselho Consultivo. Como último ato oficial, ele abriu a reunião discutindo os desafios que o México enfrenta na luta contra a corrupção. Juan Ignacio Díaz, Presidente e CEO da Siemens México e Vice-Presidente do Conselho Consultivo nos últimos doze meses, aproveitou a oportunidade para agradecer aos membros por confiarem nele e parabenizou Gustavo por seu trabalho duro e grandes conquistas.

Os discursos de abertura foram seguidos pela eleição do novo presidente e vice-presidente. Por votação unânime, Juan Ignacio foi escolhido como o novo presidente, levando em conta sua experiência anterior como vice-presidente, e Lorenzo Berho, fundador da Vesta, como vice-presidente.

A palestrante convidada Katja Bechtel, líder da Iniciativa de Parceria Contra a Corrupção (PACI) do Fórum Econômico Mundial (WEF), compartilhou ideias de seu trabalho com a PACI, a maior iniciativa anticorrupção liderada por CEOs do mundo, com foco em cooperação multistakeholder.

Ela enfatizou a importância de desenvolver soluções tecnológicas, como blockchain e inteligência artificial, na luta contra a corrupção. Bechtel também orgulhosamente anunciou a criação do primeiro Consórcio de Análise de Dados Anticorrupção com a Anheuser-Busch InBev.

Membro do Conselho Consultivo e representante do setor público, Carlos Villalobos, Diretor Geral de Vinculação Comercial da Secretaría de la Función Pública (SFP), apresentou o Padrón de Integridad Empresarial, um registro para empresas que atendem aos requisitos mínimos de integridade como fornecedores do governo mexicano. O registro cobrirá inicialmente 1.500 empresas, para incentivar a criação de sistemas de integridade internos que podem se espalhar pela cadeia de valor do setor. Ele destacou a necessidade de sistemas sustentáveis de relatórios e alertas e ecoou o apoio da Bechtel ao uso de tecnologia para promover a integridade no futuro.

Como Gustavo Pérez observou: “[No México] enfrentamos muitos desafios e áreas de oportunidade, mas também temos muitos bons resultados que mostram nossos esforços. Nós podemos e temos contribuído para a conversa.” A conversa continuará em março nos eventos futuros da Alliance for Integrity no México, incluindo a segunda edição do Integrity Coffee para mulheres empreendedoras na Cidade do México e um treinamento DEPE em León, Guanajuato.

Desenrolar adicional do treinamento Duku

Bandung, Inonésia

Por Faiza Hasan

O Grupo de Trabalho de Mulheres Empreendedoras e Profissionais de Java Ocidental se reuniu em Bandung, Indonésia para discutir o plano operacional para os próximos meses. O foco foi o planejamento das próximas atividades e a consultoria sobre a implementação do treinamento DUKU (DEPE) para os membros da associação de negócios.

Antes de iniciar o planejamento operacional, os participantes refletiram sobre as atividades do ano passado. Um destaque foi o frutífero intercâmbio com membros do Grupo de Trabalho de Mulheres em Compliance na Argentina. Ambos os grupos de trabalho se beneficiaram muito da colaboração transfronteiriça, compartilhando seus conhecimentos, experiências e exemplos de melhores práticas sobre compliance e integridade empresarial. Devido ao grande sucesso, os membros concordaram em continuar a atividade também em 2020. Além disso, planejam estabelecer um intercâmbio online regular com grupos de trabalho de outros países da Alliance for Integrity, como Gana e Índia.

Além disso, o Grupo de Trabalho também buscará seu envolvimento com o Comitê Regional de Advocacia de Java Ocidental. O objetivo é apoiar o Comitê na busca de soluções para facilitar as atividades comerciais na província de Java Ocidental.

Após a sessão de reflexão, os participantes decidiram iniciar o treinamento DUKU para membros de suas associações empresariais. A implantação se concentrará principalmente em PMEs de propriedade de mulheres localizadas na região e fornecerá conhecimentos relevantes sobre como estabelecer um sistema de compliance eficaz. Portanto, foram feitos planos para realização de treinamentos DUKU que abordem mulheres empresárias que sejam membros da:

  • Associação Empresarial para Mulheres da Indonésia (IWAPI);
  • Associação Empresarial Muçulmana da Indonésia (IPEMI);
  • Associação Interprofissional de Mulheres da Indonésia (PPLIPI),
  • Comunidade Benua Balantik; 
  • Associação de Empreendedores Indígenas da Indonésia (HIPPI); 
  • e da Câmara da Indústria e Comércio (Kadin).

