Rio Ita, Auto Ônibus Fagundes, Transturismo Rio Minho, Expresso Rio de Janeiro, Expresso Tanguá e Tanguaense implantam Programa de Compliance

As empresas Rio Ita, Auto Ônibus Fagundes, Transturismo Rio Minho, Expresso Rio de Janeiro, Expresso Tanguá e Auto Viação Tanguaense, filiadas ao Setrerj e que operam o transporte de passageiros por ônibus em diversos municípios do Grande Rio, acabam de finalizar a implantação do seu Programa de Compliance, que conta com o total comprometimento dos acionistas e diretores, e permite as empresas uma maior transparência e ética nos seus negócios. O Programa também assegura altos padrões de integridade e conformidade com a Legislação Brasileira e com os regulamentos dos Órgãos Reguladores e Fiscalizadores, além de orientar os colaboradores no que se refere as Políticas Corporativas estabelecidas.

Compliance significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido, ou seja, estar em “Compliance” é estar em conformidade com leis e regulamentos externos e internos. Essa área ainda é uma iniciativa em evolução no País, como mostra a pesquisa ‘Maturidade do Compliance no Brasil’, divulgada desde 2015 pela consultoria KPMG. Das 450 organizações ouvidas no levantamento realizado há cinco anos, 19% afirmaram que não tinham a área de Compliance em sua estrutura empresarial. Já na última pesquisa realizada em 2017, esse número foi reduzido para 9%, o que mostra a preocupação das empresas em buscar práticas que promovam maior transparência em suas atividades.

Em 2018, as seis empresas de ônibus haviam dado os primeiros passos para o desenvolvimento do Programa com a criação de uma área de Compliance, nomeando um responsável pela gestão do setor, que passou a executar as atividades de planejamento, mapeamento dos riscos, implantação de controles, estabelecimento de Políticas Corporativas, treinamentos e comunicação. No último trimestre desse ano, a última etapa do programa foi finalizada, com a divulgação e adesão do Código de Ética para mais de 3.800 pessoas, entre colaboradores, gestores e acionistas.

“O nosso desafio inicial era trazer a todos a consciência sobre o que é o Compliance, quais os seus desafios, as suas dificuldades, e os seus benefícios para a empresa e para todos com quem nos relacionamos”, explica o gerente de Compliance das empresas, José Luiz da Costa. Ele também lembra que “o sucesso da implantação se deu pela união e cooperação de todas as áreas corporativas e unidades de negócios, que abraçaram o Programa como um objetivo único de todos.”Os próximos anos serão de amadurecimento do programa, junto a clientes, fornecedores e poder público. “Agora as empresas darão um novo passo ao programa, como a melhoria no relacionamento com o passageiro, o poder público e os fornecedores, contribuindo para um ambiente de negócios ético, onde toda a sociedade sai ganhando”, finaliza José Luiz.

A tecnologia da informação alterou definitivamente a forma como vivemos, trabalhamos e nos comunicamos

Por Camilla do Vale Jimene e Rony Vainzof, coordenadores do curso de Compliance Digital da LEC.

Inúmeras são as inovações que permitem a geração, a troca e o armazenamento de informação, em grande variedade, velocidade e volume. Entusiasta ou não dessa revolução tecnológica, certamente você tem instalado em seu smartphone aplicativos para se comunicar por meio de mensagens instantâneas, ver rotas alternativas para desviar do trânsito congestionado ou compartilhar experiências em uma rede social.

Provavelmente, os dados corporativos da companhia em que você trabalha estão armazenados em diferentes ambientes: servidores da empresa ou em nuvem, notebooks, celulares, tablets, smartwatchs, pen drives e aplicações de Internet, corporativas ou muitas vezes particulares.

Fato é que, nos dias atuais, WhatsApp e Facebook, por exemplo, são ferramentas utilizadas, ao mesmo tempo, para marcar o jantar com a família e fechar grandes negócios.