Além disso, os membros do Grupo de Trabalho propuseram a ideia de se tornarem instrutores anticorrupção certificados. A iniciativa é feita pela Comissão de Erradicação da Corrupção (KPK) e tem como objetivo espalhar mensagens anticorrupção o mais amplamente possível. Depois de receber uma certificação oficial, os instrutores apoiarão o KPK e implementarão de maneira independente várias atividades relacionadas ao compliance e a integridade dos negócios.

Setor privado da Nigéria advoga ação coletiva

Lagos, Nigeria

Por Gideon Mankralo & Christiana Gada

Juntamente com o setor público e as organizações da sociedade civil, os atores do setor privado na Nigéria pediram uma ação coletiva para construir uma cultura de integridade no sistema econômico da Nigéria. A chamada foi feita pelos participantes da primeira Mesa Redonda de Integridade, realizada em Lagos, na Nigéria. O evento enfocou tematicamente “o papel do setor privado na construção de uma cultura de integridade”.

Em colaboração com a Delegação da Indústria e Comércio Alemã (AHK) na Nigéria, a mesa redonda foi organizada como parte de várias atividades de entrada da Alliance for Integrity no ecossistema nigeriano. A sessão hospedou executivos, CEOs e gerentes de várias empresas internacionais, multinacionais e locais, incluindo a Weststar Associates Limited (Mercedes-Benz), Aelex, BASF e Guinness (Diageo).

Em seu discurso de abertura, a Delegada da AHK Nigéria, Katharina Felgenhauer, destacou a importância da entrada da Alliance for Integrity na Nigéria, enfatizando que a corrupção era o principal desafio das empresas no país. Citando um estudo realizado pela AHK Nigéria em 2019, ela observou que as PMEs que participaram do estudo indicaram que a conformidade e a integridade eram as principais questões em que estavam concentradas. “A integridade pessoal dos líderes empresariais está desempenhando um papel essencial para estar em conformidade também em seus negócios”, enfatizou Felgenhauer. Ela convidou fortemente os participantes a ter uma discussão aberta sobre os efeitos da corrupção no ambiente de negócios e defendeu uma medida coletiva para lidar com o problema.

Os participantes da mesa redonda se revezaram para delinear claramente os problemas de integridade e compliance. Eles explicaram que o compliance é um escape do ambiente negocial, consistindo em políticas, sistemas, estruturas e integridade pessoal. Com base nesses ideais, os participantes do painel incentivaram as empresas a garantir que as pessoas aderissem às regras estabelecidas em suas empresas e dentro do sistema econômico. Observou-se que, ao criar uma cultura de integridade, é necessário abrir espaço para erros e sistemas de suporte; e deve-se tomar cuidado para não colocar medo nos funcionários, mas incentivar um ambiente que acolha discussões abertas para abordar questões emergentes.

Ao avançar as discussões, os participantes destacaram as complexidades do ambiente de negócios que aparentemente forçam as empresas a agir de maneira inadequada para permanecer nos negócios. Foram feitas referências específicas a burocracias nas operações comerciais com o setor público. Como tal, houve um apelo à ação coletiva entre o setor privado e o público, com o objetivo de adaptar soluções específicas a desafios específicos do sistema econômico que facilitam a corrupção. Com isso dito, os atores do setor privado destacaram seu papel crítico na promoção de um ambiente de negócios responsável por meio de engajamentos ativos, colaborações e ações coletivas. Argumentou-se que haviam leis, legislações e regulamentos relevantes suficientes para ajudar a alcançar um clima de negócios responsável. Acompanhado por uma chamada coletiva que foi feita para a implementação estrita das leis anticorrupção e a aderência aos padrões de conformidade, a fim de alcançar o objetivo estabelecido. Em suas considerações finais, Katharina Felgenhauer, sustentou que a corrupção era cara a longo prazo e aconselhou as empresas a instituir uma cultura de integridade em suas organizações, começando com uma clara ‘voz do topo’. “Precisamos de diálogos e compromissos contínuos dessa natureza para discutir o tema anticorrupção”, enfatizou Felgenhauer. Ela incentivou os participantes a apoiar oficialmente a Alliance for Integrity, como uma plataforma factível para alcançar esse objetivo.

Os participantes da mesa redonda incluíram o Dr. Jean-Marc Ricca, diretor administrativo da BASF na África Ocidental, o Sr. Theophilus Emuwa, sócio-gerente da Aelex, a senhora Ikwo Okutinyang, gerente de compliance da Guinness (Diageo) Nigéria e a senhora Ebere Aninih, Gerente Jurídica de Compliance e Recursos Humanos, Weststar Limited (Mercedes-Benz).

Guia de bolso “NO EXCUSES! COLOMBIA” disponível

Bogotá, Colômbia

Por Ana Elena Cadena Ramos

Após vários meses de trabalho conjunto entre a Secretaria de Transparência, o Pacto Global Colômbia e a Alliance for Integrity, o guia de bolso “No eXcuses!” foi lançado no final de 2019.

Mais de 200 participantes de diferentes setores e organizações participaram da sessão que foi realizada pela Secretaria de Transparência do governo colombiano. Garantindo uma ampla divulgação, mais de 1000 cópias do guia foram distribuídas entre representantes comerciais e parceiros da iniciativa.

Sublinhando a relevância da publicação, Marta Lucía Ramírez, vice-presidente da Colômbia, e Beatriz Elena Londoño, Secretária de Transparência, participaram do evento. “O combate à corrupção é uma das principais prioridades do governo colombiano. Precisamos de ferramentas práticas e fáceis de acessar para todos, pois elas podem capacitar empresas de todos os tamanhos para fortalecer a integridade em seu ambiente de negócios. Assim, o guía “No eXcuses!” é uma ferramenta muito útil”, afirmou a vice-presidente.

Dez desculpas mencionadas no guia foram apresentadas brevemente por representantes das empresas que trabalharam juntas na publicação. As desculpas típicas que eles identificaram são, por exemplo, “Eu não sabia que isso era corrupção” ou “Se não o fizermos, alguém o fará”. Cada empresa, a ANDI, a Avianca, a Campetrol, o Grupo Bios, o Grupo Éxito, o Grupo Vanti, a Telefónica Movistar, a Lemaitre, a Novartis e a Siemens, foram responsáveis pelo desenvolvimento do conteúdo de uma desculpa específica. Enfatizando o fato de que a integridade é uma solução de ganho mútuo, o guia apresenta fortes contra-argumentos para refutar essas desculpas.

O “No eXcuses!” Colômbia foi muito apreciado pelo público, enfatizando sua importância como ação coletiva. Vários stakeholders de diferentes setores estavam assumindo um papel ativo, fornecendo agora uma solução prática para questões relacionadas à corrupção.

A edição colombiana do guia de bolso “No eXcuses!” pode ser encontrada aqui.

Empresas de ônibus pedem apoio do Governo para continuar funcionando e pagando salários

A crise que se abateu sobre todos os setores da economia, por conta do Covid-19, impacta, de forma ainda mais intensa, o setor de transporte urbano, em especial as empresas de ônibus.

Apesar de o setor ter consciência da importância de cuidar da saúde da população e dos seus colaboradores, a redução drástica do número de passageiros (seja pelo isolamento social imposto pelas autoridades que diminuiu enormemente a circulação de pessoas, seja pela obrigatoriedade da redução em 50% do número de passageiros nos ônibus) coloca em risco a manutenção do sistema como um todo.

No modelo econômico das empresas de ônibus, a receita que entra “na roleta”, diariamente, é o que mantém a compra do óleo diesel, necessário para os carros circularem, e o pagamento de funcionários, os dois principais insumos do setor. O giro de capital é intensivo e necessário para que o sistema se mantenha saudável.

Com as últimas decisões do poder concedente, em especial do Governo Estadual, que veta a circulação de transporte intermunicipal de passageiros e reduz o número de passageiros ao máximo de 50%, sem contar com a diminuição natural de clientes advinda da quarentena, as empresas estão vendo a receita despencar assustadoramente, tornando difícil para algumas até a compra do combustível.