Sem dúvida, o modo como trabalhamos mudou. Trilhar o caminho da conformidade nesse mundo digital é um grande desafio e exige do Compliance Officer a aquisição de novos conhecimentos, porquanto impõe diariamente novas questões éticas e legais, com as quais não estávamos acostumados.

Esse e-book tem por objetivo apresentar ao leitor os cinco principais pontos do Compliance Digital para ajudar a esclarecer o tema e disseminar a cultura da conformidade no ambiente digital. Boa leitura!

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Vyapaar Se Vyapaar Ko: Workshop Train-the-Trainers e Treinamento de Prevenção à Corrupção em Mumbai

Mumbai, Índia

Por Seema Choudhary

Nos dias 20 e 21 de agosto de 2019, a Alliance for Integrity realizou um workshop Train-the-Trainer em cooperação com a Câmara Indo-Alemã de Comércio em Mumbai. O evento buscou induzir especialistas de compliance de grandes companhias a se juntarem à equipe global de treinadores da Alliance for Integrity. Os participantes foram instruídos a conduzir treinamentos de integridade em negócios para pequenas e médias empresas (PMEs), com pouca ou nenhuma experiência no campo de anticorrupção. Os treinamentos focam em medidas e processos para o desenvolvimento e implementação de programas de compliance.

Dez representantes de vários setores, incluindo o automotivo, siderúrgico, midiático, digital, estandardização e lifestyle, completaram com sucesso o workshop para se tornar um treinador da Alliance for Integrity na Índia.

Ao longo do dia, os participantes foram orientados por meio de exemplos práticos e estudos de caso sobre a definição de corrupção, as “áreas cinzas da corrupção” e dilemas relacionados a elas enfrentados pelas PMEs regularmente. Os participantes foram encorajados a pensar em abordagens práticas para reagir a estas situações da perspectiva de uma PME. Eles receberam dicas para se comunicar e convencer PMEs a incorporar uma cultura de integridade não somente por uma perspectiva ética, mas também como um argumento-chave para se fazer negócios.

No segundo dia, os treinadores recém-formados conduziram um treinamento de prevenção à corrupção para PMES. Os treinadores trouxeram sua própria experiência, realizando uma sessão interativa e demonstrando sua qualidade e criatividade como treinadores. Em um ambiente de confiança e segurança, os representantes das PMEs compartilharam seus desafios e preocupações.

A sessão de assessoramento de risco foi importante uma vez que auxiliou os novos participantes em priorizar e personalizar os programas de compliance a suas necessidades.

Um participante afirmou: “o treinamento me ajudou a entender melhor as áreas cinzas da corrupção”, ao passo que um outro acrescentou: “me deu opções para enfrentar problemas ao invés de contar teorias sobre o que é certo ou errado”.

O treinamento apoia as empresas a preencher os requisitos referentes à última emenda ao Ato de Prevenção à Corrupção de 2018. A nova emenda incluí as empresas ao objeto da lei e torna crime a participação delas em atos de corrupção. A lei, contudo, provê defesa às companhias para atividades levadas a cabo por seus empregados, isto é, as empresas não seriam responsabilizadas por atividades dos funcionários se elas provarem que a organização detém um “mecanismo de compliance apropriado” em vigor.

Os treinadores consideraram o treinamento da Alliance for Integrity como muito inovativo e sustentável, haja vista que as empresas agem coletivamente na luta contra a corrupção. A Alliance for Integrity, junto aos treinadores, decidiu estabelecer um grupo de trabalho de treinadores para melhorar o material de treinamento, prover recursos para o reforço das capacidades das PMEs de desenvolver e aprimorar sistemas de gestão de compliance, e ampliar o alcance dos treinamentos.

O treinamento foi dado conjuntamente por Seema Choudhary, Network Manager da Índia, e Carolina Andrea Echevarria, Regional Manager América Latina da Alliance for Integrity.