Na região do Setrerj – Niterói, São Gonçalo, Tanguá, Itaboraí e Maricá – estima-se uma queda de 1,2 milhões de passageiros por dia se somadas as linhas das 29 empresas associadas. Atualmente, estas empresas empregam cerca de 15 mil colaboradores. O Setrerj e suas associadas entendem que, para passar por essa crise tão difícil para todos, mantendo os empregos e os ônibus circulando, precisará de suporte do Governo, como já acontece em São Paulo e com outros setores em todo o país.

Em Niterói já houve um movimento. O Setrerj e a Prefeitura abriram um canal de comunicação e estão estudando ações para superarem esse momento.

Ao final de tudo isso, esperamos que todos estejam mais fortes para a reconstrução do Brasil.

Projeto Ônibus Amigo suspenso

Diante da Pandemia Mundial (SARS-COVID-19), e seguindo as recomendações do Ministério da Saúde de prevenção ao Coronavírus visando garantir a segurança e preservação da saúde da população, o Projeto Ônibus Amigo, do Setrerj, está suspenso por tempo indeterminado.

Tão logo a situação se normalize, divulgaremos novas datas para os passeios. Fique atento às redes sociais e site do Setrerj.

20 de julho de 2019

Recomendações de prevenção contra o novo Coronavírus no transporte público coletivo

Informativo da NTU – 13 de Março de 2020 – Ano XXVII – Edição Nº 1.258

Neste momento de união de esforços para conter a disseminação do novo Coronavírus, a NTU destaca a importância da adoção de medidas preventivas no transporte público coletivo, de modo a minimizar os riscos à saúde de passageiros e de profissionais que atuam na prestação dos serviços.

As recomendações abaixo estão alinhadas com as orientações de prevenção para operadores do transporte público divulgadas na semana passada pela Associação Internacional de Transporte Público (UITP), disponíveis em: https://mla.bs/d4dae315

Recomendações de prevenção contra o COVID-19 para passageiros

• Lave sempre as mãos com sabão até a metade do antebraço, esfregando também as partes internas das unhas.

• Limpe regularmente as mãos com álcool em gel 70° INPM.

• Evite cumprimentar com beijos, apertos de mãos e abraços.

• Limpe com álcool em gel 70° INPM objetos tocados frequentemente.

• Evite tocar nas áreas do rosto (principalmente nariz, olhos e boca) antes de higienizar as mãos.

• Quando tossir ou espirar, proteja a boca na parte interna do antebraço.

• Utilize lenços descartáveis quando estiver com o nariz escorrendo.

• Siga as orientações oficiais do Ministério da Saúde e autoridades sanitárias.

Fonte: UOL, UITP, G1.

Alça construída pela EcoPonte melhora a mobilidade da Ponte Rio/Niterói

A alça de ligação da Ponte com a Linha Vermelha foi aberta ao tráfego a dia 15 de fevereiro. O viaduto tem 2,5km de extensão em trecho elevado e duas faixas de rolamento. O novo melhora o fluxo da Ponte na chegada ao Rio de Janeiro, pois cerca de 15 mil veículos acessarão o viaduto diariamente, sem precisar passar pelo início da Avenida Brasil em direção à Zona Oeste do Rio. Só podem acessar a alça os veículos que têm permissão de passar na Linha Vermelha (veículos coletivos e de passeio).

A iluminação é composta por 113 luminárias de LED e a alça tem gabarito mínimo de 5,5 metros de altura e cada faixa de rolamento com 3,5 metros de largura.

Novos investimentos em andamento

Em continuidade à alça de ligação da Ponte com a Linha Vermelha, a Ecoponte investe também R$ 6,5 milhões em obras de reurbanização e drenagem no bairro do Caju, na Zona Portuária do Rio, na região de abrangência no trecho municipal da construção da alça. Os trabalhos incluem pavimentação de ruas, implantação de novo sistema de drenagem, construção de áreas de lazer e melhorias no sistema viário, dentre outras melhorias. O projeto foi realizado em parceria com a Prefeitura do Rio e os trabalhos já estão em andamento.

A concessionária segue ainda a construção da Avenida Portuária, via expressa com dois sentidos exclusiva para veículos de cargas que ligará Manguinhos, na Avenida Brasil, com o portão 32 do Cais do Porto, no Caju. A Avenida Portuária está com 75% da obra concluída será entregue em agosto de 2020.  O investimento da concessionária é de R$ 450 milhões na alça de ligação da Ponte para a Linha Vermelha e na Avenida Portuária.

Fonte: Ecoponte

Ligação da Ponte com a Linha Vermelha aberta ao tráfego dia 15 de fevereiro

A alça de ligação da Ponte com a Linha Vermelha estará aberta ao tráfego a partir do próximo sábado (15/2). O viaduto tem 2,5km de extensão em trecho elevado e duas faixas de rolamento. O novo acesso deverá melhorar o fluxo da Ponte na chegada ao Rio de Janeiro, pois cerca de 15 mil veículos acessarão o viaduto diariamente, sem precisar passar pelo início da Avenida Brasil em direção à Zona Oeste do Rio. Só poderão acessar a alça os veículos que têm permissão de passar na Linha Vermelha (veículos coletivos e de passeio).

A obra está 99% concluída, a iluminação é composta por 113 luminárias de LED e nos próximos dias será finalizada a sinalização da pista. A alça terá gabarito mínimo de 5,5 metros de altura e cada faixa de rolamento terá 3,5 metros de largura.

Revitalização no Caju e Avenida Portuária

Em continuidade ao empreendimento, a Ecoponte investirá também R$ 6,5 milhões em obras de reurbanização e drenagem no bairro do Caju, na Zona Portuária do Rio, no trecho municipal da construção da alça. Os trabalhos incluem pavimentação de ruas, implantação de novo sistema de drenagem, de áreas de lazer e melhorias no sistema viário, dentre outras melhorias. O projeto foi realizado em parceria com a Prefeitura do Rio e os trabalhos começarão no início do mês que vem.

A concessionária segue ainda a construção da Avenida Portuária, via expressa com dois sentidos exclusiva para veículos de cargas que ligará Manguinhos, na Avenida Brasil, com o portão 32 do Cais do Porto, no Caju. A Avenida Portuária está com 75% da obra concluída será entregue em agosto de 2020. O investimento da concessionária é de R$ 450 milhões na alça de ligação da Ponte para a Linha Vermelha e na Avenida Portuária.
Fonte: Ecoponte

Setrerj entrega presentes da Campanha de Natal no Instituto Pestalozzi

A Campanha “Natal de Solidariedade 2019”, organizada pelo Setrerj, completou 10 anos em 2019, incentivando as pessoas a doarem brinquedos e livros infanto-juvenis para as crianças que estudam ou fazem tratamento no Instituto Pestalozzi, em Niterói.

Foram entregues cerca de 130 presentes doados, entre bonecas, carrinhos e outros brinquedos.

A Associação Pestalozzi de Niterói atende uma população carente de cerca de 15 mil pessoas, entre crianças, adultos e idosos, que possuem algum tipo de deficiência ou não, na sua maioria participantes de programas assistenciais.

Especialização de Gestão de Recursos Humanos

Aproveite essa oportunidade de cursar uma pós-graduação estruturada especialmente para o setor de transporte, ministrada por uma das melhores escolas de negócios do mundo. A especialização é gratuita para gestores de empresas associadas ao Sistema CNT. Será realizada na cidade de São Paulo.
Acesse para saber mais: www.itl.org.br.

Empresas de ônibus fazem campanha de Natal para ajudar o Abrigo Cristo Redentor

As empresas de ônibus Rio Ita, Auto Ônibus Fagundes, Transturismo Rio Minho, Expresso Rio de Janeiro, Expresso Tanguá e Tanguaense lançaram uma ação de final de ano entre os seus mais de três mil funcionários para incentivar as doações em benefício do Abrigo Cristo Redentor, em São Gonçalo.

Há quase 80 anos, o Abrigo Cristo Redentor presta assistência social, moral e material à pessoa com idade igual ou maior que 60 anos. Ele conta com uma equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais, enfermeiras, fisioterapeutas, fonoaudióloga, médicos, nutricionista e psicóloga, e hoje abriga 125 idosos, em sua maioria carentes. O abrigo vem enfrentando dificuldades financeiras para manter as suas atividades filantrópicas e as doações são essenciais para mantê-lo vivo.

Na campanha Natal Solidário, as empresas serão pontos de coleta de doações dos seus colaboradores e irão, com recursos próprios, dobrar o número de mantimentos recolhidos para ajudar o abrigo. Ou seja, a cada produto levado pelo funcionário, a empresa irá contribuir com mais um.

A ideia é criar uma grande corrente de solidariedade, em que o trabalhador rodoviário possa não só ajudar, mas também arrecadar doações da família e de vizinhos, tendo a empresa que ele trabalha como facilitador para a ação social, aumentando o volume de sua doação.

Entre os mantimentos que as empresas pretendem arrecadar e dobrar em doações estão Mucilon, Farinha Láctea, leite em pó, Cremogema, Neston, biscoitos, isotônicos, suplementos alimentares e fraldas geriátricas. Todo o material será entregue ao Abrigo no dia 26 de dezembro, e uma equipe das empresas de ônibus também doará mais dois itens essenciais aos seus moradores: tempo e sorrisos.

Rio Ita, Auto Ônibus Fagundes, Transturismo Rio Minho, Expresso Rio de Janeiro, Expresso Tanguá e Tanguaense implantam Programa de Compliance

As empresas Rio Ita, Auto Ônibus Fagundes, Transturismo Rio Minho, Expresso Rio de Janeiro, Expresso Tanguá e Auto Viação Tanguaense, filiadas ao Setrerj e que operam o transporte de passageiros por ônibus em diversos municípios do Grande Rio, acabam de finalizar a implantação do seu Programa de Compliance, que conta com o total comprometimento dos acionistas e diretores, e permite as empresas uma maior transparência e ética nos seus negócios. O Programa também assegura altos padrões de integridade e conformidade com a Legislação Brasileira e com os regulamentos dos Órgãos Reguladores e Fiscalizadores, além de orientar os colaboradores no que se refere as Políticas Corporativas estabelecidas.

Compliance significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido, ou seja, estar em “Compliance” é estar em conformidade com leis e regulamentos externos e internos. Essa área ainda é uma iniciativa em evolução no País, como mostra a pesquisa ‘Maturidade do Compliance no Brasil’, divulgada desde 2015 pela consultoria KPMG. Das 450 organizações ouvidas no levantamento realizado há cinco anos, 19% afirmaram que não tinham a área de Compliance em sua estrutura empresarial. Já na última pesquisa realizada em 2017, esse número foi reduzido para 9%, o que mostra a preocupação das empresas em buscar práticas que promovam maior transparência em suas atividades.

Em 2018, as seis empresas de ônibus haviam dado os primeiros passos para o desenvolvimento do Programa com a criação de uma área de Compliance, nomeando um responsável pela gestão do setor, que passou a executar as atividades de planejamento, mapeamento dos riscos, implantação de controles, estabelecimento de Políticas Corporativas, treinamentos e comunicação. No último trimestre desse ano, a última etapa do programa foi finalizada, com a divulgação e adesão do Código de Ética para mais de 3.800 pessoas, entre colaboradores, gestores e acionistas.

“O nosso desafio inicial era trazer a todos a consciência sobre o que é o Compliance, quais os seus desafios, as suas dificuldades, e os seus benefícios para a empresa e para todos com quem nos relacionamos”, explica o gerente de Compliance das empresas, José Luiz da Costa. Ele também lembra que “o sucesso da implantação se deu pela união e cooperação de todas as áreas corporativas e unidades de negócios, que abraçaram o Programa como um objetivo único de todos.”Os próximos anos serão de amadurecimento do programa, junto a clientes, fornecedores e poder público. “Agora as empresas darão um novo passo ao programa, como a melhoria no relacionamento com o passageiro, o poder público e os fornecedores, contribuindo para um ambiente de negócios ético, onde toda a sociedade sai ganhando”, finaliza José Luiz.

A tecnologia da informação alterou definitivamente a forma como vivemos, trabalhamos e nos comunicamos

Por Camilla do Vale Jimene e Rony Vainzof, coordenadores do curso de Compliance Digital da LEC.

Inúmeras são as inovações que permitem a geração, a troca e o armazenamento de informação, em grande variedade, velocidade e volume. Entusiasta ou não dessa revolução tecnológica, certamente você tem instalado em seu smartphone aplicativos para se comunicar por meio de mensagens instantâneas, ver rotas alternativas para desviar do trânsito congestionado ou compartilhar experi